Boletim informativo

Posted: 09/02/2012 in Artigos

O ditado “quem investe em imóvel não vê o patrimônio móvel” nunca fez tanto sentido. As últimas notícias do Mercado financeiro nesta semana, com queda da bolsa superior a da crise de 2008, vêm ao encontro das teorias de que o melhor investimento é o imóvel, garante o presidente da americana CENTURY 21 no Brasil, Ernani Assis.

“Na crise a poupança e algumas poucas opções de fundos de renda fixa são consideradas apropriadas, mas a rentabilidade é muito pequena se compararmos ao investimento imobiliário, seja ele através de aquisições de unidades imobiliárias ou de cotas de fundos imobiliários”, diz.

“Se fizermos um comparativo entre a poupança, com rendimento médio de 7.0%, e a renda fixa, com rendimento médio de 8.5% ao ano, com um fundo imobiliário e Imóveis com rendimento médio de 18% a 25%, podemos garantir que, ainda com o aumento da inflação, o ganho real será recompensador”.

Segundo Assis, toda especulação diante do cenário de instabilidade macro econômica faz com que o comportamento do investidor seja mais comedido, fazendo com que ele opte por investimento que possam ser tangíveis. “Logo, estamos em um cenário extremamente favorável à aquisições de ativos imobiliários”, conclui.

“Da mesma forma que não enxergo uma valorização exagerada, também não é correto pensar em desvalorização dos imóveis. O mercado imobiliário é muito estável e organizado, afastando qualquer possibilidade de uma bolha imobiliária”, afirma Assis. “Atualmente essa indústria permite uma diversificação de ativos, incluindo aqueles que garantem uma locação que, fora o patrimônio, permite alavancar uma renda mensal. Esta boa prática é oferecida por incorporadoras e fundos imobiliários com garantia de aluguel de um a 15 anos. Em São Paulo, por exemplo, em 2011, o aluguel já acumula a maior alta desde 1997

O que é a chamada “conta de trás para frente”, que os incorporadores tanto falam?

No dia a dia, na conhecida economia doméstica, uma dona de casa tem boas noções de preços em um supermercado, avaliando se o arroz ou feijão está caro ou dentro do custo normal.

No mercado imobiliário, essa noção de comparação também acontece de forma idêntica, a partir de parâmetros e bom senso é possível apurar se os preços estão dentro ou fora da normalidade. Não há necessidade de aulas de economia para se entender as proporções de custos dentro do segmento imobiliário, nas áreas de incorporação e construção os números estão presentes no cotidiano do mercado.

Quando apresentamos o preço de uma área de terreno a um incorporador, em uma comparação proporcional, seria a mesma situação de uma dona de casa quando vai ao mercado e observa os preços dos produtos. Ambos, conforme seus ambientes, sabem quanto um valor está dentro ou fora de mercado e podem efetuar uma compra.

Não existe milagre na matemática!

Um bom intermediador em negócios de terrenos tem que saber filtrar os preços e entender que existe uma conta muito simples onde são enumerados alguns itens para a formatação do preço de venda de uma unidade, importante atitude já esperada pelos incorporadores.

Num contexto geral, envolvendo preço do terreno, custo da obra, impostos, publicidade, marketing, comissões, entre outros valores e estruturas, com uma boa prática é possível entender quando uma proposta de valor para um terreno, muitas vezes em metro quadrado, de imediato que está alto demais e que não “fechará a conta” do incorporador.

E conta é igual para todos!

A dica que fica: quando algum parceiro corretor apresentar uma área de terreno e o valor pedido pelo proprietário, pare e analise quanto está o valor de venda por metro quadrado na região, quantas vezes podemos construir, ou seja, o potencial construtivo, e alguns outros elementos que a experiência do dia a dia nos ensina. Se o valor de venda estiver muito fora da normalidade de mercado, reflita antes de apresentar o terreno ao seu cliente!

Gustavo Feola é diretor-geral da Gustavo Feola Negócios Imobiliários. Site: www.gustavofeola.com.br

A mineira byBrazil Balonismo tem fechado parcerias para a divulgação estratégica de empreendimentos imobiliários em Minas Gerais. O último contrato foi assinado com o grupo Design Resorts para ações de publicidade sobre o condomínio de luxo Reserva Real, no vetor norte. Única empresa do segmento em Minas Gerais, mantém dois balões personalizados para essas campanhas. Na prática, os interessados  em adquirir imóveis no condomínio podem fazer um voo cativo de balão com visão panorâmica do terreno com mais de 10 milhões de m2 em Jaboticatubas, a 50 quilômetros do centro de Belo Horizonte.

A empresa de balonismo também mantém contrato para o lançamento imobiliário Parques do Vale Loteamento e Empreendimentos Imobiliários, em Ipatinga. Os voos promocionais permitem que os consumidores tenham uma vista privilegiada desse complexo urbanístico no Vale do Aço, uma área de 5 milhões de m2. A cada dia, a byBrazil conquista mercado no ecoturismo e turismo de aventuras no estado, através de voos turísticos para Resort Águas do Treme na cidade de Inhaúma e, também, como um atrativo para negócios em vários segmentos, com voos cativos (preso ao chão) em eventos para lançamentos e campanhas.

Fonte: Portal VGV

Expansão do setor neste ano será de quase 5%

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Safady Simão, previu que o crescimento do setor em 2012 será tão bom quanto foi este ano. De acordo com ele, a expansão da construção civil em 2011 será de 4,8%, já sobre uma base de crescimento elevada, de 11,6% em 2010. “Duvido que a gente cresça menos do que isso (4,8%) no ano que vem, mas para isso será preciso investir”, disse.

Conforme Safady, o cenário é positivo para o setor, já que não há problemas com recursos, com regras ou projetos. “Estamos batendo recorde atrás de recorde no setor imobiliário”, afirmou, acrescentando que o nível do uso de recursos de poupança e FGTS já considerados positivos, este ano, deverão se repetir em 2012. Ele descartou a possibilidade de existência de qualquer bolha no setor e disse que a construção civil não sentirá os efeitos da crise porque é uma área tratada de forma diferente. Para Safady, o momento é de “olhar para o umbigo” e tratar de incentivos que deem ainda mais ânimo ao mercado doméstico.

A única preocupação demonstrada pelo empresário é com o início do programa “Minha Casa, Minha Vida 2″. Segundo ele, parcela de 80% do “Minha Casa, Minha Vida 1″ será entregue até abril. O temor de Safady é que exista um “gap” entre o fim da primeira fase do projeto e o início da segunda etapa.

Resultado de competitividade sem fim, as pessoas estão, a cada dia que passa, acumulando doenças psicológicas. Cobranças frenéticas que vêm do trabalho, do chefe, do lar, dos filhos, da escola, dos amigos, e o resultado disso é que as pessoas vão acumulando, no decorrer do tempo, aquilo que se denomina “lixo interior” que, em outras palavras, pode ser sinônimo de sentimento de raiva, amargura, vingança e inveja.

Esses sentimentos só aguçam as pessoas a ver o lado ruim das coisas e a intensificá-los ao máximo. Isso faz com que só falem do que é negativo na vida, sem que ao menos possam perceber que o ato de reclamar virou prazer.

Não é raro, em nosso dia a dia, depararmos com pessoas amargas, mal-humoradas, com olhos fundos e sem brilho, que fazem os outros, sem saber o porquê, se afastarem delas. Afinal, todos nós temos problemas, porém, devemos administrá-los da melhor maneira possível, sem que, para isso, precisemos agredir o próximo. Esta agressão, embora não seja verbal, não deixa de ser psicológica e que, por isso, transmite uma espécie de ondas negativas.

O pior de tudo é que pessoas assim acabam se afastando do trabalho com sintomas de doenças psíquicas, com sensação de ansiedade e depressão. E esse afastamento só piora um quadro que já é grave, pois aumenta a sensação de incredulidade, de incapacidade e de solidão.

Se pararmos para pensar, podemos observar o mal que sentimentos negativos e mesquinhos acarretam a quem os sente e a quem os recebe. O orgulho é tão permissivo que conduz o indivíduo ao isolamento social; a inveja é sinônimo de pobreza de espírito, que só leva a pessoa ao sofrimento pela sensação que tem de incapacidade (e na verdade não é nada disso – ele pode, se quiser). Todo ser humano amargurado vive com a alma em prantos e, quando isso cria raízes no coração, produz ressentimento e tristeza que acarreta um olhar que perde o brilho, o sentido da vida e do mundo.

O ódio é prejudicial e desnecessário à vida e quanto mais é alimentado, menos chance de felicidade terá quem o sente e o cultiva. Nós não nascemos para cultivar sentimentos negativos, o que negaria nossa humanidade. Nos tornamos assim – talvez em decorrência das cobranças sem limites que fazemos a nós mesmos, das preocupações excessivas –, e o que é pior, às vezes não percebemos que todos esses sentimentos tomaram conta de nós.

Viver bem é nosso desafio. Devemos nos preocupar e cuidar da nossa vida interior, eliminando o lixo e as agruras da alma, pois se assim não o fizermos, exterminaremos sem que possamos perceber, nosso sentimento mais puro e belo que se traduz no amor, na sensação gostosa de ter e de ser, de vibrar com as coisas boas da vida e de sentir boas emoções. Sem isso, deforma-se nosso ser, que perde a vontade de existir.

Nesse contexto, devemos reavaliar nossas atitudes frente às situações com as quais nos deparamos no nosso dia a dia. Será que estamos conseguindo dar um toque mágico em nossa vida? Será que a alegria de viver depende de coisas materiais ou ela está dentro de nós?

Se você acha que enfrenta essa fase, faça um inventário psicológico e pense em sua maior missão aqui na Terra – a de viver e a de transformar esse ato sagrado em prazer. Essa reflexão nos remete a mudança de paradigma em relação ao modo de ver, sentir e enxergar as coisas. Que tal praticarmos esse exercício? Sempre que se deparar com pensamentos que julgar indesejados, procure desviá-los e pensar outra coisa boa no lugar, assim, os pensamentos, comportamentos e atitudes que podem transformar sua vida em tristeza constante, são automaticamente substituídos, cedendo lugar à energia positiva.

A partir do momento em que você descobrir que viver é sonhar, é sentir, é agir, e que viver é um dom que – se bem aperfeiçoado – expande-se de forma que você sinta e valorize o prazer de estar vivo, tudo à sua volta será transformado, porque, no fundo, nós vemos aquilo que queremos ver.

Essa é uma das formas de você se livrar das doenças psicológicas, transformando suas ações e reações em ondas que transmitem energias positivas tanto para você, quanto para as pessoas à sua volta. Tente, experimente, acredite mais no ser que você é. Só assim você reciclará o lixo interior, cedendo lugar à magia de viver!

Texto de Maria Bernadete Pupo, administradora de empresas, pós-graduada em Direito do Trabalho e Mestra em Recursos Humanos pelo Unifieo.

O sucesso reside no espírito. Só ali.

Se você se define por qualquer outra coisa além da integridade, disposição, coragem, profundidade, curiosidade e compaixão do seu espírito, ainda tem que trabalhar um pouco antes de realmente poder se considerar bem-sucedido.

Uma boa maneira de averiguar o seu progresso é se perguntar quem você seria se perdesse amanhã a carreira, o casamento ou o relacionamento amoroso, a poupança, a casa, o carro – qualquer coisa externa através da qual você possa estar tentando se identificar.

Se você não sabe a resposta, só vai encontrá-la explorando, nutrindo e expandindo seu eu espiritual. É isso que você é. Essa é a sua identidade. O resto é guarda-roupa e maquiagem.

Ter um espírito feliz, saudável e ativo é o maior sentimento de segurança que você irá experimentar, porque é o único marco de sucesso que ninguém jamais poderá lhe tirar.

Grandiosidade e sofisticação. Essas são as palavras para descrever o Cennario, primeiro condomínio resort da Região Metropolitana de Belo Horizonte (perspectiva). Com 34.000m², o empreendimento foi um dos primeiros lançamentos da Masb, marcando a entrada da empresa no mercado imobiliário mineiro. Tudo no Cennario foi planejado para atender um consumidor exigente. O empreendimento conta com apartamentos em diversos tamanhos. As oito torres ganharam nomes que remetem ao visual da região – Miragem, Paisagem, Horizonte, Panorama, Belvedere, Alta Vista, Perspectiva e Terraço. Os apartamentos de dois quartos variam entre 69,36m² e 77,34m². Já os apartamentos de três quartos têm mais opções de metragem, com 102m², 114m² e 125m². Ainda existem os apartamentos de quatro quartos, que chegam a 136m². Todos contam com uma suíte, opções de duas ou três vagas de garagem e varandas gourmets, que podem ser adequadas de acordo com o interesse do morador. O projeto arquitetônico é assinado por João de Paula e o de decoração por Jacqueline Frauches e Flávio Moreira.

Redação Lugar Certo - Estado de Minas

A Century 21 Brasil Real Estate e a Netimóveis Brasil firmaram uma joint venture que se chamará Century 21 Netimóveis e que permitirá a expansão simultânea de ambas as companhias, de maneira independente. A união de forças permitirá que as empresas continuem operando de forma autônoma. O diferencial é que o proprietário da imobiliária associada à Netimóveis Brasil poderá optar por um modelo híbrido, podendo utilizar, também, o selo Century 21 Brasil Real Estate, assim como toda a estrutura de distribuição de serviços. Será possível, ainda, que o franqueado da Century 21 Brasil Real Estate participe da rede Netimóveis. Ocorrendo uma dessas opções, a imobiliária passará a utilizar a marca Century 21 Netimóveis. De acordo com o vice-presidente da Netimóveis, Ariano Cavalcanti de Paula (foto), não se trata de uma fusão, nova franquia ou rede, e sim de uma parceria em que cada companhia ou coventure manterá sua operação tal qual ela é hoje.

 (Perspectiva/Divulgação)

Minas Gerais está prestes a ganhar um complexo urbanístico inédito, que vai integrar todas as atividades da vida diária, do trabalho ao lazer, incluindo a habitação. Localizado no município de Caratinga, no Leste mineiro, o Parques do Vale é um novo conceito de morar e viver. “É uma nova centralidade urbana, planejada, organizada e segura, assim como Ipatinga, cidade vizinha, foi um dia”, explica o gerente de Empreendimentos Imobiliários da Egesa Engenharia, João Olyntho Ferraz Neto.

Instalado próximo à Lagoa Silvana – lago natural de 400 hectares cercado por mata atlântica preservada -, o empreendimento será distribuído em 10 glebas, divididas em área de lazer, habitacional, comercial e industrial, com estruturas complementares como creches, escolas, hospitais, posto policial e transporte público, além de outros serviços de conveniência. Os lotes variam de 300 a 5 mil metros quadrados e a área total ultrapassa os 5 milhões de metros quadrados.

O projeto foi desenvolvido a partir dos ideais de planejamento urbano, focado principalmente na qualidade de vida. “O objetivo é oferecer tranquilidade, conforto e segurança, com uma infraestrutura completa para morar, conviver, trabalhar, comprar e se divertir. É isso o que as pessoas encontrarão no Parques do Vale”, ressalta João Ferraz Neto.

O condomínio será lançado este mês e, até o momento, já foram investidos R$ 200 milhões, entre a compra do terreno e a viabilização da infraestrutura básica. A previsão é que sejam aplicados mais de R$ 620 milhões. O empreendimento será administrado num sistema de autogestão, e terá saneamento básico, drenagem pluvial, abastecimento de água e macrossistema viário.