Arquivos

Quais são as certidões negativas que você precisa ter em mãos


certidões

Conheça 8 certidões negativas que você precisa tirar ao adquirir seu imóvel.

Comprar um imóvel é uma decisão muita séria e importante. Quando decidimos adquirir um imóvel, é preciso ter certeza de que a transação de venda será segura. E uma das maneiras de saber isso, é levantar as certidões negativas do proprietário.

As certidões são documentos que mostram a situação financeira real desse proprietário, indicando se ele tem nome protestado, passa por algum processo civil ou trabalhista.

Se o proprietário está com algum processo na Justiça, ele pode começar a vender todo o patrimônio que tem para não quitar a dívida. Mas se a Justiça percebe isso, ela tem poder de anular todos os negócios de compra e venda que esse proprietário fizer. Com isso, você pode perder o imóvel e dificilmente conseguirá seu dinheiro de volta.

Ao verificar as certidões antes de fechar um negócio, as chances de reduzir problemas futuros, são muitas. E se alguma das certidões for  positiva, saiba que há riscos de perder o imóvel que comprou.

Algumas empresas prestam esse serviço, mas também cobram por ele. Se quiser buscar por esses documentos  por conta própria, confira abaixo links com as principais certidões que você precisa levantar e onde pode encontrá-las.

1. Das Ações Trabalhistas
Você tira online aqui [http://www.tst.gov.br/web/guest/certidão]

2. Da Justiça Federal
Procure o Fórum da Justiça Federal no site [http://www.jf.jus.br/cjf]

3. De Ações Cíveis
Procure o Fórum da Justiça Federal no site [http://www.jf.jus.br/cjf]

4. Das Ações da Fazenda Estadual
Procure a Secretaria da Fazenda do seu estado.

5. Das Ações da Fazenda Municipal
Procure a Secretaria da Fazenda do seu município.

6. Das Ações em Família
Procure o Fórum cível da sua cidade.

7. Do Cartório de Protestos
Procure o Cartório de Protestos da sua cidade.

8. Da Dívida Ativa da União/Negativa do Imposto de Renda
Procure os postos da Receita Federal no site [http://www.receita.fazenda.gov.br/]

 

(Fonte: Konkero)

Prefeitura de BH declara guerra aos elefantes brancos


Conclusão. Obras como a da foto acima, em um dos principais pontos do Sion, poderão ser retomadas

Conclusão. Obras como a da foto acima, em um dos principais pontos do Sion, poderão ser retomadas

Guerra aos elefantes brancos 

Decreto da prefeitura da capital incentiva donos de imóveis inacabados a retomarem obras.

A Prefeitura de Belo Horizonte quer incentivar a conclusão das obras de imóveis inacabados da capital. Um decreto publicado no “Diário Oficial do Município” (DOM) no último sábado deu início ao cadastramento de empresas interessadas em terminar os empreendimentos, muitas vezes paralisados por problemas financeiros ou inadequação à Lei de Uso e Ocupação do Solo atual. O objetivo é flexibilizar, com uma licença urbanística, o potencial construtivo desses imóveis para que eles sejam retomados seguindo os projetos originais – aprovados quando as leis construtivas da cidade eram mais permissivas.

O Executivo não sabe quantas obras de imóveis paralisadas a cidade possui, e o cadastramento também será utilizado para levantar esse número. De acordo com o secretário adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro, o objetivo é eliminar os problemas paisagísticos e sociais que os elefantes brancos provocam e fazer com que os imóveis retomem as funções para as quais foram pensados. Isso gerará possibilidade de moradias, empregos e renda para os bairros. “O alvará tem um prazo de validade, e, com o vencimento, ele ‘caduca’. O construtor deixa de ter o direito de continuar a obra”, explicou Castro, ressaltando que os critérios para o recebimento do benefício serão o cumprimento da função social do imóvel e a geração de problemas para o espaço urbano.

Contrapartida. As construtoras terão 60 dias para demonstrar interesse no benefício. A partir daí, elas serão submetidas a uma comissão formada por representantes de diversos órgãos da administração municipal, que avaliarão cada caso. Um Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV) ainda deverá ser feito pela construtora, e, a partir dele, uma contrapartida será estipulada pela prefeitura. Se, por exemplo, o edifício for sobrecarregar o trânsito, o empreendedor terá que fazer um projeto para sinalização. A nova licença será concedida por meio de um projeto de lei enviado à Câmara Municipal.

Para o arquiteto e urbanista mineiro Fernando Lara, professor da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, a medida é positiva, já que cada edifício utiliza a infraestrutura paga pela sociedade, como o esgoto e a pavimentação, e ainda traz transtornos, como acúmulo de lixo e focos do mosquito da dengue. No entanto, ele é crítico quanto à forma pela qual o benefício será concedido. “O poder público tem de ser bem preciso e cuidadoso para não beneficiar quem abandonou obras e não pagou impostos e taxas. Acho que a prefeitura deveria licenciar a área permitida pela lei atual. Se existir área em excesso, essa deve ser revertida para uso público, e não para benefício individual”, afirmou.

Situação fiscal
Isenção.
A prefeitura não dará benefícios fiscais para as empresas. Segundo o secretário Leonardo Castro, é comum os imóveis terem dívidas, mas elas serão sanadas conforme legislação específica.

Saiba mais
Posição.
A prefeitura afirma que queixas de representantes dos setores imobiliários não se justificam, pois nenhuma mudança na legislação é feita de surpresa. “Essa é a queixa principal. Mas as mudanças na legislação são necessárias para dosar os impactos no espaço urbano”, disse o secretário adjunto de Planejamento Urbano, Leonardo Castro.

Mudanças. A última alteração da Lei de Uso e Ocupação do Solo da capital ocorreu em 2010, quando, entre outras medidas, o potencial construtivo foi reduzido em cerca de 25%.

Exemplos. O edifício Golden Tulip, na avenida do Contorno, no Santa Efigênia, só pôde ser retomado, em 2010, após receber benefício semelhante ao que será concedido a partir de agora. A obra estava paralisada desde os anos 80. Entre os exemplos de obras inacabadas na cidade estão um prédio na avenida Tereza Cristina, no bairro Carlos Prates, e outro na praça Deputado Renato Azeredo, no Sion.

Por: JOHNATAN CASTRO – Jornal O TEMPO

Brasileiros pagam até R$ 33 milhões por apartamento de luxo em Miami


miami

Brasileiros pagam até R$ 33 milhões por apartamento de luxo em Miami

Escritório da renomada arquiteta iraquiana Zaha Hadid assina o projeto do One Thouse Museum.

Os brasileiros compõem a maioria dos compradores do prédio de luxo One Thouse Museum, empreendimento que será o mais alto do centro de Miami, segundo a construtora. Cada unidade, de 427 m² a 920 m², custa entre US$ 5 milhões e US$ 15 milhões – cerca de R$ 11,3 milhões e R$ 33,9 milhões. Os investidores verde-amarelos somam 28% da carteira de clientes, à frente até dos norte-americanos (24%). Venezuelanos (20%), franceses (8%), turcos, libaneses e noruegueses (4% cada) compõem os outros principais proprietários.

:: Como um conto de fadas: prédio de luxo em Miami é inspirado no castelo da Bela Adormecida

O edifício situado no número 1.000 da Biscayne Boulevard – de frente para a baía de mesmo nome, na região de South Beach – terá 62 andares e 215 metros de altura. São 83 apartamentos, distribuídos em um ou dois por andar, com opções de piso único ou duplex. Entre os destaques do empreendimento estão as áreas comuns com aromas desenvolvidos por consultores olfativos. O projeto é assinado pelo escritório da arquiteta iraquiana Zaha Hadid.

Fonte: http://revista.penseimoveis.com.br/

One Thouse Museum-prédio-luxo-miami

One Thouse Museum-prédio-luxo-miami

One Thouse Museum-prédio-luxo-miami

Qual a diferença entre incorporação, incorporadora e construtora no Mercado Imobiliário?


Incorporadora

Mercado Imobiliário

Quem trabalha com o mercado imobiliário precisa estar atento para alguns detalhes. Você saberia explicar para seu cliente a diferença entre construtora e incorporadora? A imobiliária e o corretor de imóveis devem estar preparados para responder a vários questionamentos, dentre eles saber o que é uma incorporação. Pensando nisso, preparamos um apanhando geral sobre incorporação, incorporadora e construtora. Por favor, nos acompanhe.

Primeiro vamos explicar o que é incorporação. A incorporação imobiliária é um negócio jurídico que, nos termos previstos no parágrafo único do art. 28 da Lei federal nº 4.591/64 – Lei de Incorporações, tem por finalidade promover e realizar a construção de edificações compostas de unidades autônomas.

O objetivo da incorporação imobiliária é formalizar junto ao cartório de imóveis como será o empreendimento, qual o número de unidades autônomas, as áreas das mesmas, o número de vagas de garagem, as áreas comuns. Somente a partir desse registro no cartório é que pode-se comercializar os apartamentos, também denominados como unidades autônomas.

A incorporadora é responsável por toda articulação do empreendimento. Ela identifica as oportunidades, faz estudos de viabilidade, adquire o terreno, formata o produto a ser desenvolvido. Quando o consumidor compra um apartamento em um edifício está fazendo negócio com a incorporadora e é esta que deverá ser acionada caso tenha algum item de descumprimento de contrato.

Já a construtora é a empresa contratada e responsável para executar as obras do empreendimento de acordo com as especificações técnicas, o memorial descritivo e o prazo contratual, dentro das normas vigentes. Todos os riscos inerentes à construção são de responsabilidade da construtora como os acidentes do trabalho, execução de atividade fora de norma ou especificação que, no futuro, vai gerar reparos ou retrabalhos, pagamento de impostos sobre a mão-de-obra, responsabilidade técnica, etc.

A maioria das construtoras são suas próprias incorporadoras. Sim, elas podem exercer as duas funções ao mesmo tempo desde que as atividades estejam descritas no contrato social das mesmas.

Fonte: http://www.digitalimobi.com.br/

Imóveis usados ganham preferência no mercado


Belo_Horizonte1

Imóveis usados ganham preferência no mercado

É natural que o corretor de imóveis valorize os lançamentos imobiliários e, inconscientemente, deixe os imóveis usados um pouco de lado. No entanto, na atual condição do mercado, isso parece ser um equívoco. De acordo com pesquisa, realizada pelo FipeZap, 50% das pessoas que buscam imóveis não têm preferência entre novo ou usado. A pesquisa entrevistou 3.227 usuários cadastrados no site, a maior parte nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Os usados possuem muitas vantagens, por exemplo: a garantia de saber como é o imóvel antes de efetuar a compra; os preços são menores e existe uma maior possibilidade de barganha; em média o preço cai 6,5% – de acordo com o FipeZap; menor custo para equipar o imóvel; mais espaço, as construções – novas geralmente são menores; melhor localização – falta espaço para novos empreendimentos nos bairros mais próximos ao centro.

Por outro lado, também existem desvantagens que o corretor deve conhecer e ponderar durante a negociação, por exemplo: mais problemas com manutenção; condomínio mais caro; projetos ultrapassados e menor área de lazer. Na prática, cada imóvel é analisado individualmente e as vantagens devem se sobrepor aos possíveis problemas.

Para vender um imóvel usado, o corretor deve tomar alguns cuidados no local. Lembre-se de que é preciso encantar o cliente e a aparência é a chave para o sucesso. Portanto, mesmo que ainda haja pessoas morando no local, é preciso despersonalizar o imóvel para a visita. O comprador precisa se imaginar dono do imóvel e não é com objetos de terceiros que isso vai acontecer. Retire fotos de família, diplomas na parede, tudo que mostre a personalidade do atual morador. Logicamente, também deixe tudo limpo e organizado.

William Cruz – Colunista do  PortaisImobiliários.com.br

%d bloggers like this: