MUDANÇAS NO MERCADO IMOBILIÁRIO POR CONTA DO ISOLAMENTO SOCIAL

MERCADO IMOBILIÁRIO

Isolamento social antecipa mudanças no mercado imobiliário

Com mais tempo em casa e a adaptação do trabalho para o modelo remoto, algumas características se tornaram necessidades na escolha da unidade habitacional

A pandemia do novo coronavírus mudou a realidade das pessoas em todo o mundo, tanto na vida pessoal, como profissional. Considerado uma medida eficaz contra a disseminação do vírus, o isolamento social trouxe novos hábitos para a rotina diária dos indivíduos, como passar mais tempo em casa e menos ou nenhum período no local de trabalho.

Novos costumes geram novas tendências e isto já está sendo observado no setor imobiliário, aponta uma pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de compra, venda e locação de imóveis (Secovi).

E essa mudança, segundo o CEO da Epar Busines Expert e sócio da Alug+, Eduardo Luíz, tem mais relação com a latência do que com uma tendência propriamente dita. “As pessoas estavam com necessidades reprimidas, que acabaram sendo impostas a elas por determinadas tipologias de produtos e unidades habitacionais. E, neste contexto, essa crise do novo coronavírus fez aflorar um pouco dessa latência.”
Dessa forma, Eduardo comenta que há um movimento crescente na busca por casas e loteamentos, principalmente devido à necessidade cada vez maior das pessoas de terem posse de espaços maiores, bem como de locais capazes de serem catalisadores e formadores de bem-estar.
Isso porque, em meio à pandemia, houve uma mudança nos aspectos considerados essenciais em uma moradia. Se antes, as pessoas

tinham menos tempo dentro de caso e, por isso, procuravam por locais mais práticos, funcionais e de baixo custo, hoje, com o isolamento social, migrou-se para uma busca por comodidade e bem-estar, o tornando um espaço de convívio e não de apenas moradia.
“O produto que precisa ser oferecido atualmente é aquele que vai entregar conforto, um pouco mais de espaço, estruturas para o home office e meios de que a relação familiar seja mais próxima, como áreas comuns”, pontua Eduardo.
Além do aumento pela busca de locais que atendem às necessidades do comprador, bem como um movimento de moradias entre apartamentos e residências, como casas e condomínios, o CEO da Epar Busines Expert explica que mudanças no ramo de moradias em prédios também sofreram mudanças.
“Antes, era comum e aceitável que fossem entregues prédios com características aquém, no que diz respeito a espaço, mas com um local comum que ‘enchia os olhos’, como as áreas de lazer, por exemplo. Mas, hoje, não se pode ter acesso a esse tipo de compartilhamento com naturalidade. Então, os apartamentos vão ter que sofrer adequações, ser um pouco maiores e oferecer salas, varandas e locais de trabalho dentro do apartamento em si.”
Eduardo destaca, ainda, que mesmo com a crise financeira, em função da pandemia causada pelo novo coronavírus, não há perspectiva de queda nos preços de casas, loteamentos e unidades habitacionais, justificando-se pela demanda constante.
“O Brasil tem um déficit habitacional histórico e recorrente próximo de 7 milhões de moradias. E a realidade é que nem a maior consultora do país consegue entregar 10% do que representa esse déficit no ano. Então, há e continuará a ter um movimento grande na busca por moradia, ou seja, a demanda é contínua, sendo, neste momento, superaquecida pela necessidade de determinadas tipologias.”
No entanto, Eduardo pontua que diferentemente do setor habitacional, os imóveis comerciais tendem a sofrer quedas de preço, já que, devido ao isolamento social, algumas formas de empreendimento foram repensadas e alteradas para modelos virtuais e em home office. Portanto, a procura por esse tipo de estabelecimento teve queda, resultando em uma oferta com custos mais baixos.
“Algumas corporações já estavam antes mesmo da crise com certa vacância, ou seja, sem locação. E em Belo Horizonte essa taxa é ainda maior que em São Paulo. Isso deve continuar, principalmente devido ao home office e a preferência por investimentos em espaços comerciais menores. Além disso, muitas lojas foram devolvidas. Então, com a baixa demanda, há uma queda nos preços desse tipo de imóvel.”

Tendências

Eduardo afirma que o isolamento social, a pandemia e a consequente crise financeira propiciaram a antecipação de um movimento já previsto e em andamento no mercado imobiliário nacional, como é o caso da locação.
“O mercado brasileiro ainda está ‘engatinhando’ no que se diz respeito a locação, mas esta é uma tendência, principalmente no setor residencial, porque muitas pessoas não querem mais fazer a compra, querem o uso, sem as burocracias do financiamento, a perda de tempo e o comprometimento de cerca de 30 anos com uma parcela fixa.”
Justamente por isso, o sócio da Alug afirma que as empresas estão mais atentas a isso e observando este movimento, tanto que algumas construtoras, ao perceber a facilidade das pessoas em priorizar o aluguel, têm desenvolvido projetos voltados exclusivamente para a locação, tanto em Belo Horizonte, quanto no restante do Brasil.
Eduardo Luíz, CEO da Epar Busines Expert e sócio da Alug  - Komunic/DivulgaçãoEduardo Luíz, CEO da Epar Busines Expert e sócio da Alug

“Afirmo que este é um mercado que merece investimento, pois acredito que será uma tendência que firmará. E o que irá acontecer nos próximos 10 anos no ramo de locação, não aconteceu nos últimos 50. Pois a relação de se manter anos em uma residência tendo que custear os gastos irá ficar improdutivo, e a locação será um meio de facilidade, não só por questões funcionais, mas também por aspectos financeiros”, diz.

Eduardo explica que o fato de as pessoas precisarem se submeter a cadastros e comprometer a capacidade de pagamento, que poderia ser usado posteriormente, caso optasse pela locação, para custear outros gastos referentes a móveis e eletrodomésticos, tendem a aquecer ainda mais o mercado destinado ao aluguel.
Outra tendência, segundo Eduardo, é quanto aos procedimentos destinados ao mercado imobiliário nacional serem feitos no formato digital, método que precisou ser implementado devido ao contexto da pandemia.
“Hoje se tem formas de fazer todo o processo de venda e compra de forma 100% eletrônica, e os cartórios de registros de imóveis também estão se adaptando e se tornando digitais. Antes, havia a necessidade de um fiador, para garantir a fiança e como este processo seria feito, quanto ao seguro e demais aspectos. Então, era uma burocracia muito grande, e hoje se tem empresas que ajeitam isso, com fiadores eletrônicos, por exemplo, assim como vistorias e assinatura de contrato.”
Eduardo aponta que a terceirização de processos administrativos terá, também, uma inclinação do mercado. “Algumas empresas não fazem isso, por não saberem que este método existe, e hoje pode-se terceirizar essas funções administrativas, tornando a administração mais leve, eficiente e barata. Isso é uma tendência. Os negócios passarão por essas mudanças e se faz importante entender que aquela função em que o empresário não é especialista, ele pode terceirizar com quem pode contribuir para isso”, afirma.
*Estagiária sob a supervisão da editora Teresa Caram

6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar

LIDERES

O momento histórico que estamos vivendo tem causado profundas mudanças nas nossas vidas pessoais e profissionais. Seja em casa, seja no trabalho, prioridades foram alteradas e estratégias precisaram ser revistas com assertividade e rapidez. Diante de tantas incertezas, agências e profissionais de marketing têm se dedicado a entender como podemos atravessar a crise — e viver de uma nova forma, melhor, quando o pior passar.

Neste cenário dinâmico, as agências, com ajuda de dados, experimentação e criatividade, têm apontado caminhos possíveis para seus clientes superarem a crise e entenderem os novos movimentos de consumo. Mais que prestadoras de serviços, são importantes aliadas no entendimento desse novo normal.

Para entender melhor essas mudanças sob a perspectiva das agências, falamos com 6 líderes brasileiros sobre os desafios que eles vêm enfrentando e quais foram as mudanças de estratégia que eles adotaram. Eles também compartilharam conosco aprendizados e desejos para os próximos meses.

Tendências: colocando o discurso em prática

“A macrotendência é a pauta do coletivo. Estamos vivendo uma grande lição de como tudo está interligado e acho que isso vai ter um impacto gigante nos negócios e no jeito como empresas e marcas se comunicam. Outra tendência é a ação: o que antes era discurso precisa ser prática agora. Nada mais se sustenta só com discurso. Chegou a hora de agir e eu acho isso maravilhoso. Esse movimento de ação tem aprendizados que abrangem todos os diversos exemplos, como aceleração digital do varejo, mudanças no papel dos influenciadores digitais, mudanças de comportamento do consumidor, mudanças na cultura das agências, conscientização maior sobre temas de representatividade social, racial e de gênero. Tudo isso parte do que você é, do que você acredita e do que você faz. Fazer é muito importante hoje.”

keka_morelle, 6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar

A inadiável aceleração digital

“A tendência é uma aceleração digital. As compras online, além de terem suas frequências intensificadas, atingiram um público maior. Os exercícios físicos online ganharam espaço. O ensino a distância tem sido mais explorado, ainda que a questão social no Brasil apresente várias limitações para isso. Esses hábitos abriram uma janela interessante para o consumo e democratizaram o acesso da tecnologia para muitas pessoas que só se aventuraram no mundo digital, pela primeira vez, por causa do isolamento social e da pandemia. Muitos idosos, por exemplo, têm se familiarizado com o mundo digital e tendem a assumir estes hábitos a médio/longo prazo.”

Kevin Zung, 6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar

Foco na diversidade

“Quando falamos em diversidade, as associações mais óbvias são diversidade racial, de gênero e social. No entanto, o tema tem uma amplitude bem maior, que inclui, por exemplo, diversidade regional/cultural. Fica um convite para as empresas (e eu incluo a minha no bolo) refletirem e entenderem se o momento não é oportuno para começarmos a buscar profissionais em outras regiões do país (ou até mesmo fora), além da região na qual a empresa está sediada. Se conseguirmos derrubar a exigência da presença física, ampliaremos o raio de busca de candidatos para as vagas que temos.”

Denise Porto, 6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar

Construindo marcas: maior escassez pede mais sensibilidade

“Sobre construção de marca: continuamos ajudando nossos clientes a encontrar e apostar do jeito certo em oportunidades, a investir com o melhor retorno possível na combinação de tecnologia e criatividade para ampliar sua base de clientes, suas experiências de marca, seus serviços, para que no final seus negócios possam crescer. O que muda efetivamente é o contexto. Sabemos que essa crise é muito diferente porque cria um contexto que aponta para uma reconstrução muito lenta, onde muito do que estamos vivendo hoje deve se tornar perene. Quem quiser prosperar — marcas, empresas, profissionais de marketing — terá de fato que aprender rapidamente a vender e a se comunicar com muita fluência em um contexto de mais escassez, o que vai exigir muito mais assertividade, sensibilidade, criatividade e precisão.”

6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar, Fabiano Coura

 

Um norte em meio à pandemia: dados e pesquisas como bússola

“O que nos ajudou a achar um norte em meio à pandemia foram dados e pesquisas, que temos o privilégio de deter — dentro dos padrões autorizados pela legislação e ética cabíveis —, e que se tornaram nossa bússola, nos dando os parâmetros de ação. Por isso, bebemos dessa fonte desde o começo da pandemia e pautamos nossas estratégias no novo comportamento das pessoas, a fim de colocar nossas marcas na conversa popular de forma relevante.”

6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar, Marcia Esteves.

Próximos passos: normatização do trabalho remoto

“Temos discutido bastante sobre o home office e a capacidade de gerar saúde mental para os funcionários. Pegando exemplos de empresas de São Paulo, com pessoas que levam de uma a duas horas no trânsito para ir e voltar [do local de trabalho], é preciso considerar o impacto na saúde mental delas e na eficiência da empresa. Uma mudança que eu gostaria de ver de forma permanente é esta: normalizar o trabalho remoto. Não precisamos nos encontrar mais presencialmente, a não ser que seja algo muito importante. Isso traz um impacto positivo na vida de muita gente, além de outros desdobramentos: diminuição do trânsito, poluição e mais outros fatores.”

6 líderes brasileiros contam como estão enfrentando as incertezas e listam tendências que vieram para ficar

 

Fonte: NOTICIAS DO GOOGLE 

Festas dentro dos condomínios podem causar conflitos

Para evitar que os eventos em áreas de uso comum se transformem em desarmonia, é importante observar o regulamento interno

FESTAS

Para evitar que os eventos em áreas de uso comum se transformem em desarmonia, é importante observar o regulamento interno

A realização de festas no espaço comum do prédio requer atenção especial do condomínio, já que abrange diversos campos na gestão e responsabilidades do síndico e dos próprios condôminos. Para Fábio Barletta Gomes, advogado especialista em direito condominial e sócio do grupo B&O Assessoria Condominial e Síndicos Profissionais, a palavra-chave para evitar que as festas se transformem em desarmonia entre os condôminos é planejamento.

De acordo com João Xavier, síndico profissional, especialista em gestão condominial e sócio-diretor da Atma Consultoria Imobiliária, o regulamento interno é um excelente instrumento para direcionar e orientar os usuários do condomínio em eventos como esses, desde que seja claro e de fácil interpretação. “Na formulação do regulamento interno deve-se atentar a todas as possibilidades possíveis, pois qualquer item que gere dubiedade na interpretação é motivo de discussão e podem surgir conflitos”, aponta. Segundo ele, quando o regulamento interno é bem redigido, a aplicação das diretrizes se torna uma aliada do administrador.

Um dos assuntos que mais despertam dúvidas e conflitos é sobre a utilização do salão de festas ou outras áreas comuns para suas comemorações. “Aqui, vale a regra definida no regimento interno do condomínio. Mas, se ele for omisso, uma alternativa para o síndico é realizar um sorteio entre aqueles moradores que se cadastrarem previamente para utilizar tais espaços”, aconselha Fábio Barletta. Para isso, o síndico precisa definir com antecedência o prazo para o cadastramento e a data do sorteio, de forma transparente. “O condômino contemplado com o salão de festas deve verificar no regimento interno se há limitação do número de convidados para não infringir as regras do condomínio”, complementa o advogado.

João Xavier defende que assuntos que tenham conflitos recorrentes devem ser pauta de discussão antes das festas para não criar atritos entre os moradores do condomínio. Ele afirma que a forma mais democrática e transparente de atender a todos os interessados é solicitar um e-mail ou qualquer outro meio de comunicação formal do condomínio, pelo menos 30 dias antes da data. “A administração faz a compilação das unidades interessadas e convoca um sorteio dias antes da utilização. É importante e passa mais credibilidade ao processo quando os interessados participam do processo junto aos administradores.”

SEGURANÇA

Após saber quem ocupará o salão de festas, é hora de checar a lista de convidados do condômino contemplado, até daqueles que farão alguma confraternização dentro do próprio apartamento. “Para garantir a segurança dos moradores, os cuidados com o controle de acesso ao condomínio precisam ser redobrados e algumas medidas devem ser adotadas, como a disponibilização prévia da lista de convidados na portaria, orientação aos porteiros para que os convidados sejam devidamente identificados e, se necessário for, um reforço na segurança”, comenta o advogado.

Leonardo Mota, vice-presidente das administradoras de condomínios da CMI/Secovi-MG, ressalta que bom senso e tolerância devem servir de base para qualquer convivência
 - Carlos Olímpia/DivulgaçãoLeonardo Mota, vice-presidente das administradoras de condomínios da CMI/Secovi-MG, ressalta que bom senso e tolerância devem servir de base para qualquer convivência

Leonardo Mota, vice-presidente das administradoras de condomínios da Câmara do Mercado Imobiliário e do Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI/Secovi-MG), avalia que é completamente natural a promoção de eventos dentro dos condomínios. É parte das funções do porteiro, por meio da lista de convidados previamente fornecida, fiscalizar quem entra e quem sai do prédio. Porém, ele lembra que nem todos os empreendimentos têm o serviço de portaria presencial. “Quando o condomínio tem uma portaria virtual, é responsabilidade da administradora fazer essa inspeção. Há ainda os prédios que não apresentam portaria. Nesses casos, o condômino deve assumir esse papel de controle de acesso, respeitando as normas vigentes em assembleia”, conta.

João Xavier ressalta que as regras do condomínio valem para todos, moradores e visitantes. “É claro que o visitante não conhece as regras do condomínio, mas o anfitrião é responsável pelo seu hóspede e cabe a ele orientar o que pode ou não fazer no condomínio.” Por ser uma data marcada pelas reuniões familiares e entre amigos, as confraternizações tendem a se estender até um pouco mais tarde, as conversas geralmente são em tons mais elevados e o som permanece ligado por mais tempo. “Nesse momento, o bom senso deve prevalecer entre os moradores. Deve haver uma dose maior de tolerabilidade. Mas abusos e excessos devem ser evitados, sob pena até mesmo de intervenção policial ou aplicação de multas por infração às regras do condomínio”, explica Barletta.

DECORAÇÃO

Outro ponto que sempre é pauta nas assembleias condominiais é a decoração das áreas comuns do prédio. Lembrando que, na hora de decorar o salão de festas, deve-se sempre tomar cuidado para não danificar o espaço e utensílios que pertencem ao memorial descritivo do condomínio. Na hora de colar ou pregar algo nas paredes, por exemplo, atenção na hora de tirar o item para não deteriorar a pintura ou o reboco. “Qualquer prejuízo ao condomínio, você é responsável pela reparação”, pontua Leonardo Mota. O vice-presidente ressalta que bom senso e tolerância devem servir de base para qualquer convivência.

FONTE: JORNAL E.M

Por: José Alberto Rodrigues* /Estado de Minas

* Estagiário sob supervisão da editora Teresa Caram

Aeroporto Industrial de Confins inicia operações com perspectiva de criar 20 mil empregos

AEROPORTO INDUSTRIAL

Um sonho de quase duas décadas, que finalmente sai do papel. O Aeroporto Industrial em Confins se prepara para receber a primeira indústria que aposta nas facilidades logísticas e de tributação oferecidas pelo formato. Às margens da Linha Verde, exatamente à frente da estrutura de passageiros, são 750 mil metros quadrados de área, com capacidade para receber até 250 empreendimentos. Uma iniciativa conduzida pela concessionária BH Airport que carrega consigo a perspectiva de gerar até 20 mil empregos diretos.

A ideia é reduzir os custos de gestão e produção e aumentar a competitividade da indústria mineira – em especial, nos mercados internacionais. Graças a um regime especial de tributação, insumos importados para a produção de bens de alto valor agregado contam com isenção de impostos, o que também vale para a comercialização no exterior. A rapidez aduaneira é outro benefício do formato, inédito no país

“O Aeroporto Internacional de BH/Confins tem uma grande vantagem competitiva, que é a localização geográfica centralizada. A essa se juntam as demais proporcionadas por esse modelo de negócio. Minas Gerais depende de outros estados para escoar sua produção por via marítima mas, com o aeroporto industrial, ganha em agilidade e competitividade”, destaca Marcos Brandão, CEO da BH Airport. Segundo ele, já há pelo menos 10 empresas em fase final de entendimentos para montagem de galpões.

Para o governador Romeu Zema (Novo), a abertura do aeroporto industrial é um passo importante para a diversificação da economia no Estado. “Depender apenas de leite, café e minério traz um risco de susceptibilidade a crises e momentos sazonais. Desta forma estamos criando possibilidade de ampliar nossa oferta de bens e ampliar a presença em mercados internacionais”.

O evento de apresentação do Aeroporto Industrial contou ainda com a participação do Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que destaca como o momento atual e o cenário da pandemia trazem à tona a importância da reindustrialização.

Ele ressaltou ainda outras condições que favorecem o empreendimento. “Minas tem a maior malha rodoviária e ferroviária do país, e passa a ter um equipamento para beneficiamento e transporte de produtos de alto valor agregado. Tenho certeza de que as empresas vão enxergar a oportunidade. Mais do que isso, a possibilidade de geração de empregos é fundamental em um momento de crise”

Passo a passo para trocar seu financiamento e pagar menos por seu imóvel…

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“Com a nova regra, a gente acredita que o número de pedidos de portabilidade no crédito imobiliário deva crescer”, afirmou o cofundador da plataforma de comparação de taxas Melhortaxa, Rafael Sasso. Segundo ele, a portabilidade do crédito abre espaço para que o devedor possa abrir uma negociação com a instituição financeira em que tem o empréstimo. Muitas vezes, a transferência da dívida nem precisa ser efetivada, já que o consumidor consegue no próprio banco uma nova condição mais interessante.

Além dessa nova portabilidade, há ainda produtos recém lançados, como os financiamentos atrelados ao IPCA, lançados no fim de 2019, e o crédito com taxas de juros fixas, apresentado pela caixa em fevereiro último.

“A queda dos juros e a retomada da economia ajudaram a aquecer o setor imobiliário”, afirma o ceo do Banco Bari, Rodrigo Pinheiro. Segundo ele, esses dois fatores continuam presentes em 2020, quando a instituição financeira projeta um crescimento de 50% na concessão de novos créditos, uma aceleração ante os 40% de expansão que a empresa registrou em 2019.

Passo a passo para pedir a portabilidade

O ceo da Credihome, Bruno Gama, da plataforma digital de crédito imobiliário que conecta clientes e bancos, diz que a portabilidade tem espaço para crescer bastante este ano. “O brasileiro ainda usa pouco a portabilidade a seu favor”, diz. Ele sugeriu um passo a passo para quem quer usar essa ferramenta.

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Crédito imobiliário cresceu 6% em 2019

Em 2019, o saldo total de crédito imobiliário cresceu 6% e atingiu R$ 634,9 bilhões. Esse avanço foi puxado pelo SFH, que teve aumento de 8% e chegou a um total de R$ 574,2 bilhões. Já o estoque de crédito no SFI caiu 9,9%, para 60,7 bilhões.

O corte determinado pelo Banco Central para a taxa básica de juros, a Selic, que vem caindo deste agosto de 2016, atingindo a mínima histórica, de 4,25%, é um dos fatores que está ajudando a retomada do setor imobiliário, dizem profissionais do setor. Depois de acumular retração de 28% em cinco anos seguidos de baixa, o PIB da construção civil encerrou 2019 com crescimento de 2%, segundo projeções do SindusCon-SP, que tem para 2020 estimativa de um novo avanço, dessa vez de 3%.

Segundo profissionais de mercado, esses números mostram que há uma demanda reprimida pelo crédito imobiliário, especialmente entre os consumidores que procuram imóveis de menor valor, ou seja, aqueles que se enquadram no SFH.

Assim, dizem, a regra criada pelo Banco Central que permite ao mutuário transferir uma dívida do SFI para o SFH é um fator a mais para estimular o setor.

Nova regra de portabilidade para SFH

A regra, que passa a valer em abril, vai permitir que alguém que não tenha conseguido encaixar o financiamento no SFH por causa de algum critério – como valor máximo do imóvel -, possa reavaliar a situação para checar se a operação agora possa ser enquadrada.

Em 2018, por exemplo, o limite máximo do imóvel aceito no SFH era de R$ 1 milhão, mas hoje é de R$ 1,5 milhão. Então, alguém que tenha contratado financiamento imobiliário naquele ano para um imóvel entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão hoje poderia buscar a portabilidade para o SFH, que possui um custo mais baixo pois utiliza recursos da caderneta de poupança e do FGTS.

No SFH, a taxa média praticada pelo mercado fechou 2019 em 7,2%, contra 7,7% um ano antes. No SFI, a taxa de juros caiu de 9,5% para 8% no mesmo período.

“A portabilidade do crédito imobiliário ainda pode crescer muito. E de fato essa nova regra é mais uma ferramenta de bastante utilidade”, disse o sócio da NFA Advogados, Carlos Ferrari.

Segundo dados do Banco Centra, os pedidos de portabilidade de crédito dentro do SFH atingiram 9,3 mil em 2019, um crescimento de 149,5% ante 2018. O valor portado nessa modalidade avançou 174% e somou R$ 745,2 milhões. Já no SFI, os pedidos de portabilidade em 2019 chegaram a 3,6 mil, aumento de 107%. O saldo portado nessas operações somou R$ 711 milhões, um incremento de 127% ante 2018.

Informações que banco deve dar

Segundo Gama, da Credihome, os próprios bancos se mexem e tomam a iniciativa de oferecer uma nova condição quando percebem que o cliente pede os dados dos empréstimos.

Ao lançar a regra da portabilidade do crédito de SFI para o SFH, o Banco Central também criou o “Documento Descritivo de Crédito” (DDC), que deve ser fornecido pelas instituições financeiras com as informações solicitadas pelo devedor referentes à operação de crédito contratada.

Esse documento deverá ser disponibilizado de forma contínua, nos canais de atendimento eletrônico da instituição financeira; de forma imediata, nos canais de atendimento presenciais; e em até um dia útil, contado a partir da data da solicitação, nos demais canais de atendimento.

A norma do BC prevê ainda a possibilidade de ressarcimento financeiro pelo custo de originação da operação de crédito objeto da portabilidade, que não poderá ser repassado ao devedor. Esse ressarcimento poderá ser disciplinado pelo Banco Central, observando critérios de proporcionalidade do saldo devedor da operação e decrescente conforme o prazo decorrido da operação portada.

FONTE : SITE DA UOL

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Como você está no mercado de trabalho? Saiba quais são as profissões em alta em 2020

Já que o ano de 2020 oficialmente começou, que tal saber quais profissões estão em alta?

Segundo especialista, as profissões que aparecem em alta em 2020 se destacam pela separação entre robô e humano

MERCADO DE TRABALHO

Há quem diga que para o brasileiro o ano só começa depois do Carnaval. Passada a folia, diversas pessoas dedicam foco total em suas atividades profissionais e, em muitos casos, até buscam mudança de área e recolocação no mercado de trabalho.

Apesar de possuir um objetivo traçado, essas pessoas acabam esbarrando nas seguintes questões: “mas em que área devo me inserir?” ou “o que o mercado de trabalho busca?”.

Segundo Neidy Christo, vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Espírito Santo (ABRH-ES), as profissões que aparecem em alta em 2020 se destacam pela separação entre robô e humano.

“Profissões que trabalham com resolução de problemas complexos e que  com questões que aparecem de forma imprevista, por exemplo, são as profissões muito demandadas. Áreas de gestão de pessoas, por exemplo, lidam com conflitos, com criatividade, empatia… Essas são áreas que estão e continuarão em alta. Obviamente aparecem nesse cenário áreas que têm ligação com a tecnologia, que também sempre estarão em alta”, diz.

A gerente acadêmica da Faculdade Estácio de Sá de Vitória (FESV), Marisa Rocha, ressalta que o mercado de trabalho passa por um grande momento de transição. “A demanda maior nesse cenário de mudança são por profissionais que tenham desenvolvida a parte tecnológica também. Porém, uma outra grande demanda é pelas habilidades atitudinais. Ou seja, não adianta que o profissional seja qualificado tecnicamente se ele não tiver habilidades para trabalhar em equipe, solucionais conflitos e etc”, explica

Foto: Divulgação

Gerente acadêmica da Estácio de Sá de Vitória fala da transição do mercado

A rede social profissional Linkedin fez um estudo que detalha as 15 principais profissões mais procuradas para 2020 no Brasil. O levantamento mostra que as profissões relacionadas aos setores de tecnologia da informação (TI) e internet devem predominar no mercado de trabalho.

Segundo Zirlene Effgen, coordenadora dos cursos de Tecnologia da Informação da Faculdade UCL, a área, uma das mais em evidência no mercado atual, é uma ciência que existe há tempos e dela emergem novas tecnologias.

“Em 2018 nós já havíamos percebido que uma ciência estava despontando, que é a ciência de dados. Temos apostado bastante nessa ciência e na Inteligência Artificial se tratando de um mundo totalmente conectado e de uma convergência digital que estamos vivendo. A todo momento dados são capturados por vários artefatos tecnológicos e quando esses dados são juntados, podem ser tratados e podemos perfilar e tomar decisões estratégicas a partir deles. Isso envolve diversas áreas. A área de TI tem grande taxa de empregabilidade por estar presente em várias áreas do mercado”, comenta Zirlene.

Profissões em alta

Segundo o levantamento do Linkedin, o gestor de mídias sociais aparece como o profissional com demanda mais aquecida no mercado: a procura por ele cresceu anualmente no Brasil em média 122% entre 2015 e 2019. Os profissionais da área são responsáveis pela imagem, pelo relacionamento e engajamento e pela prospecção de uma empresa nos canais digitais.

O engenheiro de cibersegurança é o segundo profissionais mais buscado no mercado de trabalho e apresenta um crescimento anual de 115%. O aumento na demanda pela profissão é reflexo da conectividade atual, onde qualquer dispositivo ligado à internet é vulnerável a ataques cibernéticos e, dessa forma, a segurança de dados na rede se tornou central para as empresas.

A pesquisa também mostra o aumento no uso de aplicativos para transporte privado de passageiros e entregas em domicílio e de logística. Esse comportamento coloca a profissão de motorista entre as 15 em ascensão. A demanda anual por essa função aumentou uma média de 68% nos últimos cinco anos. Além de estar habilitado para dirigir, o profissional procurado precisa saber técnicas de negociação e atendimento ao cliente.

E que tal saber como se destacar em um processo seletivo já na entrega do currículo?



 

PENSA EM INVESTIR EM IMÓVEL? SAIBA QUAIS AS VANTAGENS E DESVANTAGENS!

investir

Um sonho compartilhado por milhares de brasileiros é poder realizar a compra de um imóvel. Afinal, esse sonho já está atrelado a cultura do nosso país.

Mas será que nos dias atuais, ainda vale a pena investir em um imóvel? É uma boa alternativa de acordo seus objetivos?

Pois, se você pensa em investir no mercado imobiliário, seja para o conforto de sua família, para ter um investimento ou até mesmo para montar um negócio, é importante analisar uma série de fatores importantes que te mostrarão se você vai obter sucesso ou não nessa jornada.

E pensando nisso, nós produzimos esse conteúdo para te mostrar quais são as vantagens e desvantagens de investir em um novo imóvel. Confira!

Investimento ou conforto?

Toda compra que necessita de uma quantidade considerável de dinheiro é uma compra importante e que não deve ser feita de maneira improvisada. Especialmente quando se trata de uma compra no Brasil.

Por isso, antes de tudo, planeje quais são seus objetivos, o que você pretende com a compra do imóvel e se a mesma será rentável e gerará valor e qualidade de vida.

Se sua intenção é comprar um imóvel para moradia, por exemplo, a compra de um imóvel não é um investimento, como no caso de empresas e pessoas que realizam a compra justamente para a venda.

Já se você possui uma empresa de reciclagem de eletrônicos, ou que fabrica sistema de combate a incêndio, por exemplo, o investimento em um imóvel deve requerer análises mais profundas, como as vantagens da localização, público-alvo, produtos oferecidos, entre outros.

Por essa razão, coloque no papel todas as suas necessidades e objetivos antes de procurar um novo imóvel!

Vantagens de investir em imóvel

Existem diversas vantagens quando se trata de investir em um imóvel. Confira três delas abaixo:

Segurança

A primeira vantagem começa com a segurança em diversos sentidos. Após finalizado a compra do imóvel, a posse somente será entregue aos proprietários, garantindo a privacidade e a segurança total do novo patrimônio.

Além disso, se a compra for relacionada a aquisição de um apartamento, existem diversos benefícios que estão inclusos, como em alguns casos, o sistema de combate a incêndio já instalado, condomínio, seguranças presentes no local, entre outros.

Qualidade de vida

A qualidade de vida é um fator individual para cada pessoa. No entanto, na maioria das vezes, o maior benefício para a aquisição de um novo imóvel é justamente esse fator.

Milhares de famílias brasileiras procuram melhorar sua qualidade de vida, e uma nova casa ou apartamento cumpre essa necessidade da melhor forma possível.

Valorização constante

Outra grande vantagem é que um imóvel, na maioria das vezes, está em constante valorização.

Isso significa que, fatores externos como a valorização do local, reformas nas ruas e avenidas e até reformas no próprio imóvel podem promover a valorização na residência.

Desvantagens em investir em imóvel

Agora que já falamos das vantagens, também é necessário esclarecer alguns pontos negativos. Veja quais são as três dessas desvantagens abaixo:

Investimento inicial

A primeira desvantagem é o alto custo de investimento, que às vezes nem terá retorno financeiro para o próprio comprador. Por isso, é importante verificar seu objetivo antes de investir na compra do patrimônio.

Custo com reparos e reformas

Além do custo inicial, que já demanda muito esforço e dedicação, um novo imóvel sempre terá gastos adicionais com novos reparos e reformas necessárias. Se a mudança também for estética, isso gerará ainda mais custos.

Custo para venda

Se você já realizou a compra do imóvel, mas se arrependeu pela escolha e quer vendê-la, há muitos fatores que dificultam o processo, como a dificuldade em achar novos compradores, ou o preço ser normalmente menor do que o preço da primeira compra.

Vale a pena investir em imóvel?

Ao longo do post, vimos que um investimento deve ser sempre acompanhado de planejamento e cuidado. Afinal, é um processo normalmente que fazemos poucas vezes ao longo da vida.

Se seu intuito for de investir em um imóvel para a venda ou para a construção de uma nova empresa, veja os fatores internos e externos e realize um plano de ação.

Já se você quer ter mais comodidade e praticidade no dia a dia, um novo imóvel em uma região bem localizada do trabalho ou dos estudos é uma ótima opção.

Além disso, existem as vantagens e desvantagens que devem ser analisadas antes de qualquer investimento!

E aí, gostou dessas dicas?

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

Retirado do blog da Precon Engenharia 

Plano Diretor de BH entra em vigor com meta de garantir sustentabilidade

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Coeficiente de construção passa a ser maior em áreas próximas a corredores de trânsito, como a Avenida Cristiano Machado, que receberão investimentos em infraestrutura para melhorar a qualidade de vida dos moradores (foto: Túlio Santos/EM/D.A Press)

Depois de cerca de cinco anos de intenso debate, entra em vigor o novo Plano Diretor de Belo Horizonte, com a promessa de adequar a capital aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Plano cria conexões verdes, cerca de 950 quilômetros de arborização, aumenta a taxa de permeabilidade do solo, cria as conexões de vales, com a arborização das áreas de córregos ainda não canalizados, e põe fim à política de canalização dos leitos de mananciais ainda naturais. Além disso, estabelece a adoção das chamadas outorgas onerosas, valores que construtores terão que pagar para implantar projetos com área superior à prevista para determinada região. Os recursos serão destinados a dois fundos, o de Centralidades e o da Habitação, destinados a investimentos em infraestrutura e a construção de moradias, respectivamente. Somente neste ano, a projeção é de aporte de R$ 60 milhões no primeiro.

Ontem, foram publicados no Diário Oficial do Município (DOM) os decretos 17.272, 17.273, 17.274 e 17.275, que regulamentam o Plano Diretor. Outros serão publicados nos próximos dias. “O Plano foi um ganho, que refletiu o que a cidade decidiu em conferência de nove meses. Depois de tanta pressão, tanta briga, foi o que a Câmara Municipal entendeu como melhor para a cidade. Não tenho dúvida que é um ganho e que demorou mais do que devia”, afirma a secretária de Política Urbana da capital mineira, Maria Caldas. Ela faz referência às conferências municipais de políticas urbanas realizadas em 2014.

No primeiro ano de vigência do Plano, a prefeitura espera arrecadar R$ 60 milhões com as outorgas onerosas destinadas ao Fundo de Centralidades, projeta Maria Caldas. Os valores serão cobrados de construtores que desejem aumentar a área construída nos terrenos a partir do coeficiente de aproveitamento definido no Plano. “Esse valor vai variar com a economia. Se o mercado imobiliário aquecer, esse valor aumento. Se a economia estagnar, ele vai em ritmo mais lento”, diz.

No Plano Diretor antigo, o coeficiente básico, que determina o quanto pode ser construído, é de 2,7, ou seja, para determinar a área construída, multiplicava-se o tamanho do terreno por esse índice. Se o terreno era de 1 mil metros quadrados, a área construída poderia chegar a 2,7 mil m². Com o novo Plano Diretor, o coeficiente poderá variar de 1 a 5. O índice máximo é direcionado ao Centro da cidade e às novas centralidades, que são áreas próximas a corredores de trânsito em que pode ocorrer maior adensamento populacional. A mudança no coeficiente, porém, ocorrerá num período de três anos. No próximo triênio, esse coeficiente varia de 2,7 a 5. A partir de 2023, entram em vigor os coeficientes de 1 a 5, ou seja, haverá redução na área construída permitida para algumas regiões.

O Fundo de Centralidades recebe aporte das outorgas onerosas das novas centralidades, como a Avenida Antônio Carlos e Avenida Cristiano Machado. Os valores só podem ser investidos em obras de infraestrutura dessas regiões. As outorgas de construções em outras áreas da cidade vão compor o Fundo da Habitação. Nesse caso, os recursos podem ser usados, por exemplo, em programas de construção de moradias.

O professor de economia regional e urbana no Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Faculdade de Ciências Econômicas (Face) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), João Tonucci, lembra que o debate que dominou a tramitação do Plano Diretor no Legislativo foi a instituição da outorga onerosa. “A outorga onerosa é instrumento previsto no Estatuto da Cidade desde 2001. Outras cidades brasileiras já haviam adotado esse instrumento, mas em Belo Horizonte foi protelado”, destaca. O professor lembra que o instrumento tem como objetivo a justiça tributária, de forma que permite um retorno à sociedade.

Nas áreas de maior adensamento populacional e de maior verticalização, o professor lembra que é importante que o setor construtivo possa restituir o investimento público que aquele terreno recebeu. “O Plano reflete a mudança de consciência do poder público e da opinião pública. Apresenta nova agenda urbana, acordada pela ONU, calcada em preocupação com a questão ambiental e social”, diz João Tonucci. Ele destaca como extremamente positivo o fato de grande parte das mudanças ter vindo das Conferências de Políticas Urbanas, realizadas em 2014.

O Plano Diretor entra em vigor em meio à maior chuva da capital nos últimos 110 anos, que resultou em enxurradas, enchentes e inundações e destruição em várias regiões da cidade. No entanto, a secretária lembra que não é possível discutir urbanização tendo como parâmetros os temporais de janeiro deste ano. “Má-fé utilizar dessa chuva para parametrizar ação de governo. Isso foi uma calamidade. Temos que avaliar se essa chuva vai virar padrão. Estamos em período de mudança climática”, diz.

Diretrizes especiais

O Plano estabelece áreas de adensamento (ADE) Vale do Arrudas e do Isidoro. “Algumas áreas da cidade são tratadas como diretrizes especiais, áreas que têm fragilidade ambiental”, afirma. A secretária lembra que o problema da vazão tem que ser controlada com obras que devem ser realizadas em Contagem. “Contribuição dos córregos que chegam ao Arrudas e que estão gerando esse impacto. Por isso, é necessário fazer o saneamento desses córregos, o tratamento a montante. Esse é um problema do tipo de drenagem estabelecido ali”, diz.

Com a instituição das ADEs, o propósito é discutir maneiras de mitigar os problemas ambientais que já estão instalados. Não são soluções definitivas, conforme destaca, mas vão mitigar o problema.“Trabalhamos com a lógica de soluções baseadas na natureza, na engenharia verde. Que possamos trabalhar com outros elementos de drenagem, como pisos, aumento da taxa de permeabilidade nas áreas de lote, na implantação de jardins de chuvas nas áreas públicas e ao longo das bacias para diminuir a velocidade com que a água chega no fundo de vale”, informa a secretária.

Três perguntas para Maria Caldas, secretária de Políticas Urbanas de Belo Horizonte

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(foto: Gladyston Rodrigues/EM/DA Press)
O que o Plano Diretor traz para minimizar futuros problemas ambientais de BH? 
O debate sobre o Plano Diretor foi um processo longo, em que perdemos muito tempo ao focar apenas na discussão da outorga onerosa. Realmente, a outorga é uma estratégia muito importante, mas nem de longe é a única do Plano. Uma das estratégias mais importantes do Plano é a ambiental. Tem um capítulo inteiro que trata dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), acordo entre países do mundo inteiro e de que o Brasil é signatário. Introduzimos no Plano capítulo que mostra como Belo Horizonte vai atender cada uma das 17 metas para se tornar cidade sustentável, inclusiva e resiliente. Ali já tem um conjunto de estratégias. O Plano dá concretude à intenção de redução dos gases de efeito estufa, a principal estratégia de sustentabilidade não só de uma cidade como do planeta.
Quais são essas medidas?
A primeira medida de grande impacto é o aumento das áreas de preservação ambiental na cidade. Eleva em 40 quilômetros quadrados a quantidade de áreas verdes, um aumento de 12% no total. São áreas que poderiam ser edificadas e agora não podem mais, terão que receber tratamento de preservação ambiental. A segunda estratégia é o aumento na taxa de permeabilidade na cidade inteira, que foi revista. Dentro dos lotes, existem percentuais de terreno que você precisa deixar drenar a água de chuva. Na lei anterior, as taxas eram padrão. Você poderia construir, para cumprir a taxa, sobre uma garagem: ter a garagem no subsolo e ter a grama em cima. Agora não. Tem que ser em terreno natural. Precisa colocar uma caixa de captação da água de chuva, além da taxa de permeabilidade, que vai acumular toda a água de infiltração do terreno. Além disso, as edificações recebem estímulos para que essa taxa de permeabilidade seja cumprida no afastamento frontal, para que possa facilitar a fiscalização. Edificações que conseguirem o selo de sustentabilidade têm estímulo nessa nova legislação. Para obter o selo, temos medidas como reúso de água, energia alternativa, elevador inteligente.
E na estrutura geral da cidade, o que muda?
A implantação de 930 quilômetros de vias arborizadas, as conexões verdes, e as conexões de fundo de vale, áreas onde existem córregos, que serão deixados em leito natural. Também está proibida a canalização. O córrego tem que ficar em leito natural e as margens precisam ser urbanizadas como parques, áreas de preservação ambiental e com tratamento dos resíduos e saneamento básico. É o modelo Drenurbs, programa da prefeitura que implantou bacias de contenção no Primeiro de Maio e no Bairro Bonsucesso, por exemplo. A ideia é que a política pública para tratamento de córregos é preservar o leito natural, preservar as margens e recuperar as nascentes. São cerca de 700 córregos e rios e temos 200 canalizados. A maioria não está canalizada.

 

Construção civil registra resultados positivos no balanço de 2019

construcao

Melhora do ambiente macroeconômico e da confiança dos empresários contribuiu para o fortalecimento do setor. Para este ano, previsão é de crescimento

A construção civil registrou resultados positivos, dentro do contexto atual, no fechamento de 2019. A consolidação do mercado imobiliário já é possível de ser visualizada por empresários, construtoras e incorporadoras. A redução da taxa básica de juros, novos postos no mercado de trabalho, a inflação sob controle, a elevação do crédito e a aprovação de reformas estruturais, como a da Previdência, são alguns fatores que ajudaram a melhorar o ambiente.

De acordo com informações do balanço anual do setor, divulgadas pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), os números evidenciam que a construção é um dos segmentos que estão fortalecendo a recuperação nacional. De 2014 a 2018, a queda do PIB do setor foi de 30%, enquanto a economia nacional registrou retração de 3,8%. No terceiro trimestre de 2019, na comparação com igual período do ano anterior, a alta registrada foi de 4,4%, a maior entre todos os setores de atividade. Deve-se lembrar de que a última vez em que o setor cresceu foi em 2013 e, por isso, esse resultado é importante, apesar de a base de comparação ser deprimida.

Nos primeiros nove meses de 2019, em relação a igual período do ano anterior, o setor registrou alta de 1,7% no PIB. Para o presidente do Sinduscon-MG, Geraldo Jardim Linhares Júnior, 2019 foi, “sem dúvidas”, superior a 2018, mas longe de ser um ano ideal. “Podemos citar quatro segmentos da construção civil que se destacaram no ano. Os empreendimentos de médio e alto padrão, as obras industriais e corporativas, os loteamentos e as obras de baixa renda.”

Os números positivos apontam um alinhamento de um novo ciclo de confiança e expansão. “Se não tiver confiança, nem dos investidores e compradores, o setor fica muito debilitado. Em pesquisa do índice de confiança dos empresários, a faixa do otimismo estava beirando os 60 pontos comparados aos 40 do ano passado. Um avanço dado pelos fatores macroeconômicos”, avalia.

Lucas Couto, diretor comercial e de marketing do Grupo Patrimar, ressalta que o fim de 2018 e início de 2019 foram meses de expectativas e de definição. “No final de 2018, quando tivemos a eleição de um novo governo, as expectativas e a confiança na economia eram muito altas, havia um pacote de várias intervenções a serem feitas e o mercado, que já estava numa ascendência, acreditou que em 2019 isso continuaria, porém com uma recuperação mais rápida”, comenta.

Segundo o diretor comercial, o mercado da construção apresenta uma curva ascendente, com um segundo semestre de maior estabilidade. Consequentemente, o senso de confiança dos empresários em investir mais. “Algumas intervenções que o próprio governo fez, como iniciar a reforma da Previdência, mostraram para as pessoas que aquilo deixava de ser uma previsão para ser realidade, o que tem sido positivo”, pontua.

Um balanço positivo, de acordo com Lucas Couto, para o mercado imobiliário, que vive quase que exclusivamente de financiamento, cerca de 80%. “Há dois ou três anos, tínhamos uma taxa de juros de dois dígitos, cerca de 14%, 15%. Hoje, estamos com taxas de 6,5%, 5,5%, com especulação que chegue a 4,5%, 4% para o início deste ano”, explica. Diante desses resultados, o executivo acredita que ‘uma coisa puxa a outra’ rumo ao desenvolvimento em um cenário de estabilidade para os próximos cinco anos. “A confiança aumenta, a reforma da Previdência fica cada vez mais clara. A reforma tributária passa a ser o próximo assunto a ser discutido, a taxa de juros tornando o financiamento mais acessível. O resultado é uma melhora significativa no mercado, que poderá crescer de forma ordenada”, explica.

Apesar da retomada, de acordo com o balanço anual, o setor está 30% abaixo do pico de suas atividades, que foi registrado no fim de 2013.

FUTURO

Gilmar Dias, presidente da EPO, avalia o crescimento da empresa de 10% em relação a 2018. Ele destaca os pré-lançamentos e obras de três empreendimentos. “O Contemporâneo, localizado em Contagem, com mais de 40% de reservas já feitas antes do lançamento. O Armazém 356, localizado às margens da BR-356, em que se tem em torno de 80 mil carros/dia passando na porta. Acredito que esse empreendimento será um marco na cidade, com uma arquitetura moderna e diferenciada”, conta. E o Prisma Serena, empreendimento com aproximadamente 19 mil metros de área construída, distribuídos em 12 pavimentos que reúnem espaços multifuncionais, entre salas e lojas. As obras já foram iniciadas e a entrega do empreendimento está prevista para 2021. “A previsão é crescer 10% este ano em relação a 2019”, frisa.

Para a Patrimar é esperado crescimento de cerca de 20% este ano, com lançamentos e vendas. “Estamos com um land bank para até 2023, ou seja, nesses últimos três anos compramos muitos terrenos acreditando na retomada do mercado, o que está se concretizando. Isso para nós é muito positivo, pois saímos na frente com esse estoque de terrenos”, explica Lucas Couto.

DADOS GERAIS DA CONSTRUÇÃO

» Número de trabalhadores na construção civil cresceu no Brasil, em Minas Gerais, na RMBH e em BH

» Minas Gerais é o estado que mais gerou vagas no setor nos primeiros 10 meses de 2019

» Belo Horizonte é a capital do país que mais gerou emprego com carteira assinada na construção em 2019 (janeiro a outubro)

» Vendas de apartamentos superam os lançamentos imobiliários e reduzem a oferta de novas unidades disponíveis para comercialização

» Preço de apartamentos em Belo Horizonte e Nova Lima sobe mais que a inflação

» Redução de lançamentos de padrão econômico (até R$ 215 mil)

» O Valor Global de Vendas de apartamentos nos três primeiros trimestres de 2019 alcançou R$ 1,575 bilhão

FONTE: JORNAL ESTADO DE MINAS 

 

 

 

 

Caixa estuda antecipar crédito imobiliário com taxa pré-fixada com presença de Bolsonaro

Anúncio de nova modalidade estava previsto apenas para março, mas deve ser antecipado para os próximos dias; o presidente do banco, Pedro Guimarães, ainda precisa do aval do ministro Paulo Guedes

 

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro deve participar do lançamento da nova linha de crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal com taxa pré-fixada. Cada vez mais próximo de Bolsonaro, o presidente do banco, Pedro Guimarães, quer antecipar o anúncio para os próximos dias, segundo apurou o Estado.

A previsão inicial era fazer o lançamento somente em março. Os detalhes da linha estão sendo fechados pela área técnica da Caixa. O anúncio deverá ser feito no Palácio do Planalto.

A nova modalidade não terá correção pela Taxa Referencial (TR) nem pela inflação (IPCA). No ano passado, em agosto, o banco estatal lançou a linha com correção pelo IPCA.

Bolsonaro tem convidado Guimarães para suas viagens e mensagens ao vivo nas redes sociais e se transformou numa espécie de “garoto propaganda” do banco estatal.

Guimarães, no entanto, ainda precisa do ok do ministro da Economia, Paulo Guedes, para o novo modelo.

Durante evento esta semana, em São Paulo, Guimarães declarou que a taxa ficará abaixo de 10% ao ano. Com a linha, a Caixa quer financiar imóveis com prazos entre 20 ou 25 anos.

Dados divulgados na quinta-feira, 30, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que o banco público concedeu R$ 26,6 bilhões no ano passado, desbancando o concorrente Bradesco – líder em 2018, com cerca de R$ 17,9 bilhões, seguido por Itaú Unibanco, com R$ 16,7 bilhões.

O banco da habitação reconquistou a liderança após dobrar o volume de empréstimos no ano passado frente a 2018, quando havia liberado R$ 13,3 bilhões. O número de unidades financiadas também disparou. Passou de 100 mil contra pouco mais de 55 mil no ano anterior.

Por: Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo

DIFICILMENTE APRENDE, AQUELE QUE JÁ TEM CERTEZA DE TUDO

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Eu sou gestor de vendas há mais de duas décadas e uma das coisas que mais me preocupam no colaborador é a RESISTENCIA apresentada durante um Feedback.

Geralmente a gente tenta dar dicas de melhorias dos processos justamente para que o cara venda mais com menor esforço, temos a visão de fora, mas a certeza de que SABE-SE TUDO as vezes nos cega totalmente.

Segue abaixo 6 dicas de como receber um feedback que podem te ajudar no dia a dia a ser um profissional ainda melhor que você já é

1 – Não fique na defensiva

Durante um feedback negativo, é provável que você fique levemente ou extremamente defensivo.

Apesar de essa ser uma reação totalmente natural, ela também pode parecer imatura. Por isso, mantenha o controle e seja mais receptivo às críticas; ouça tudo o que a pessoa tem a dizer.

2 – Encare tudo como uma crítica construtiva

A melhor forma de como receber um feedback negativo talvez seja encará-lo como uma crítica construtiva, capaz de te fazer crescer e evoluir profissionalmente.

As pessoas que o conhecem bem – incluindo colegas e líderes – geralmente querem que você seja bem-sucedido e, mesmo que as críticas nem sempre sejam comunicadas da melhor maneira, você pode transformá-las em uma experiência positiva.

Você não pode consertar um problema que não percebe e a crítica ajuda você a se concentrar em áreas que talvez você não tenha percebido que eram um problema.

3 – Não se desculpe demais

Ok, você errou. Mas isso não significa que você precisa ficar se desculpando o tempo todo por um erro que você cometeu.

Se o feedback for baseado em um erro, engano ou comportamento específico, peça desculpas uma vez e pronto. Seu pedido de desculpas deve ser sincero, conciso e mostrar que você compreende o problema e que aquilo não vai mais se repetir.

4 – Não reaja com impulsividade

Embora seja tentador reagir imediatamente a um feedback negativo, suas emoções estão no auge do calor do momento. Portanto, é essencial que você respire fundo e se dê espaço para absorver os comentários e limpar a cabeça antes de responder.

A pessoa que lhe dá o feedback pode querer discutir isso na mesma hora, mas o melhor a fazer é agradecer pelas considerações e fazer uma pausa para absorver tudo o que foi dito e avaliar as críticas recebidas.

5 – Faça as mudanças necessárias

Depois que você refletiu sobre o feedback negativo e clareou as ideias, é hora de fazer as mudanças necessárias.

Se seu gerente ou seus colegas perceberem que você tem maturidade para receber críticas e utilizá-las para implementar as mudanças, você será respeitado não apenas por ter confiança suficiente para receber um feedback negativo, mas também por ser pró-ativo e flexível o suficiente para reagir adequadamente a ele.

 

6 – Siga em frente

Ficar se lamentando após uma crítica não vai adiantar de nada. Para saber como receber um feedback negativo, é preciso entender também a importância de erguer a cabeça e seguir em frente.

Após receber um feedback negativo, é compreensível que você se sinta mal sobre isso. No entanto, tente lembrar que você não é seu trabalho e a avaliação de seu desempenho profissional pelos colegas ou líderes não tem nada a ver com o seu valor como ser humano.

Não fique remoendo uma crítica negativa no trabalho nem deixe isso te consumir fora dele. Ouça. Absorva.

Transforme isso em algo que vai te fazer crescer.

Dê sempre o seu melhor.

Siga em frente.

Concentre-se no progresso conjunto que você e seus colegas estão fazendo para alcançar seus objetivos mútuos.

Agora que você já sabe como receber um feedback negativo no trabalho, use essas dicas para se tornar uma profissional cada vez melhor.

Receber um feedback negativo pode ser difícil.

E dar um feedback, você sabe?

 

Futuro do mercado imobiliário é online

Segundo pesquisa, até 2040 as novas gerações vão optar pela compra imóveis por meio de plataformas 100% digitais

FUTURO

Pela internet e sem corretor. Esse é o futuro apontado pelas pesquisas para o mercado imobiliário. Acompanhando a tendência de outros segmentos, o setor deve apostar em métodos digitais e com menos burocracia. De acordo com a consultoria Deloitte, que estudou a perspectiva das novas gerações, mais de 50% dos consumidores devem optar por um processo inteiramente online até 2040.

Na onda da tecnologia, o COMDONO, uma startup brasilense, vem inovando para facilitar a vida de quem quer realizar o sonho da casa própria. O site busca desburocratizar a venda e compra de imóveis, onde os interessados podem procurar um lar que cabe no bolso e ainda é possível realizar uma simulação de financiamento pela tela dos smartphones, tablets ou computadores.

Para o especialista em mercado imobiliário Flávio Freitas, que também é sócio do COMDONO, o método online é tão eficaz quanto o presencial. “Já é possível comprar qualquer coisa pela internet. Com o mercado imobiliário não seria diferente. O comprador não quer mais o trabalho de ter que ir em uma imobiliária, marcar com um corretor e seguir uma lista enorme de exigências e burocracias. A expectativa é que tudo fique mais simples e mais rápido”, avaliou.

Calculadora de financiamento

Além da busca sem corretor, a startup lançou uma calculadora de financiamento imobiliário que é capaz de avaliar as melhores taxas entre os bancos. Ao entrar no sistema, os interessados podem colocar o bairro desejado, valor disponível para entrada do financiamento, orçamento máximo da prestação e se gostaria de um imóvel pronto ou na planta. Depois de calcular a proposta, o comprador é direcionado às opções dos bancos. Entre eles, Bradesco, Santander, Caixa, Banco do Brasil, BRB e Itaú.

COMDONO

O COMDONO visa as duas altas tendências: imobiliária e tecnológica. O site busca desburocratizar a venda e compra de imóveis. Os interessados podem  procurar um lar do jeito que desejam, que cabe em seu bolso, e ainda realizar uma simulação de financiamento pela tela dos smartphones, tablets ou computadores.

A Cyrela “quebra” seus alicerces para construir um ecossistema digital

Construir, vender e entregar apartamentos não é mais suficiente para a Cyrela. Em sua reconstrução, a incorporadora se aproxima de startups e cria novas empresas que chegam a fazer negócios até com os concorrentes.

Elie Horn, fundador da Cyrela, que agora comanda o conselho de administração

Em meados de 2014, os empresários Efraim e Raphael Horn, filhos de Elie Horn, o fundador da Cyrela, substituíram o pai no comando da incorporadora, que foi para o conselho de administração. A companhia sofria na época, como todo o setor, os efeitos de uma de suas piores crises.

Dos 74 lançamentos e de um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 6,64 bilhões, em 2013, a Cyrela recuou para 37 empreendimentos lançados e um VGV de R$ 2,89 bilhões, em 2015.

Mas foi justamente nessa época que a Cyrela começou um projeto cuja base era “destruir” os seus alicerces para se aproximar de startups e dar início à construção de um ecossistema digital. E, agora, com o mercado imobiliário vivendo, enfim, uma retomada, a incorporadora começa a colher os frutos daquela reconstrução.

“A inovação é um caminho bem definido que a companhia quer explorar em todas as suas vertentes”, afirmou Efraim Horn, copresidente da Cyrela, ao NeoFeed. “Pouco a pouco, estamos desenvolvendo uma plataforma plural e multifacetada, que contribuirá para a perenidade do nosso negócio no longo prazo.”

A Cyrela entendeu que o modelo de negócios que foi a base de seu crescimento, antes restrito a construir, vender e entregar apartamentos, não seria mais suficiente para levá-la para o próximo estágio de expansão.

“Estamos com um apetite muito grande pelo novo e para ocupar mais espaços dentro da nossa cadeia”, diz Guilherme Sawaya, diretor de transformação digital da Cyrela, área criada em novembro do ano passado. “Podemos ter um portfólio mais abrangente para acompanhar as transformações do mercado. E, ao mesmo tempo, blindar a Cyrela contra as oscilações da economia.”

A nova diretoria reúne diversos projetos que foram desenvolvidos desde 2016. A estratégia teve início com a substituição de fornecedores tradicionais pelos novos modelos propostos pelas startups. De lá para cá, foram mais de 70 contratos assinados com empresas como QuintoAndar, Nuveo e Homelend.

Com o passar do tempo, esses contatos com o ecossistema de startups estimularam a estruturação de outras frentes, como o incentivo à adoção de uma cultura de inovação na companhia e a criação de novos negócios.

Dentro de casa

Com novos projetos no forno, a Cyrela já contabiliza alguns casos de negócios e iniciativas criadas internamente. E que começam a ganhar corpo. Esse é o caso do MIT Hub, coworking estruturado em meados de 2017, com o objetivo de impulsionar o ecossistema de startups ligadas ao setor imobiliário.

Guilherme Sawaya, diretor de transformação digital da Cyrela

Fruto de uma parceria com empresas como Brasil Brokers, ZAP, Tigre e Duratex, o MIT Hub reúne atualmente 19 startups. Essas companhias recebem mentorias e têm acesso a conexões com representantes do segmento. Com o crescimento do projeto, a Cyrela e seus sócios na empreitada planejam ampliar o espaço, que hoje funciona em uma estrutura da incorporadora, em São Paulo.

Instalada até pouco tempo no hub, quem está de mudança é a CashMe, que oferece crédito com garantia imobiliária. Criada internamente na Cyrela, a fintech caminha para ser o primeiro spin-off da área de inovação da incorporadora.

Lançada em abril de 2018, a startup tem 70 funcionários. E está se transferindo para um escritório próprio, em São Paulo. “A CashMe é um exemplo de oportunidade que girava em torno do nosso negócio principal”, diz Sawaya. “Nós aproveitamos nosso conhecimento em avaliação de ativos para escalar a operação.”

Projeto desenvolvido por Sawaya, outra startup interna é a Mude.me. No ar desde agosto, o site é uma plataforma que ajuda a organizar festas de casamento. E traz como principal gancho a possibilidade de o casal trocar as famosas listas de presentes pela arrecadação de recursos para dar entrada em um imóvel próprio.

Além da Cyrella, o inventário disponível inclui empreendimentos de outras 17 empresas, entre elas, Setin, TrisulVitacon e You.Inc. Em cinco meses, o Mude.me tem mais de mil casais cadastrados e 347 apartamentos já escolhidos.

Possibilidades

Os caminhos da inovação na Cyrela combinam o mapeamento de iniciativas internas e oportunidades de mercado. Por meio de comitês, a empresa avalia se determinada frente é, de fato, uma oportunidade de negócio. E se é mais viável desenvolvê-la dentro de casa ou via parcerias, em diferentes formatos.

“Nós mapeamos entre 200 e 300 startups por ano e selecionamos as que mais nos interessam”, diz Sawaya. “A partir daí, podemos investir, incubar no MIT Hub, assumir o controle ou mesmo plugar no nosso ecossistema.”

Ainda em fase de formatação, a vertente de aquisições de participação em startups já conta com algumas iniciativas. Em novembro, por exemplo, a Cyrela investiu uma quantia não revelada na Fix, um marketplace que reúne 3 mil prestadores de serviços de reparos domésticos. Presente em São Paulo e em Porto Alegre, a plataforma tem mais de 20 mil usuários ativos.

As parcerias não estão restritas às startups. Também em novembro, o grupo anunciou uma joint venture com a Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) para explorar o segmento de locação residencial, com foco em imóveis de média e alta renda, em São Paulo. Na operação, a empresa detém uma fatia de 20%.

“As pessoas vão seguir morando, vamos precisar continuar a comprar bons terrenos e desenhar bons prédios”, afirma Sawaya. Ele ressalta que o que vai mudar é a relação que os clientes terão com os imóveis. Essa tendência é expressa, por exemplo, em novas propostas de mercado, como a Housi, plataforma de moradia sob demanda da Vitacon.

One Sixty, empreendimento da Cyrela na região da Faria Lima, em São Paulo, entregue em 2019

“Nós, obviamente, olhamos para esses movimentos, mas não acreditamos em extremismos”, diz Sawaya. “Estamos avaliando como atender os diferentes perfis e necessidades. Mas só vamos tirar do papel aquilo que, de fato, faça sentido.”

Entre as atividades da área de inovação, um das tarefas é a realização de provas de conceito. A ideia é, gradativamente, aprimorar processos e incorporar tecnologias e recursos digitais em cada departamento. Para esse ano, a meta é consolidar sete iniciativas desse porte.

Os temas e áreas ainda estão em definição. Além de inteligência artificial, o radar inclui, por exemplo, a possibilidade do uso de recursos de big data na busca por novos terrenos. “Daqui a dez anos, muito do que fazemos hoje, dos terrenos e projetos à construção, da venda à cobrança, será diferente.”

Ao mesmo tempo que se abre para ideias de fora, a Cyrela não deixou de lado a adoção de uma cultura de inovação interna. E, para isso, uma das formas encontradas é o Concurso de Ideias, que começou a ser implantado no ano passado. A cada três meses, a diretoria propõe quatro desafios diferentes, a partir das “dores” identificadas em determinados departamentos.

O concurso é aberto a propostas de qualquer funcionário da Cyrela. E envolve desde questões incrementais até demandas que exigem um componente mais inovador. As ideias passam por um primeiro filtro e são encaminhadas para a avaliação de um comitê, com a participação de Efraim.

Caso sejam aprovados, os projetos entram em fase de prototipação e validação. Em 2019, 48 ideias passaram pelo crivo inicial. Dessas, vinte foram ao comitê, das quais, nove foram aprovadas. No momento, quatro delas estão em desenvolvimento.

Retomada

Enquanto traça novos modelos para o futuro, a Cyrela vive um momento muito mais favorável quando comparado à época em que passou a reforçar seus investimentos em inovação. Na segunda-feira 20, a empresa divulgou a prévia operacional de seus resultados em 2019.

No período, a incorporadora alcançou um VGV de R$ 6,7 bilhões, o que representou um crescimento de 34,9% sobre 2018. No ano, as vendas totalizaram R$ 6,5 bilhões, alta de 30,1% na mesma base de comparação.

O desempenho foi destacado em relatório do BTG Pactual, que ressaltou os indicadores “robustos” e a visão positiva sobre a empresa. “Nós acreditamos que a Cyrela siga ganhando força”, escreveram os analistas Gustavo Cambauva e Elvis Credendio, que mantiveram a recomendação de compra das ações da companhia, mesmo sob o forte desempenho recente dos papéis.

Nos últimos 12 meses, as ações da Cyrela quase dobraram de valor e avançaram 96%. Cotadas a R$ 34,03, elas estão em patamar recorde. O valor de mercado chegou a R$ 13 bilhões.

Fonte: NEOFEED.COM.BR

 

Crowdfunding imobiliário busca, em pequenos investidores, uma maneira de impulsionar o setor

BH
A construção civil busca alternativas, como cotizar projetos, para voltar a crescer

Crowdfunding imobiliário busca, em pequenos investidores, uma maneira de impulsionar o setor

Interessados podem adquirir cotas de projetos imobiliários a partir de R$ 1 mil, via transferência bancária, que serão remuneradas com base no VGV no fim das obras

Modalidade que estreou no Brasil em 2015, a plataforma crowdfunding imobiliário vem buscando, nos pequenos investidores, uma forma de impulsionar o setor por meio de investimentos diretos a construtoras e incorporadoras.

As plataformas eletrônicas das empresas do segmento disponibilizam projetos imobiliários que buscam financiamento. Com base na descrição dos empreendimentos e projeções de retorno, pequenos investidores podem adquirir, a partir de R$ 1 mil, via transferência bancária, cotas que serão remuneradas com base no Valor Geral de Vendas (VGV) no final das obras – os ciclos das obras geralmente são de 24 a 36 meses.

Mais do que outros setores, a construção civil tem aproveitado a menor taxa de juros da história para voltar a crescer. Conforme dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), os lançamentos de imóveis registraram alta de 15,4% no primeiro semestre, ante igual período de 2018, enquanto que as vendas aumentaram 12,1%. Já em Minas, a retomada das vendas ocorre num momento em que há pouca oferta de novas unidades, o que acaba por pressionar os preços dos imóveis.

Conforme o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinducon-MG), em agosto, em Belo Horizonte e Nova Lima, havia apenas 3.310 apartamentos disponíveis para a venda, o menor número desde 2016. Em 12 meses, o preço do metro quadrado nas cidades passou de R$ 7.907 para R$ 8.469, conforme estudo realizado pela Brain Consultoria para o Sinduscon-MG.

Surgido nos Estados Unidos como nova fonte de recursos para recuperar os níveis da construção civil, após a crise do Sub Prime, o crowdfunding imobiliário tem servido, no Brasil, para cobrir custos de empreendimentos imobiliários que não são contemplados pelos financiamentos ao setor. Ao menos uma construtora mineira tem utilizado essa fonte. A HPR já captou mais de R$ 5 milhões para quatro empreendimentos em Uberlândia.

Maior empresa do setor, a Urbe.me encerrou 2018 com um total de R$ 28,743 milhões captados, o que representava metade de todo o crowdfunding brasileiro (além do imobiliário, há outras modalidades, como o equity crowdfunding, que consiste na compra de participações no capital de startups). Hoje, a cifra supera os R$ 50 milhões, que foram destinados a 30 empreendimentos imobiliários. Desde o início de suas operações, em 2015, a empresa já foi procurada por mais de 500 incorporadoras e escolhe os parceiros com quem trabalha. Cerca de 10 empresas recorrem continuamente à plataforma, que deve encerrar o ano com mais de R$ 60 milhões captados. O que mais tem crescido, porém, é o número de investidores ativos. No fim de 2018, a Urbe.me contava com 3 mil. Hoje, são 4.993.

Com esse salto, os projetos, que inicialmente permaneciam cerca de três meses na plataforma para atingir suas metas de captação hoje ficam disponíveis por apenas uma semana. “Há muitos projetos imobiliários e uma base de investidores que, embora crescente, ainda é pequena. Mesmo assim, este ritmo possibilita que nos tornemos um market place, com vários projetos disponibilizados simultaneamente na plataforma a partir de novembro deste ano”, diz Eduarda Fabris, diretora-executiva da Urbe.me.

O aumento dos investidores no crowdfunding imobiliário resulta tanto do maior conhecimento sobre a modalidade quanto do desempenho das operações concluídas. As primeiras rodadas de remuneração aos cotistas, todas ocorridas neste segundo semestre, ficaram dentro das projeções de rendimento traçadas no início das captações, com remuneração de mais de 1% líquido ao mês. Uma delas proporcionou retorno de 18,7% ao ano.

CRITÉRIOS

Para o cotista, os principais riscos são os de mercado – má performance das vendas – e inadimplência das incorporadoras. A fim de mitigá-los, a Urbe.me adota critérios rigorosos, segundo a executiva, antes de disponibilizar empreendimentos para captação em sua plataforma. Com base na avaliação do projeto arquitetônico, impacto urbanístico e viabilidade econômica, menos de 4% dos projetos apresentados ingressam na plataforma.

Quanto às empresas, só são aceitas as que já concluíram pelo menos três empreendimentos do mesmo porte do que busca captação. Também são avaliadas quanto à reputação de mercado e saúde financeira. Até hoje, apenas 19 ingressaram na plataforma. “Nosso principal foco é garantir a segurança do cotista. É dessa forma que poderemos consolidar o crowdfunding imobiliário como fonte de recursos significativos dentro do contexto da construção civil no país, assim como já ocorreu em economias como Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo”, afirma.

O empresário Fábio Vianna Coelho, de 35 anos, resolveu investir na modalidade há dois anos. “Achei uma forma inteligente no setor imobiliário”, disse. Ele entrou com valores que variam de R$ 5 mil a R$ 20 mil, em 11 empreendimentos. “São valores pequenos, com uma rentabilidade interessante, e achei a empresa ideal, uma vez que resguardam bem quem decide investir e na escolha dos empreendimentos oferecidos. É uma forma de ter pessoas que analisam negócios para mim, transformando os investimentos em algo rentável”, conclui.

Para as empresas, esses recursos são caros, com juros ao redor de 20% ao ano, enquanto que, junto aos bancos, podem obter taxas a partir de 6%. Porém, as fontes tradicionais de financiamento não cobrem custos como compra de terreno, projetos, lançamento, marketing, registro e outros que representam em torno de 5% do VGV dos projetos. Para tanto, recorrem ou ao próprio caixa ou a um investidor institucional, que não são acessíveis a boa parte dos players do setor. É aí que entra o crowdfunding imobiliário.

“Boa parte das incorporadoras não tem acesso a essas fontes, o que pode comprometer o empreendimento. Financiamentos à construção civil contemplam apenas as obras, ou seja, tijolo sobre tijolo. Além disso, os recursos são liberados pelos bancos à medida que as etapas do projeto são concluídas”, explica a diretora-executiva da Urbe.me, primeira plataforma de crowdfunding imobiliário do país. “Além de cobrir essas sobras de caixa, o financiamento coletivo possibilita às empresas acelerar o ritmo das obras, particularmente no período inicial da construção”, conclui Eduarda Fabris.

Fonte: Jornal Estado de Minas 

Cinco construtoras devem entrar na Bolsa e movimentar R$ 5 bilhões

bolsa

Ao menos cinco construtoras residenciais estão com ofertas iniciais de ações engatilhadas para este ano, que devem somar cerca de R$ 5 bilhões. As ofertas subsequentes do setor (quando uma empresa que já tem capital aberto faz novas emissões) também fizeram fila no ano passado e devem seguir aquecidas em 2020. As companhias buscam musculatura para prepararem seus lançamentos.

De acordo com um levantamento feito pela Economática a pedido do jornal O Estado de S. Paulo, o setor de construção foi o que teve maior retorno (105,8%) em 2019 na Bolsa. Os papéis superaram em rendimentos os subsetores definidos pela Anbima como petróleo e gás (66%), energia elétrica (51%), comércio (40,5%) e intermediários financeiros (20%). Os especialistas alertam, porém, que muitas das ações de construção podem já ter atingido seu preço de equilíbrio.

Em 2019, os números do setor foram notáveis. Com 81.218 unidades lançadas até outubro, o volume de novos imóveis foi 6,8% superior ao registrado no mesmo período de 2018. Além disso, as vendas de novas unidades cresceram 9,8% em comparação com o ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). De acordo com o Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, só em outubro foi registrada a venda de 3.467 unidades residenciais novas, resultado 23,2% maior que as vendas de outubro de 2018 no Estado de São Paulo.

Em ano de retomada, as empresas de construção já listadas na Bolsa captaram um total de R$ 5,5 bilhões por meio de oferta subsequente de ações. Foram os casos de Tecnisa, Trisul, Eztec, Helbor e Gafisa, entre outras, que usaram esse dinheiro para pagar dívidas e aplicar em novos empreendimentos. Em 2018, o retorno das ações de construção foi de apenas 4,53%. E, em anos anteriores, como 2014 e 2015, os papéis chegaram a se desvalorizar 34%.

Isso indica que a alta de mais de 105% de 2019 também pode ser explicada pelo patamar de preço relativamente baixo em que o setor se encontrava. O levantamento da Economática, que comparou a valorização dos setores da Bolsa, considerou papéis com volume médio diário superior a R$ 1 milhão por dia em 2019 e presença nos pregões acima de 90% com quatro ou mais representantes.

Na onda positiva para o mercado imobiliário – puxada principalmente pelos juros mais baixos que facilitam financiamentos -, as construtoras Moura Dubeux e Mitre já pediram registro para realizarem oferta de ações na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Outras três – Kallas, Cury e You,Inc – estão com sindicatos de bancos contratados para coordenar os processos esperados para o segundo semestre. A última vez que uma construtora estreou na Bolsa foi em 2009, quando a Direcional abriu capital.

Perspectiva

O coordenador do laboratório de finanças do Insper, Michel Viriato, diz que, apesar do cenário otimista, não se deve esperar uma valorização histórica dos ativos em 2020. “Não vamos ver, provavelmente, uma explosão como houve em 2013. Estamos em outro momento de crescimento econômico.” Ele comenta ainda que, com os retornos observados no último ano, há empresas que já atingiram seu potencial. “Não estou dizendo que já passou a hora de investir nesse setor, mas muita coisa já atingiu seu preço. É preciso tomar muito cuidado com setores badalados, porque eles podem já estar refletindo as expectativas”, diz.

“Os novos IPOs acontecem agora porque antes disso ninguém estava interessado em comprar papéis de construção. O mercado estava muito ruim”, explica o professor de finanças da FEA-USP Keyler Rocha. Em sua visão, em tempos de juros baixos há espaço para a continuidade do crescimento do setor, já que ele é dependente de financiamentos. Ele pondera, porém, que ganhos passados não garantem lucros futuros.

O número de estreantes na Bolsa pode ainda engrossar. Outras construtoras, além das citadas, cogitam tomar o mesmo caminho. Companhias de outras regiões, para além do Sul e Sudeste, também estudam se capitalizar via oferta de ações, tal como a pernambucana Moura Dubeux. “Temos a possibilidade neste ano de mais follow on e algumas ofertas iniciais”, diz o sócio da área de mercado de capitais do escritório Mattos Filho, Jean Marcel Arakawa. Segundo ele, empresas do setor sinalizaram intenção de ir a mercado.

Nessas estreias, o investidor pode se perder. Viriato, do Insper, afirma que escolher entre os IPOs e as empresas que já têm capital aberto não é tarefa fácil nem mesmo para especialistas. “Para quem está começando no mercado é sempre melhor acessar esses ativos por meio de fundos”, diz.

Outra questão a ser considerada pelo investidor é que o capital arrecadado pode causar corrida por terrenos e aumento rápido nos preços, comprometendo a rentabilidade das construtoras e frustrando os acionistas. “O superaquecimento começa a ser uma preocupação. As empresas se capitalizaram e saíram comprando terrenos”, afirmou Gustavo Cambaúva, analista de construção do BTG Pactual. “Isso ainda é uma situação muito concentrada nos bairros nobres de São Paulo, mas é natural imaginar que vai chegar aos outros bairros em breve.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

O mercado imobiliário está pronto para o consumidor 3.0?

consumidor 3.0

Num passado, não muito distante, quem ditava as regras eram as empresas. Hoje em dia, são os consumidores que mandam. Com um smartphone e o acesso à internet na palma da mão, eles estão munidos de informações para distinguir o melhor produto, serviço ou atendimento. Exigentes e, principalmente, conectados, os chamados consumidores 3.0 entram em cena!

Neste novo cenário de negócios, as empresas estão se reestruturando para atender às demandas dos consumidores, com o objetivo de se destacar dentre os concorrentes. Aí que nasce, ou melhor, se fortalece a experiência do cliente.

De acordo com o Gartner, em poucos anos, 89% das empresas irão competir no âmbito da experiência do consumidor. Afinal, será isso que determinará a finalização de uma compra.

A necessidade de adaptação ao perfil do consumidor 3.0 não é diferente no mercado imobiliário. Aliás, é até mais latente, visto que este setor é mais atrasado na Transformação Digital. Dito isso, quais são as mudanças que as construtoras, loteadoras e incorporadoras precisam realizar para acompanhar o mercado e as necessidades deste novo cliente?

Antigamente, o processo de venda de imóveis era mais simples. Bastava que os corretores aguardassem os clientes aparecerem nos pontos de vendas. Estes, sem acesso à informação, dependiam dos classificados para buscar os dados da tão sonhada casa própria. Mas hoje, a negociação é complexa e o interessado está familiarizado com as inúmeras formas de acessar as informações referentes aos imóveis, como os seus valores, o que, há algum tempo, não era transparente. Inclusive, em alguns casos, estes clientes sabem mais do que os corretores.

De acordo com uma pesquisa da Accenture, o número de pessoas que pesquisam informações sobre produtos e serviços na internet, antes da tomada de decisão, aumentou em 73% nos últimos três anos. No passado, o renome da marca possuía um grande peso para a decisão de compra, mas, hoje em dia, o que vale são as experiências dos clientes e as recomendações.

Isso porque este novo perfil de consumidor não dá valor apenas às suas experiências, mas também considera a opinião que os demais compartilham no dia a dia, ou até mesmo em suas redes sociais, sobre uma determinada aquisição.

O cliente mudou. E, agora, ele é digital!

Os processos burocráticos e exaustivos não combinam com este consumidor 3.0, inclusive o do mercado imobiliário.

Imediatistas e acostumados com a rapidez da internet, eles esperam que suas necessidades, como a da compra de um imóvel, sejam sanadas dentro do tempo que estabelecem. E este tempo é curto. Portanto, para atender às necessidades dos novos consumidores, é necessário o investimento em tecnologias que proporcionem uma (boa) experiência digital para os clientes.

E, já que o objetivo é fornecer um processo de venda que seja tecnológico, que tal oferecer um processo de venda 100% digital? Há ganhos em todos os pontos de contato, para quem vende e quem compra, por meio de uma solução que ofereça mais controle para gestores comerciais, da abertura até o fechamento da venda. Tudo por meio de um smartphone na palma da mão.

Portanto, nesta corrida do mercado imobiliário, contar com o apoio da tecnologia para realizar a gestão de vendas dos imóveis não é mais um diferencial, mas, sim, uma necessidade para as construtoras, loteadoras e incorporadoras que busquem se manter competitivas e não ultrapassadas.

Fonte: https://www.segs.com.br/

Por: *Glauco Farnezi é CEO da Facilita, desenvolvedora do app Facilita, primeiro aplicativo para gestão digital de venda de imóveis

Construção civil deve crescer 3% e gerar 150 mil postos de trabalho em 2020

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Após retração entre 2014 e 2019, setor abre o ano com perspectiva de expansão em cenário de juros baixos e inflação controlada

O gerente de tecnologia, Marcos Vinicius, de 40 anos, investiu R$ 60 mil na reforma de sua casa em São Bernardo do Campo. Trocou o piso da residência, cobriu parte da garagem e ampliou a área de lazer.

— Comprei a casa quatro anos atrás. Só agora consegui reformar. E, mesmo assim, parcelei parte dos gastos no cartão de crédito.

Obras como a de Marcos Vinícius estão ganhando espaço em diversos lares do país, o que tem se refletido nos indicadores de desempenho da construção civil, setor fundamental na geração de empregos. Depois de amargar queda de 30% na capacidade de geração de riqueza entre os anos de 2014 e 2018, o setor abre 2020 com uma boa perspectiva.

A construção civil deve crescer 3% este ano, o que representa um potencial para criação de 150 mil postos de trabalho formais até dezembro, explica o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, superando a marca de 2019, que deve ficar próxima aos cem mil postos de trabalho, com avanço de 2%.

— Esse número de vagas pode até crescer mais, caso o mercado imobiliário continue surpreendendo com os lançamentos.

Segundo Ana Maria Castelo, coordenadora de Estudos da Construção da Fundação Getulio Vargas (FGV), o crescimento mais forte esperado para o setor em 2020 é reflexo da expectativa positiva em relação ao desempenho da economia brasileira, que inicia o ano com aumento da confiança dos consumidores e dos empresários, juros baixos e inflação sob controle.

— Há expectativa de melhora na economia de modo geral, o que tende a elevar os investimentos. E as expectativas para a construção refletem esse cenário — afirmou Ana Maria.

O vice-presidente de Economia do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Eduardo Zaidan, avalia que esse trabalho de “formiga” das pessoas que reformam suas casas ou fazem autoconstrução está dando novo gás ao segmento.

— A recuperação está começando pelo setor informal — observa. O varejo da construção conta com cerca de 140 mil lojas em todo o Brasil e movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano.

São Paulo costuma ser o motor de recuperação do setor imobiliário. Mas um levantamento da consultoria Tendências mostrou que a retomada dos lançamentos está acontecendo também em outras capitais, especialmente de empreendimentos residenciais.

No Rio de Janeiro, por exemplo, o número de lançamentos cresceu 30,6% entre janeiro e setembro do ano passado, segundo o Índice de Atividade da Construção Imobiliária (IACI-L). Em São Paulo, no mesmo período, o índice teve expansão de 22,8%.

— O índice cresce menos em São Paulo porque o movimento de retomada de lançamentos começou antes do que nas demais capitais — explica Matheus Ferreira, analista da Tendências, que acompanha o setor.

O presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, avalia que, depois de fechar 2019 com a construção de 580 mil novas moradias, as construtoras estão preparadas para entregar 1 milhão de unidades em 2020.

— Hoje, o juro do financiamento está em um dígito, o problema dos distratos foi resolvido por lei e a confiança do consumidor está melhorando. Essas condições são um gatilho de crescimento do mercado em qualquer lugar do mundo — afirma França.

Juro para financiamento

Dados de 20 incorporadoras filiadas a Abrainc mostram um avanço de 9,4% nas vendas líquidas de imóveis novos de janeiro até agosto do ano passado.

Para Cristiane Portella, presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), outro fator estimula o setor é a maior competição entre os bancos para oferecer taxas de juros competitivas para o financiamento imobiliário. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, reduziu a taxa a 6,5% ao ano para quem tem conta no banco ou recebe salário na instituição. Outros bancos seguiram a tendência de redução dos juros.

No caso das grandes obras de infraestrutura, o ritmo ainda é modesto. José Carlos Martins, da CBIC, vê chances de acontecerem licitações de maior porte em 2020, mas as obras só devem começar em 2021.

Outro ponto de interrogação para o setor é o programa Minha Casa Minha Vida, que ainda está indefinido, especialmente para a chamada faixa 1, de famílias que ganham até R$ 1,8 mil e recebem os maiores subsídios. Como o governo está com os cofres esvaziados, a questão é de onde virão os recursos para o programa, que terá novo nome e regras a partir de 2020.

Procurado, o Ministério do Desenvolvimento Regional não informou detalhes do novo Minha Casa Minha Vida. Mas o GLOBO mostrou que o novo modelo funcionará com um sistema de voucher (um vale que assegura um crédito), em que as famílias receberão recursos para comprar, construir ou reformar a casa própria.

Cada voucher será de R$ 60 mil. O governo vai priorizar a população que vive em domicílios precários nos centros urbanos, em municípios com até 50 mil habitantes.

Fonte: Jornal O Globo

Mundo totalmente conectado: como será a sua casa daqui a 20 anos?

 


“As novas casas superinteligentes de 2040 serão uma plataforma para software e de acordo com o futurologista britânico Ray Hammond, em 2040, viveremos com robôs e teremos o lar completamente conectado


Na verdade, não. A fala é do futurólogo britânico Ray Hammond, que lançou recentemente a série O mundo em 2040, um estudo sobre as megatendências que a humanidade deverá vivenciar daqui a 20 anos.  O relatório foi desenvolvido em parceria com uma empresa de seguros, como parte do compromisso do grupo em antecipar as necessidades dos clientes nos próximos anos.
CASA
No futuro, uma das funcionalidades das casas conectadas é ter a presença de cozinheiros-robôs nos afazeres domésticos(foto: Allianz Partner/Divulgação)
De acordo com Ray Hammond, sistemas de segurança baseados em software de biometria e reconhecimento de padrões faciais (FPR)robôs para fazer tarefas domésticas diárias e companhia aos seus proprietários, entretenimento virtual e expe- riências educacionais totalmente imersivas e interativas farão parte de nosso dia a dia, graças à adoção de tecnologia nas residências nos próximos anos. Essas tendências estão contidas no relatório “Vida superinteligente – A casa de meados do século 21”, produzido pela Allianz Partner para ajudar a antecipar as necessidades de seus clientes no futuro.

As principais informações do relatório concentram-se em vários avanços tecnológicos, oferecendo maior segurança e conforto do que nunca:

Impacto na segurança

» Os sistemas de segurança usados para proteger as residências serão baseados na biometria dos ocupantes. O software de reconhecimento de padrões faciais (FPR) digitalizará imagens de humanos e animais de estimação (software de reconhecimento de animais de estimação) fora e dentro da propriedade, a fim de permitir o acesso apenas para aqueles que tenham a entrada autorizada;
» Quando uma propriedade estiver vazia, os proprietários poderão verificar sua casa, cômodo por cômodo, onde quer que estejam no mundo. Esses dados serão fornecidos à interface de dados preferida do proprietário, como lentes de contato inteligentes, óculos inteligentes, dispositivo de projeção portátil ou tela;
» ‘Assaltantes’ serão hackers e não criminosos oportunistas, que aplicarão técnicas de inteligência artificial (IA) para lançar ataques em redes domésticas.

  Dados e tecnologia

» O 7G será o padrão mundial da tecnologia de comunicação sem fio e provavelmente será pelo menos 100 mil vezes mais rápido que a tecnologia 5G, lançada em 2019. Ele permitirá a rápida transferência de grandes arquivos de design, tornando a residência um centro de impressão 3D com a capacidade de fazer roupas, brinquedos, equipamentos esportivos, ferramentas e muitos outros itens;
» Os dados que um proprietário acessará em relação à sua casa serão bastante completos. O nível superior de dados fornecerá informações de segurança para mostrar se “tudo está como deveria ser”. Os proprietários também poderão se aprofundar nos dados das famílias, permitindo criar uma temperatura ambiente em cada área da casa e controlar a qualidade do ar e o consumo de energia de cada quarto, com base nas previsões de clima.
 

 Conforto e conveniência

» Na cozinha, cozinheiros-robôs seguirão as receitas com precisão, usando fornos e fogões inteligentes e conectados, que podem ser ligados remotamente à temperatura correta e desligados automaticamente quando o cozimento estiver concluído;
» As geladeiras inteligentes monitorarão o frescor e a qualidade dos alimentos, reordenando os produtos, conforme necessário, pagando por eles com o sistema de pagamentos digitais preferido dos proprietários;
» Casas e apartamentos serão impressos em 3D e terão equipes de robôs domésticos em casa e no jardim. Essas casas e apartamentos custarão em média 60% menos do que as casas que hoje são construídas, com potencial para acabar com a escassez de moradias que afeta tantos países.


Tendências de lazer

» Os ocupantes de casas superinteligentes poderão transformar sua sala de estar em um cinema interativo, que combinará realidade virtual, realidade aumentada e tecnologias holográficas para criar experiências de jogos, viagens, educação, esportes e de entretenimento incrivelmente realistas. Os seres humanos não precisarão usar óculos ou capacetes especiais, mas ficarão literalmente de pé ou sentados dentro de eventos virtuais à medida que ocorrem ao seu redor.
A série O mundo em 2040 assumirá a forma de vários relatórios, que serão lançados ao longo deste ano e em 2020. O estudo aborda como será o mundo daqui a 20 anos no contexto das áreas de especialização específicas: saúde internacional, assistência residencial e automotiva e seguro-viagem. Os relatórios examinam uma ampla gama de tendências e tópicos futuros, que incluem como os robôs e a automação transformarão a vida cotidiana, do trabalho para o lar; como várias revoluções médicas me- lhorarão e prolongarão a vida; e o impacto potencial de carros, trens e aviões sem motorista e sem piloto.
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(foto: Allianz Partner/Divulgação)
Ray Hammond
Há mais de 40 anos, o escritor e futurista britânico Ray Hammond fala sobre tendências futuras e seus possíveis impactos na humanidade. Ele é autor de 14 livros sobre o tema e foi professor em muitas universidades da Europa, nos EUA e na Ásia. Em 2010, Mikhail Gorbachev presenteou o escritor com uma medalha de ouro por seus serviços à futurologia em nome das Nações Unidas. Na citação, o presidente russo escreveu: “Temos o prazer de homenagear Ray Hammond por seu constante compromisso com a pesquisa e por suas impressionantes especulações sobre o futuro, iluminado pelo conhecimento científico e por uma evidente preocupação pela humanidade.”
Fonte : E.M 

CONCENTRAÇÃO, DETERMINAÇÃO E DISCIPLINA…LIÇÕES DA SÃO SILVESTRE 2019

VENCEDOR

CONCENTRAÇÃO, DETERMINAÇÃO E DISCIPLINA…LIÇÕES DA SÃO SILVESTRE 2019

Com um sprint final espetacular, Kibiwott Kandie, 23, do Quênia, ultrapassou Jacob Kiplimo, 19, de Uganda, quando faltavam dois passos para eles cruzarem a linha de chegada da 95ª Corrida Internacional de São Silvestre. Vitorioso, o queniano ainda quebrou o recorde da prova, com o tempo de 42m59s. A marca anterior era do seu conterrâneo Paul Tergat (43m12s) e durava desde 1995.

Após a corrida, o campeão manteve o semblante sério, como se ainda estivesse concentrado.

“Eu vi a linha de chegada e pensei, eu preciso ganhar essa corrida”, ,

Nem sempre as qualidades citadas no título deste artigo são suficientes para garantir o sucesso, EXPERIENCIA também conta muito.

Mas o que é EXPERIENCIA?

Na minha opinião EXPERIÊNCIA nada mais é que o acumulo de erros. 

Foi o que aconteceu com o Jacob Kiplino que  liderava a prova até os últimos momentos, mas faltou experiência para o jovem de 19 anos.

Kplino simplesmente  não conferiu se estava totalmente sozinho e, nos últimos metros de prova, foi ultrapassado por Kibiwoot Kandiese em uma arrancada sensacional para ganhar a São Silvestre e bater o recorde da prova com 42min59s.

Muitas vezes cometemos estes pequenos erros e perdemos grandes conquistas por pura falta de experiência,  um vacilo  e lá se vai aquela venda, aquele cliente, aquela grande oportunidade.

Precisamos olhar pra frente, mas não podemos esquecer o retrovisor. Isso não quer dizer viver do passado, mas sim aprender e estar sempre atendo ao que acontece a nossa volta, os detalhes, cada milésimo de segundo faz a diferença.

Olhando pelo retrovisor, vejo tudo o que se passou, e com certeza tudo teve o seu valor, sendo ruim ou bom, tudo ajudou a ser o que sou!... Frase de Riler Soares Diniz.

Aproveitando a oportunidade, quero lhe desejar um ano de 2020 repleto de desafios, que o ano que se inicia lhe traga muita EXPERIÊNCIA e SABEDORIA para não perder nenhuma corrida, nenhuma venda, nenhuma oportunidade!

Abraços do P.H

Abecip: Financiamento imobiliário chega a R$ 7,78 bi, maior nível em quatro anos

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O crédito imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) alcançou R$ 7,78 bilhões em novembro, melhor resultado mensal desde maio de 2015. Em comparação com o mesmo mês de 2018, o crescimento dos valores foi de 59,6%. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 30, pela Associação Brasileira de Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

De acordo com o Boletim Informativo de Crédito Imobiliário e Poupança, o montante representa alta de 3,3% em relação ao mês de outubro, quando o setor registrou R$ 7,53 bilhões financiados.

Já entre dezembro de 2018 e novembro de 2019, houve aumento de 38,3% no volume de empréstimos em comparação com o período anterior. O valor passou de R$ 55,2 bilhões para R$ 76,09 bilhões. O boletim da Abecip também ressalta a rentabilidade acumulada no Índice Imobiliário Ibovespa, que chegou a 45,29%.

O maior volume de financiamentos imobiliários é gerenciado pela Caixa. Nas modalidades aquisição e construção, a carteira do banco público totaliza R$ 22,8 bilhões em pouco mais de 88 mil unidades. Em segundo lugar está o Bradesco, com R$ 16,2 bilhões financiando 63,4 mil imóveis. Já o Itaú Unibanco conta com cerca de 49 mil clientes em aquisição e construção, que representam uma carteira de R$ 14,7 bilhões.

Disponibilidade de financiamentos

O aumento dos financiamentos ocorre em meio à maior disponibilização de recursos do SBPE. Segundo a Abecip, entre dezembro de 2018 e novembro de 2019, foram aplicados R$ 70,04 bilhões para aquisição e construção de imóveis. O valor representa aumento de 36,4% em comparação com o mesmo período de 2018, quando havia R$ 51,33 bilhões.

A captação líquida do SBPE em novembro ficou em R$ 3,05 bilhões, enquanto o saldo está em R$ 642 bilhões – alta de 6,3% em relação a 2018. Já no acumulado do ano, o SBPE teve captação líquida negativa de R$ 1,2 bilhão, com mais saques do que depósitos realizados.

Flutuação no número de unidades

Apesar do aumento dos valores envolvidos nas negociações, o número de unidades negociadas chegou a registrar queda entre outubro e novembro. O recuo foi de 2,5% no total de imóveis nas categorias aquisição e construção que, juntas, representam 28,9 mil imóveis.

Já no acumulado do ano, o saldo de unidades foi positivo, com 46,3% de aumento em comparação com o mesmo período de 2018. Os recursos do SBPE possibilitaram a aquisição e construção de 266,3 mil imóveis entre janeiro e novembro de 2019, o que representa 29,9% de alta em comparação com o acumulado do ano passado. O período não registrava resultado negativo desde 2016, quando o déficit foi de R$ 31,2 bilhões.

Fonte: JORNAL ESTADO DE MINAS 

Setor imobiliário sai do fundo do poço e deve impulsionar economia em 2020

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Construção cresce o dobro do PIB neste ano e, aliada ao juro menor, puxa fundos atrelados a imóveis

O setor imobiliário brasileiro foi um dos poucos que deram sinais claros de recuperação em 2019. A expectativa é que a construção civil encerrará este ano com crescimento de 2%, o dobro da previsão para a expansão da economia, que gira em torno de 1%.

Especialistas ouvidos pela reportagem estão otimistas. Desde 2013, a construção civil não crescia acima do PIB (Produto Interno Bruto).

Segundo eles, o setor está sendo considerado o motor de crescimento da economia para o próximo ano. A expectativa é que o avanço da construção chegue a 3%.

Pode parecer pouco, mas o mercado imobiliário está em recessão há seis anos. Atualmente, o setor está 30% abaixo do nível máximo verificado no início de 2014.

Mas o otimismo é justificado com o desempenho crescente neste ano.

Em 2019, o setor imobiliário foi responsável pela geração de 10% dos novos postos de trabalho com carteira assinada do país.

Na quarta-feira (19), o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgou que foram criados 948 mil postos de trabalho com carteira assinada neste ano.

Segundo dados da Cbic (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), a construção civil foi responsável pela criação de cerca de 117 mil novos postos de trabalho neste ano, o que corresponde a 13% de todas as vagas geradas em 2019.

Ainda de acordo com os dados do Caged e da Cbic, no mês de novembro o país tinha 39,4 milhões de pessoas com carteira assinada. Desse total, a construção civil foi responsável por 2,09 milhões. O que significa que representa 5,32% do número total de empregados.

“O número pode parecer pequeno, mas precisamos lembrar que isso vem no primeiro momento em que o setor começa a repor suas atividades”, diz Ieda Vasconcelos, economista da Cbic.

A economista destaca que durante os anos de retração quase 1 milhão de postos de trabalho com carteira assinada foram perdidos no setor.

“Em 2019, o setor começa a retomar suas atividades. Claro que é uma recuperação inicial, não é do patamar que foi perdido. Ainda assim, esse incremento de 2% deste ano já foi capaz de fazer essa movimentação no mercado de trabalho. Esse dado sinaliza a importância do setor”, afirma Vasconcelos.

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Para ela, os dados evidenciam a força da construção na geração de emprego. “É por meio do emprego que é possível ter renda. O crescimento da economia provoca maior crescimento da construção, que provoca maior geração de emprego e renda, que provoca o crescimento da economia. Isso gera um círculo virtuoso”, afirma.

Outro fator importante para o crescimento do setor é a Selic (taxa básica de juros) no menor patamar histórico. Os juros a 4,5% ao ano reduziram o custo do crédito imobiliário.

A queda desses juros pode permitir a inclusão de milhares de pessoas no sistema de crédito.

Segundo estudo feito pela Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), a cada ponto percentual de redução nos juros imobiliários, pelo menos 2,8 milhões de famílias passariam a ter condições de contratar esse tipo de crédito.

Mas não são só os canteiros de obras que justificam a alcunha de locomotiva da economia dada ao setor imobiliário.

Com a taxa Selic e a inflação nos patamares que se encontram atualmente, um investimento de renda fixa ou poupança pode ter taxa de rendimento próxima de zero ou até mesmo negativa. Por isso, os fundos imobiliários passaram a ser produtos mais atrativos.

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“Os fundos imobiliários são uma alternativa excelente de investimento, não só para quem investe mas para a economia como um todo e para desenvolver o mercado imobiliário com a injeção de capital”, diz Vasconcelos.

Segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os fundos imobiliários tinham R$ 105 bilhões em patrimônio líquido em outubro de 2019. É o maior valor no levantamento histórico feito pela entidade.

Em dezembro de 2018, por exemplo, o patrimônio líquido dos fundos imobiliários era de R$ 85 bilhões.

“A indústria de fundos imobiliários cresceu muito em 2019. Claramente isso tem a ver com a questão da baixa taxa de juros e com a retomada econômica, que ainda está tímida”, afirma Alessandro Vedrossi, sócio-diretor e responsável pela área Imobiliária da Valora Investimentos.

Segundo ele, a retomada da economia faz com que aumente o investimento no setor imobiliário, o que acaba refletindo nos fundos.

“A economia é impactada positivamente a partir do momento em que se tem mais dinheiro nos fundos usados para comprar imóveis, mais dinheiro nos fundos que financiam a construção de novos prédios e mais dinheiro nos fundos que compram créditos imobiliários”, diz Vedrossi.

Os imóveis também podem ser usados como garantia para aquisição de empréstimos com juros mais baixos e prazos mais longos, os chamados home equity.

No Brasil, esse tipo de crédito ainda é pouco conhecido e mais oferecido por fintechs. A média desse tipo de empréstimo é que o prazo seja de 15 anos, com taxas de 12% a 13% ao ano ou de 0,99% ao mês.

“Os grandes bancos estão começando a trabalhar com home equity agora, mas ainda de uma forma mais tímida”, diz Maria Teresa Fornea, presidente-executiva da Bcredi, fintech focada em crédito com garantia de imóveis.

Ela afirma que a participação desse tipo de crédito ainda é muito pequena no Brasil, de cerca de 10% do PIB. Para ter uma ideia, na Austrália representa 92,15%, nos EUA, 74,84%, e, no Chile, 25,09%.

Fornea afirma ainda que o Brasil tem 71 milhões de imóveis, dos quais cerca de 70% são desalienados, ou seja, potenciais garantias para alavancar créditos.

“O brasileiro está endividado com cheque especial, que é um crédito com qualidade mais baixa, já que é muito caro e tem um prazo muito curto. Por isso, parte da renda fica comprometida para pagar esses juros. Quando é possível conseguir crédito mais vantajoso, essa renda é liberada para movimentar a economia”, afirma Fornea.

FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO

 

Dicas para aumentar a conversão de clientes online

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Você sabe como aumentar a conversão de clientes online?

Esta é uma dúvida muito grande por parte de corretores ou donos de imobiliárias. Afinal, o mercado mudou e disso nós já sabemos.

A internet está cada vez mais presente nos negócios, na vida das pessoas e também na maneira de tomar decisões.

Hoje em dia é muito difícil encontrar pessoas que não tomem decisões com base nas opiniões ou avaliações feitas por consumidores na internet.

Afinal, a necessidade da presença da empatia é muito grande, uma vez que ela é uma excelente “arma” para conquistar mais clientes. E isto nos dá diversas oportunidades para agirmos.

Porém, como agir? O que fazer? Quais atitudes tomar?

É exatamente sobre isso que vamos falar hoje. Se você quer aumentar a conversão de clientes online, precisa construir algumas estratégias baseadas em ações que dão resultado.

Porém, é preciso começar certo.

Principalmente pelo fato de que na internet alguns projetos podem levar alguns meses para darem resultados. E, quanto mais direcionado você estiver, menos precisará modificar. Entenda tudo a seguir!

aumentar a conversão de clientes online

Aumentar a conversão de clientes online – Por onde começar?
Para começar a aumentar a conversão de clientes online, é preciso começar pelos princípios básicos da internet. Este é um local que, por mais que esteja sendo amplamente explorado, ainda é novo.

Ou seja, tudo por aqui ainda está caminhando de forma que estamos conhecendo o que dá certo, o que dá errado e o que é indiferente.

Quer um exemplo? Basta pegar a quantidade de empresas que surgiram nos últimos anos com base em tecnologia. Seja do serviço bancário, até o de transporte.

Por mais que estas empresas pareçam ter surgido da noite para o dia, isto não aconteceu. Elas nasceram há muitos anos atrás, quando poucas pessoas estavam online.

E isto significa dizer que a maioria das situações aqui neste ambiente é criada através de testes. É preciso fazer, testar, corrigir, prosseguir. Estes são os passos básicos de quem busca vender mais na internet, seja qual for o setor.

E no caso do setor imobiliário, não é diferente. É preciso entender o comportamento do consumidor para que as ações corretas possam ser colocadas em prática!

Por isso, tudo começa por uma boa estratégia. Veja abaixo.

Estipule uma estratégia coerente e com objetivos claros
O primeiro passo para que você possa aumentar a conversão de clientes online, é começar certo. E começar certo significa ter uma estratégia bem definida e bem desenhada, com objetivos claros e, acima de tudo, atingíveis.

Há quem acredite que a internet é sobre números. Grande número de likes, de compartilhamentos ou de visualizações. Mas na verdade, não é por aí.

A única coisa que os números na internet podem oferecer é a manutenção do ego. Ou seja, as pessoas querem números para mostrar e para sentir.

Mas isto não é nada recomendado, pois, infelizmente, estes dados podem causar uma cegueira estratégica. Afinal, do que adianta seu vídeo de vendas ter milhões de visualizações e não ter uma venda sequer?

aumentar a conversão de clientes online

Uma empresa sobrevive quando há vendas. E você precisa usar a internet para isso: vender! Por isso, o primeiro passo é elaborar uma estratégia que esteja focada em converter clientes, e não em ganhar seguidores ou visualizações no conteúdo.

E esta estratégia precisa ter objetivos claros, construtivos e alcançáveis. Mas, o que isto quer dizer na prática?

Quer dizer que você precisa começar aos poucos. Segmente um público-alvo, atinja-o com uma campanha e busque extrair dali os seus primeiros prospectos e não dezenas de vendas aleatórias.

Pois se as vendas forem aleatórias, significa que sua estratégia também é. E você não pode deixar isto acontecer. Por isso, pense onde você quer chegar, divida este objetivo em três ou quatro partes e comece aos poucos, atingindo um passo de cada vez.

Isto dará muita experiência e tornará sua estratégia muito saudável!

Aproveite todos os benefícios do marketing de conteúdo
Você já ouviu falar do marketing de conteúdo? Pois bem, esta é uma das estratégias mais importantes que você colocará em prática durante a sua caminhada para aumentar a conversão de clientes online.

O marketing de conteúdo é, na prática, a ponte de ligação entre o seu produto e o potencial cliente que demonstrar interesse e necessidade.

Por exemplo, com um blog imobiliário você poderá desenvolver conteúdos que ajudem as pessoas. Estes conteúdos podem e devem ser relacionados ao seu nicho imobiliário.

Assim, todas as pessoas que se interessarem pelo conteúdo, automaticamente demonstram um interesse no seu nicho e, futuramente, no seu produto.

Os conteúdos podem ser diversos. Desde uma ajuda com calculadoras de financiamento, até dicas de como escolher um apartamento em São Paulo.

E talvez você esteja se perguntando como descobrir quais tipos de ajuda as pessoas estão precisando, não é mesmo? Pois bem, para isso, você poderá usar algumas ferramentas, como:

vendas

Planejador de palavras-chave do Google Ads
O planejador de palavras-chave do Google Ads é uma excelente alternativa para você buscar palavras-chaves relevantes que estão sendo pesquisadas no Google. Estas palavras podem virar artigos no seu blog.

Por exemplo, se você identificar uma alta pesquisa pela palavra “melhores bairros em SP”, você poderá criar um conteúdo ajudando as pessoas a escolherem o melhor bairro em SP.

Com o tempo, este conteúdo começará a ranquear nas pesquisas do Google e você começará a receber visitas.

Ubersuggest
A Ubersuggest é também uma ótima alternativa para você buscar ideias de conteúdos para seu blog imobiliário. Funciona como o planejador do Google, mencionado anteriormente.

Você poderá encontrar tendências de pesquisas para poder criar excelentes conteúdos em cima disso. Interessante, não é mesmo?

Google Trends
O Google Trends é outra excelente ferramenta para que você consiga extrair boas ideias de conteúdos para aumentar a conversão de clientes online.

Nela, você poderá identificar as principais tendências de busca com relação ao nicho imobiliário e, desta forma, construir conteúdos que possam ajudar as pessoas de alguma forma.

Sempre busque transformar sua audiência em leads qualificados
Um marketing de conteúdo bem feito talvez seja um dos principais caminhos para o sucesso digital. Porém, somente fazê-lo sem nenhum tipo de propósito comercial, pode não significar em termos financeiros para sua imobiliária.

É claro que o papel principal do conteúdo é ajudar as pessoas e você não pode fugir disso. Porém, é preciso ter um “algo a mais”.

E este algo a mais, deve ser os prospectos que você conquista. No internet, prospectar clientes leva um nome diferente: geração de leads. Mas, na prática, significa a mesma coisa.

aumentar a conversão de clientes online

Pois você estará capturando pessoas com interesse alto no seu produto ou serviço e, ao fim do funil de vendas, elas podem se converter em clientes.

Por isso, sempre que você estiver desenvolvendo uma estratégia online, pense em como você poderá captar os leads. No caso de um blog, pode ser através de formulários de e-mail ou através da disponibilização de materiais gratuitos.

Por exemplo, você poderá oferecer algum material grátis (como um ebook ou um guia sobre algum assunto) em troca do e-mail da pessoa. E, com este e-mail, você poderá começar a trabalhar o relacionamento para que no futuro, consiga gerar uma venda.

Falaremos mais sobre isso no decorrer do texto.

As redes sociais podem ajudar no processo de aumentar suas vendas
As redes sociais também são excelentes alternativas para quem busca aumentar o conversão de clientes online. Elas talvez sejam a forma mais rápida para atingir um público específico em um espaço de tempo menor.

Afinal, você poderá construir uma legião de fãs na sua página do Facebook ou ter milhares de seguidores no Instagram simplesmente com o viral de um conteúdo.

Por isso, trabalhe nas redes sociais de forma profissional. Porém, não mecânica. E o que isto quer dizer? Quer dizer que você precisa entender o princípio básico das redes, que é unir e entreter as pessoas.

Além de que as pessoas estão lá para se conectar com outras pessoas. Por isso, você deve agir de forma natural e humana.

Construa uma persona imobiliária que possa ser utilizada nas suas redes sociais. Esta é uma forma de manter o espirito humano em um local que as pessoas não querem ver empresas.

Utilize ferramentas de publicidade para vender e prospectar clientes
As ferramentas de publicidade online também pode ser ótimas formas de conseguir aumentar suas conversões no ambiente digital.

Você poderá desenvolver campanhas que atinjam pessoas extremamente segmentadas para que, desta forma, você tenha o sucesso que almeja.

Vale lembrar que a segmentação é uma das melhores alternativas para quem não quer dispersar um conteúdo.

Por exemplo, é muito melhor atingir poucas pessoas, mas as pessoas certas, do que atingir milhares de pessoas e nenhuma delas ter afinidade com seu produto ou serviço.

Isso quer dizer que você precisa entender o seu público-alvo antes mesmo de investir qualquer centavo em anúncios pagos. Defina quem você quer atingir e depois construa suas campanhas no Facebook Ads, Instagram Ads, Google Ads ou onde for.

Cada uma delas pode entregar excelentes resultados, desde que tudo seja devidamente planejado.

Prospectar clientes

Tenha um site imobiliário especializado e bem desenvolvido
Quando falamos de estratégias digitais e aumento de conversões, precisamos entender que ter um site não é mais importante. É necessário! Afinal, o site pode ser a base para diversas ideias que você experimentar e colocar em prática.

É nele que você poderá ter páginas dedicadas para um assunto, hospedar materiais para seus prospectos, escrever conteúdos que sejam relevantes para sua audiência, etc.

Hoje em dia você poderá construir seu site imobiliário de formas muito rápidas e práticas, com ferramentas automatizadas e que possibilitam a integração de diversas estratégias digitais com o portal.

E isto poderá otimizar muito tempo e recursos financeiros para que, desta forma, você possa investir nas demais áreas da sua empresa.

As fotos de seus imóveis precisam ser boas
Para aumentar a conversão de clientes online, você precisa oferecer o máximo de recursos possíveis para que o usuário tenha uma ótima experiência. E isto pode ser refletido em vários parâmetros.

Desde um site rápido, artigos de qualidade ou um arsenal de fotos profissionais que ajudem nas vendas futuras.

Como estamos falando de internet, você precisa prover o máximo de elementos que possam construir um ambiente real para o usuário. E as fotos conseguem criar este clima tão importante para a decisão de compra.

Por isso, se você está pensando em listar seus imóveis em seu site ou redes sociais, pense nas fotos como o principal argumento de vendas em um espaço que muitas vezes é frio (a web).

Aposte em fotos conceituais, de todos os cômodos, com uma iluminação interessante e ambientes organizados. Tente passar o máximo de sensações positivas possíveis através das imagens para que seus potenciais clientes tenham interesse real de conhecer o imóvel.

Vale lembrar ainda que as fotos de imóveis chamam atenção. E por isso, você deve investir nelas. Mas não se preocupe. Você não precisará comprar equipamentos caríssimos para isso.

É possível fazer muito, bom pouco. Basta um pouco de conhecimento sobre como fazer boas fotos que, até mesmo com a câmera do seu celular os resultados ficarão ótimos.

O atendimento pode ser meio caminho andado para aumentar as suas vendas
Quando falamos de imóveis, também falamos da realização de sonhos. E por isso, muitas vezes você precisa atender as pessoas de uma forma diferenciada.

Afinal, sonhos são delicados e sensíveis e precisam de uma atenção especial. Se tratando de internet, muitas vezes é difícil conseguir dar esta atenção especial. Mas, é possível.

Treine sua equipe para desenvolver um bom atendimento na esfera digital. Muitas vezes este será o primeiro contato e é justamente a partir dele que muitas coisas positivas (ou negativas) podem acontecer. Por isso, toda atenção é necessária!

Atendimento

Utilize um software de CRM imobiliário para se relacionar com seus prospectos
E por último, utilize um bom software de CRM imobiliário. É através deste software que você poderá armazenar informações precisas sobre seu público e também poderá manter um contato próximo. Lembre-se que o relacionamento poderá trazer o aumento das conversões de clientes online. Por isso, todos os leads que você captar, prospecte através de um bom relacionamento.

Boa sorte!

by Blog VilleImob

 

Insights online para o corretor em suas estratégias

Ter bons insights online pode ser uma das melhores alternativas para quem busca inovar e melhorar o processo de vendas da sua imobiliária. Há quem ainda não dê muita atenção para as áreas digitais.

O que é uma pena, pois as oportunidades que aqui estão são muitas. Porém, nem sempre é fácil de identificá-las. Não pela falta, mas sim, pelo excesso.

A internet é um aglomerado de informações, dados e dicas. E compilar isso tudo em conhecimento, não é fácil. Muitas vezes leva-se muito tempo para descobrir que o caminho melhor era o mais básico e simples.

Porém, as pessoas vão navegando, vão encontrando mais e mais técnicas, mais e mais ferramentas e, ao fim, tem a falsa impressão de que nada dá certo.

Na verdade, não dá certo pelo fato de não dar o devido tempo para que tudo funcione. Como aqui é tudo muito imediato, a sensação de que os resultados também serão é muito grande.

Mas é importante não pensar desta forma, pois pode haver prejuízo psicológico e até mesmo financeiro. Por isso, vamos entender um pouco mais sobre como você pode lidar com este “mar” de informações e ter bons insights online para sua imobiliária.

Acompanhe!

insights online

Insights online – o que a internet pode ajudar nas suas estratégias imobiliárias?

A internet é fantástica para uma série de coisas. Inclusive, para melhorar os resultados das vendas da sua imobiliária. Este é um ambiente repleto de oportunidades e de bons negócios. Porém, nem sempre é fácil interpretar isso da maneira correta.

Afinal, todos querem chegar ao pote de ouro do arco-íris. Mas, será que todos estão dispostos a pagar o preço?

Neste caso, a internet muitas vezes é vista como uma forma rápida, prática e simples de ganhar dinheiro. Isto é verdade em partes.

A única coisa que não é explorada dentro desta ótica, é o fato de que é preciso desenvolver um grande trabalho e por algum tempo para que os resultados plantados sejam colhidos.

Porém, o imediatismo de quem está chegando por aqui agora para fazer negócios acaba colocando tudo a perder.

E este é um problema generalizado, uma vez que a velocidade enorme das buscas e do avanço dos softwares acaba proporcionando a falsa impressão de que “na internet tudo é rápido”. E não é.

Por mais que uma boa campanha de marketing digital para imobiliárias possa trazer resultados em poucos dias, o principal é você entender que o importante é manter uma constância.

Afinal, este é um ambiente para criar vínculos e manter relacionamentos próximos com o consumidor. E não apenas aparecer com uma oferta, vender o máximo possível e desaparecer. Pois, neste caso, o melhor que estava por vir acaba sendo deixado de lado.

Este é o primeiro de muitos bons insights online que você pode ter: construa a presença digital de sua imobiliária de forma concisa e profissional. Mas, como fazer isso? Vamos te ajudar com algumas dicas.

A começar pelo marketing de conteúdo. Acompanhe para entender tudo!

insights online

Marketing de conteúdo – Benefícios e por onde começar

Você sabe como o marketing de conteúdo pode te ajudar? Ou melhor, você já ouviu falar desta excelente ferramenta disponível dentro de uma gama enorme de possibilidades? É muito provável que sim.

E é muito provável também que você tenha visto uma série de dicas, estratégias ou receitas milagrosas para usar este recurso como via salvadora da pátria.

Porém, é preciso deixar claro que qualquer tipo de “promessa” exagerada sobre este aspecto, tende a não ser verdade. E isto por um simples motivo: cada empresa é única. Cada abordagem é única e cada projeto é único. E isto, por si só, já desbanca qualquer tipo de receita pronta.

Mas, o que é fato nisso tudo? O fato é que sim, o marketing de conteúdo pode realmente levar a sua imobiliária para outro patamar. Desde que seja feito da forma correta, honesta e com o propósito principal, que é ajudar os potenciais clientes.

Ou seja, o primeiro passo que você precisa executar, é ter o marketing de conteúdo como uma forma de auxiliar as pessoas que estão buscando por informações. E isto pode ser através de um blog, das redes sociais ou de um canal no YouTube.

insights online

Tudo dependerá do formato que você optar. Vamos falar mais sobre cada um deles na sequência.

Com um bom marketing de conteúdo, você poderá despertar sensações muito positivas em quem você ajuda. E uma delas, é a sensação de dívida. Quando uma pessoa é ajudada, de graça, e tem um problema resolvido, o inconsciente dela constrói uma angústia de estar devendo.

E, neste caso, você poderá aproveitar este momento para fazer uma oferta, lançar uma promoção ou investir naquele lançamento do ano.

Por isso, um dos bons insights online que você pode ter com o marketing de conteúdo é: ajude antes de pedir algo para as pessoas. Você será mais bem visto e, consequentemente, mais bem lembrado.

Um blog é uma boa ideia?

Bom, já que estamos falando de marketing de conteúdo como uma excelente via para prospectar clientes no mercado imobiliário, precisamos falar sobre os blogs.

O blog imobiliário talvez seja a principal fonte de prospecção, uma vez que é a partir dele que você poderá criar conteúdos memoráveis, completos e que ajudem as pessoas.

Quando você produz bons conteúdos em um blog, este conteúdo começa a ganhar relevância no Google. E isto significa dizer que você começa a ganhar autoridade no assunto, segundo o maior buscador da internet.

Isto, na prática, faz com que seu blog imobiliário comece a ter mais e mais visitas mensalmente.

E o melhor: estas pessoas começam a chegar no seu conteúdo pois estão interessadas nele. Afinal, quando alguém pesquisa algo no Google significa que há um interesse sobre aquele assunto.

A partir desta perspectiva, podemos afirmar que uma das maiores fontes de bons prospectos, é um blog. Pois quando você une o interesse de uma pessoa, com um conteúdo que ajude a resolver um problema (seja qual for), temos então uma ótima relação construída.

E você poderá aprimorá-la ainda mais com uma dica que daremos no decorrer do texto. Continue lendo.

insights online

Como utilizar as redes sociais da maneira certa?

As redes sociais também são ótimas ferramentas para criar conteúdo original. Porém, diferente de um blog imobiliário. Nas redes sociais, você poderá executar algumas técnicas diferentes e necessárias. Afinal, precisamos mudar a abordagem, a temática e o estilo do conteúdo.

Para isso, precisamos entender o princípio da rede social, seja ela qual for. Basicamente, as pessoas estão lá para interagir com amigos. Desde curtidas, comentários e compartilhamentos. Ou seja, uma relação pessoal.

E quando precisamos inserir uma empresa neste contexto, como fazer? Bom, neste caso, é preciso criar uma persona que seja bem inserida neste cenário para, mesmo de forma empresarial, desenvolver um comportamento humano.

E isto pode ser feito desde a linguagem utilizada (mais leve, tranquila e informal), até o conteúdo em si (como memes ou fotos de pessoas). Lembre-se que as pessoas não estão nas redes sociais para verem propagandas.

Estão para verem pessoas. E, quando você consegue unir o útil ao agradável, a experiência será muito mais promissora na busca por novos clientes e fãs. E estes insights online de ter uma abordagem mais humana faz com que sua empresa passe a ter uma perspectiva mais aceitável por todos.

Preciso ter um canal no YouTube?

E um canal no YouTube, preciso ter? A resposta é: depende. Esta é mais uma excelente alternativa para criar conteúdos memoráveis dentro das redes da sua imobiliária.

Porém, é preciso levar em consideração que tudo produzido aqui, leva tempo e precisa de uma curadoria profissional.

Existe uma diferença enorme entre fazer vídeos e fazer bons vídeos. É lógico que você não precisa ter a última câmera lançada, o melhor microfone e um cenário cinematográfico.

Porém, precisa ter o mínimo de condições para desenvolver um conteúdo que ajude as pessoas e que não seja ruim tecnicamente.

insights online

Por exemplo, o áudio deve ser limpo, a imagem pode ser com o seu celular e o local deve criar o mínimo de conforto em quem está assistindo. Mas isso tudo, claro, desde que o conteúdo seja interessante.

Se o conteúdo em si não tiver valor, você pode investir o que for em equipamentos e técnicas, que o público não criará engajamento.

Por isso, antes mesmo de partir para diversos caminhos diferentes, pense, planeje e faça com calma.

Como prospectar clientes na internet de uma forma objetiva

Os insights online que pudemos passar até aqui, estão todos relacionados a algo vital para uma boa estratégia online: prospecção de clientes. Quando você desenvolve estratégias para colocar em prática na internet, na verdade, você está em busca de novos clientes.

E esta busca muitas vezes retorna com uma lista muito interessante de leads, que são prospectos.

Por isso, toda vez que você pensar em um conteúdo para seu canal, seu blog ou sua rede social, pense: como este conteúdo poderá trazer prospectos que estejam interessados em comprar futuramente?

Quando você tiver este tipo de direcionamento para o trabalho, você notará os resultados mudarem de patamar. Pois, desta forma, você estará unindo o útil ao agradável. Ou seja, criando conteúdo gratuito, que ajude e, em troca, recebendo o contato de pessoas que podem virar clientes no futuro.

Porém, como transformar estas pessoas em clientes de fato? Através de um bom relacionamento e cultivo de proximidade. E vamos falar mais sobre isso no próximo tópico. Acompanhe.

Relacionamento é importante para manter o contato e a proximidade

Lembra que mencionamos a importância do relacionamento no início desse texto? Pois bem, para fazer isso, você deverá utilizar algumas técnicas e softwares que irão de ajudar. Por exemplo, o uso de um bom CRM imobiliário.

Com este serviço, você poderá captar prospectos online, dividi-los em segmentos diferentes e criar perfis para lançamentos de campanhas futuras.

Além disso, você estará armazenando muitas informações extremamente relevantes sobre cada pessoa.

Por exemplo, idade, classe social, interesses sociais, etc. Tudo isso será muito útil para utilizar em campanhas, ofertas e promoções futuras.

Além de que é através do relacionamento que as pessoas concretizam sonhos. E nós sabemos: um imóvel muitas vezes é o sonho principal de alguém. Por isso, mantenha um relacionamento humano através de e-mails ou como for.

Assim, você começará a cultivar uma cultura de humanização o que, para gerar vendas, é ótimo.

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O comportamento do consumidor nos dias atuais

Como você sabe, o comportamento do consumidor no mercado imobiliário mudou e muda constantemente. E isto significa dizer que você também precisa estar atento a estas mudanças. Bons insights online somente sobre técnicas, ferramentas e softwares não são o suficiente para acompanhar este ciclo.

O que de fato importa é entender que as pessoas precisam de ajuda constantemente na internet. E, através dos motores de busca, estas dúvida geralmente são sanadas. Por isso, você precisa pensar desta forma: esteja nos motores de busca!

Aqui exploramos algumas formas de participar deste ciclo. Seja através de um blog imobiliário, seja através de um canal no YouTube ou mesmo de uma rede social. Disponibilizar sua imobiliária na internet de forma que as pessoas possam encontrar ajuda e resolução de problemas é fundamental.

E isto nos leva diretamente a um ponto central destes “novos” consumidores: a posição ZMOT, que é um passo a mais no processo de compras por conta do avanço da internet. Vamos explicar em seguida.

O que é ZMOT e como isso influencia sua imobiliária?

Você já entendeu que estar online é importante. E mais importante do que isso, é ter relevância, com bons conteúdos e boas produções. Mas, como tudo isso foi “descoberto”. Através da inserção de mais um passo no processo de compras do consumidor médio: o ZMOT. Basicamente, o momento zero da verdade.

Isso significa dizer que, antes mesmo de comprar qualquer coisa, as pessoas pesquisam sobre. Buscam informações em blogs, sites, fóruns e vídeos. Por isso, seria ótimo se você colocasse sua imobiliária neste patamar. Assim, as pessoas seriam ajudadas e, automaticamente, estariam aptas a comprar. E estar próximo dessa decisão é fundamental!

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6 erros e acertos mais comuns na gestão de leads e vendas

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As vendas online estão em crescimento constante; descubra como converter seus leads de maneira prática e eficiente.

As vendas online cresceram 12% no primeiro semestre deste ano, de acordo com um levantamento realizado pela Ebit/Nilsen. O mesmo estudo mostrou ainda que, apenas nos últimos seis meses, mais de 5,3 milhões de pessoas fizeram compras online pela primeira vez e o faturamento alcançou a incrível marca de R$ 26,4 bilhões.

Esse mercado exige uma gestão de leads e vendas completa e eficiente, com foco em gerar cada vez mais produtividade e lucro. Pensando em ajudar quem está começando no universo das vendas online, a Followize, plataforma de gestão de leads e vendas, lista os seis principais erros e acertos mais comuns na gestão de leads e vendas online.

Tenha sempre em mente o objetivo do primeiro contato com um lead

O principal desafio é conseguir prender a atenção do potencial cliente. Sendo assim, o ideal é que, antes desse contato, exista um objetivo claro. Para isso, o vendedor deve se preparar: estudar o lead, evitar perguntas decoradas, ter em mãos uma lista de informações que devem, obrigatoriamente, ser extraídas do lead durante esse primeiro contato.

Não conhecer o lead de maneira apropriada

Este é um erro gravíssimo e, infelizmente, muito comum. Isso pode ser um sinal de má gestão de leads e as consequências para a empresa podem ser desastrosas, como fracasso nas vendas e prejuízo financeiro. O mais comum nesses casos são vendedores abordando contatos que ainda não estão preparados para a compra ou enviando conteúdos sem relevância e, assim, gastando tempo e energia sem retorno ou fechamento de negócios.

Construa uma agenda de vendas

Uma agenda de vendas estruturada pode ser um ótimo caminho para a equipe comercial. Ela servirá como uma bússola que ajuda o time a navegar pelo mar de oportunidades, sem perder o senso de direção ou timing certo dos negócios. Além disso, a agenda ajudará os vendedores a organizarem as atividades e manterem o gerenciamento de cada etapa do processo muito mais claro e simples.

Falta de alinhamento entre marketing e vendas

Esse alinhamento precisa ser bastante claro ou há um grande risco da equipe de vendas ter que devolver o lead ao time de marketing e, por consequência, perder um cliente em potencial por não ter feito um primeiro contato da maneira correta.

Construa relatórios de vendas

Monitorar o desempenho é, sem dúvidas, o primeiro passo para valorizar investimentos, aumentar conversões e transformar a internet em uma máquina de vendas para o negócio. O relatório ajuda a manter a saúde da área comercial em dia e dá suporte para que se crie uma estratégia de venda mais assertiva, gerando um desempenho acima da média.

Priorização de leads inadequada

É necessário que a empresa tenha um processo definido de priorização para os leads. Caso contrário, os vendedores não saberão quais leads são propensos a realizarem uma compra e, assim, perderão tempo trabalhando alguém que não vai gerar nenhuma conversão. Além disso, o time de marketing também não saberá ao certo quem está ou não qualificado para vendas.

 Fonte:  www.segs.com.br

Como qualificar seus clientes? Veja aqui

EU VIVO DE VENDAS

Como-qualificar-seus-clientes-5

Você sabe como qualificar seus clientes na sua imobiliária? Pois bem, este é um assunto que merece uma atenção que nem sempre é devidamente dada. E isto acontece por diversos motivos.

Seja por desconhecimento do processo, seja por falta de interesse em quem está gerindo a área de relacionamento com clientes.

A verdade é que hoje em dia, dificilmente alguém compra algo se uma série de critérios não forem cumpridos.

É preciso transmitir credibilidade, confiança, segurança, atitude e, claro, manter um bom relacionamento para que todos estes aspectos sejam alcançáveis.

Porém, você sabe como manter um relacionamento mais estreito e que seja rentável no médio e longo prazo?

Pois bem, é justamente isso que um bom funil de vendas pode fazer para que a qualificação de seus clientes e potenciais clientes aconteça de forma natural. No entanto, há quem ainda acredite que quantidade é mais importante do que qualidade.

E…

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Quais são os tipos de funis de venda?

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Você sabe quais são os tipos de funis de venda? Pois bem, este é um assunto um tanto quanto complexo para os corretores que estão “entrando” agora na ramificação digital do marketing. Nas verdade, o funil de vendas sempre existiu. Porém, ele ficou muito mais famoso depois que em empreendedorismo digital começou a se desenvolver.

Na internet, muitas vezes é mais fácil de “visualizar” algumas estratégias, uma vez que existem diversas ferramentas e utilitários para rastrear o comportamento do consumidor do mercado imobiliário. E, a partir destas informações, torna-se prático para implementar ações e estratégias voltadas ao crescimento da sua imobiliária.

No entanto, é preciso entender também o processo para este trabalho. Os funis de vendas são apenas uma estratégia que você pode utilizar, em meio a uma combinação com diversas outras. Porém, ele é efetivo, prático e pode gerar muitas conversões, desde que feito da forma certa. Por isso, acompanhe o texto e entenda um pouco mais sobre como utilizar.

Tipos de funis de venda – quais são?

Os tipos de funis de venda não se diferenciam muito uns dos outros. Na verdade, os tipos serão exclusivamente criados por você. Ou seja, não há um funil certo ou um funil errado. O que há, é o funil ideal para a sua imobiliária. Isso quer dizer que a estratégia pode ser utilizada de diversas formas, pois o processo será igual para todas elas.

No entanto, não há “receita” para criar um funil “mágico”. Tudo que você precisa fazer é, antes de mais nada, entender a sua estratégia de marketing. O que você quer conquistar com ela? Com base nisso, você poderá estruturar um percurso para que o usuário possa chegar até a “linha de chegada”.

tipos de funis de venda

funil de vendas imobiliário geralmente é composto pelo processo simples, entre começo, meio e fim. Ou seja, o potencial cliente entra no funil, é qualificado e, eventualmente, sairá ao final com o produto adquirido. Porém, nem sempre é assim. Por mais que a ilustração do projeto seja perfeita, dando a impressão de que a estratégia funcionará com uma baixa margem de erro, é preciso também analisar a todo momento.

Afinal, é somente desta forma que podemos garantir qualquer tipo de resultado. Por mais que o funil passe uma impressão de “automatização”, na prática, não é exatamente isso. E hoje vamos te ajudar a entender um pouco mais sobre que tipo de atitudes você pode tomar, como e quando. Acompanhe!

As etapas do funil de vendas imobiliário

Antes de mais nada, precisamos entender como de fato um funil de vendas funciona. Como mencionamos anteriormente, o funil nada mais é do que uma estratégia de marketing digital para imobiliárias. Ele é uma foram de você mapear um pouco melhor as pessoas que chegam perto ou demonstrem interesse de comprar algum produto da sua empresa.

Com uma representação gráfica de fácil entendimento, podemos entender o funil como uma forma de prospectar clientes, educá-los e fazê-los comprar. E isto nada mais é do que uma simples ação que acontece no dia a dia, de forma analógica, o tempo inteiro. Ou seja, o funil não é uma ferramenta nova ou inovadora. Ela sempre existiu.

Quer um exemplo? Um representante comercial, quando começa a procurar por novos clientes, inicia uma prospecção. Nem sempre a venda acontecerá no primeiro encontra. Mas, a partir dali, o relacionamento se inicia. E com o passar do tempo, se bem cultivado, este relacionamento pode render frutos.

E na internet é o mesmo que precisa acontecer. Porém, de forma automatizada, digital e, por vezes, mais prática. Desta forma, para que você entenda o processo como um todo, precisamos entender parte por parte. Acompanhe!

1- Início do funil

O início do funil é uma das etapas mais importantes do processo. É aqui que você irá, de fato, “escolher” as pessoas que você quer trabalhar. A geracão de leads, como é chamada, pode ser feita de diversas formas, e vamos entender isso mais a frente. No entanto, é justamente no início que o público com maior qualificação para compor uma carteira de prospectos está presente.

Esta também é a fase em que mais pessoas entrarão em contato e estarão conectadas a sua estratégia. Não se assuste se, em poucos dias, o início do seu funil tiver dezenas de pessoas. Pois muitas vezes o que atrai as pessoas para entrarem no funil, é a esperança de receber alguma coisa em troca ou mesmo ter acesso a algum tipo de informação. Como por exemplo, preencher um cadastro.

Desta forma, muitas das pessoas que entrarem no início, não terão o perfil ideal ou aquele que você busca na sua estratégia. E por isso, justamente precisa-se continuar o processo, até que o percurso seja mais lapidado e, as pessoas que eventualmente chegarem ao fim, sejam qualificadas.

Depois de captar centenas ou dezenas de contatos, passaremos a próxima etapa do funil, o meio. Acompanhe.

tipos de funis de venda

2- Meio do funil

Depois de captar muitos contatos no início do processo (início do funil), passamos para o meio do funil. Nesta etapa, também ainda não temos pessoas muito qualificadas ou com o perfil ideal que buscamos. Porém, aqui já temos um filtro muito maior. Nesta etapa, o ideal é que você filtre todos que entraram no início.

E isto pode ser feito de diversas formas. A segmentação, neste caso, começa a existir. Pois você poderá se aprofundar ainda mais no perfil de cada pessoa e entender um pouco mais as necessidades, anseios, sonhos e objetivos. Nesta etapa, você poderá fazer pesquisas, questionários, interagir de formas que obtenha respostas e informações ainda mais precisas.

E é justamente desta mesma forma que os prospectos passaram da etapa inicial para o meio do funil: fornecendo informações mais detalhadas ou assumindo ações específicas dentro de uma sequência de e-mails, por exemplo. Ou seja: o processo é muito parecido entre todas as etapas. O que muda, são os níveis de informação que você precisa para “julgar” se alguém está no início, no meio ou no fim.

marketing para imobiliárias é repleto de ideias e oportunidades que você pode usar para definir estas “linhas de chegada”. Para ficar mais fácil de entender, vou dar um exemplo. Imagine que seu prospecto chegou ao início do funil através do preenchimento de um questionário no seu site que, quando preenchido, a pessoa recebia uma simulação de financiamento.

Neste processo, podemos considerar o início do funil, pois alguém deu o contato para você. Para ir para o próximo estágio (meio), você pode definir uma série de ações. Por exemplo, se o contato clicar em determinados links dos e-mails que você mandar e abrir uma porcentagem determinada destes e-mails, talvez seja uma boa indicação de que há um interesse de fato. Logo, este contato está mais qualificado.

tipos de funis de venda

3- Fundo do funil

Agora que conseguimos entender um pouco mais sobre os processos e “linhas de chegada” de cada estágio inicial do funil, finalmente, chegamos ao fundo. É neste momento que encontramos o ponto mais “crítico” do processo. Pois é aqui que as vendas irão, de fato, acontecer. Porém, também não é garantia.

Sim, um prospecto pode atravessar o funil inteiro e não comprar nada. Acontece e é comum. E por isso, você precisa antes mesmo de pensar no funil em si, definir estratégias de marketing que irá utilizar. Pois é justamente com uma boa estratégia definida que os frutos podem ser colhidos ao fim do processo de uma forma mais orgânica e menos forçada.

Desta forma, todas as pessoas que chegarem ao fundo do funil, teoricamente, já se qualificaram durante o processo. E este processo pode levar meses, pois você precisará desenvolver diversos artifícios de relacionamento. Desde conversas, até materiais educativos e propostas podem ser usados como ferramentas para levar a conversão final.

Ao final do funil, você precisa ter uma proposta de vendas bem determinada, única e que atenda todas as expectativas e necessidades colhidas como informação durante o processo.

Afinal, se o prospecto chegar ao fim do ciclo e você não estiver preparado para isso, dificilmente você conseguirá ter sucesso. Afinal, o funil é apenas uma ferramenta para guiar o seu trabalho. Ela não fará as vendas acontecerem sozinhas, ok?

tipos de funis de venda

Como colocar pessoas no início do funil de vendas imobiliário?

Agora que entendemos que os tipos de funis de venda podem ser determinados com base na sua estratégia de marketing, está na hora de entender como prospectar clientes de forma inteligente. É nesta etapa que você iniciará tudo que explicamos anteriormente. Ou seja, é com isso que você atrairá pessoas para que seu funil seja construído de forma eficaz.

E neste processo, é importante entender uma coisa: quantidade não é qualidade. Ou seja, de nada adianta você pensar em estratégias que captem milhares de pessoas em poucos dias. Você ficará “feliz” de momento, pois pensará que sua estratégia está funcionando muito bem. Porém, de nada adianta você captar todos os tipo de pessoas.

Se tiver alguma pessoas que não tem o menor interesse no que você está vendendo, qual o motivo de ter ela na sua lista? Nenhum. Por isso, foque em qualidade e jamais em quantidade. Pois ao fim do processo, você notará a diferença. Vamos aos exemplos.

Iscas digitais

A primeira maneira de conseguir potenciais clientes, é usando as famosas iscas digitais. Você já ouviu falar delas? Pois bem, este processo tem um nome um tanto quanto “negativo”. Mas não é isto que a isca digital representa. Basicamente, você usará alternativas para chamar atenção das pessoas de alguma forma.

Por exemplo, uma isca digital pode ser um ebook ou um guia prático gratuito que você disponibilizará para a pessoa, em troca do contato dela. Feito isso, pronto! Você tem o primeiro contato no início do seu funil.

tipos de funis de venda

Assinatura de newsletter

Se você tem um blog imobiliário (que recomendamos que você tenha), você poderá disponibilizar, além da isca digital, um campo para assinantes de newsletter. Esta é uma excelente alternativa para captar leads que podem ser trabalhados ao longo do tempo e quem tem interesse em determinado assunto.

Neste processo, é possível que você capte muitas pessoas. E algumas delas talvez não tenham tanto interesse no seu produto ao fim do ciclo. Mas, você deve ir trabalhando o relacionamento aos poucos.

Interesse em determinado imóvel ou empreendimento

Caso você esteja lançando um imóvel ou empreendimento, poderá fazer isso também na internet. Desta forma, você conseguirá atrair pessoas interessadas e captá-las para o início do seu funil. Por exemplo, faça o pré-lançamento em alguma rede social e peça para que a pessoa deixe um contato para ser avisada com exclusividade sobre o lançamento e receber ofertas especiais por isso.

Simuladores de financiamento

simulador de financiamento é a ferramenta mais intuitiva para captação de leads para seu início de funil. Afinal, as pessoas tem curiosidade de saber quanto custaria um imóvel e quais seriam as parcelas. Você pode implementar isto e mostrar o resultado para quem deixar o contato. Mais um exemplo de como iniciar seu funil.

tipos de funis de venda

O percurso nem sempre é tão claro e rápido

Conforme mencionamos anteriormente, os tipos de funis de venda podem ser diversos. Pois dependerá da sua estratégia. Porém, eles tem um formato único, com começo, meio e fim. Desta forma, é fundamental que você entenda que nem sempre tudo será assim tão claro e rápido.

Ou seja, por mais que a ferramenta do funil seja intuitiva e apresente os potenciais resultados ao fim do ciclo, é importante entender que cada processo será único. Ou seja, não existe “receita”. Você terá de praticar, implementar, melhorar, otimizar, errar e acertar.

Poupar recursos é importante. Assim, você não precisará se preocupar com outros aspectos técnicos que possam ser difíceis e caros. Otimize suas estratégias e boa sorte!

Fonte: Site VILLE IMOBILIARIAS 

4 CURSOS IMPORTANTES PARA O CORRETOR DE IMÓVEIS

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Para manter-se sempre à frente no mercado imobiliário, é essencial que você se atente para os cursos importantes para o corretor. Afinal, a partir destas qualificações é que você realmente poderá construir os seus diferenciais diante da sua concorrência, por exemplo.

E, pensando nisso, elencamos os melhores 4 cursos para corretores de imóveis. Conheça cada um deles e invista no futuro do seu empreendimento. Seja você um corretor autônomo, ou um corretor que trabalha em uma imobiliária.

4 cursos importantes para o corretor

Antes de qualquer coisa, é claro que o corretor precisa estar previamente capacitado, abrangendo os seguintes requisitos:

  • Ter o cursado todo o ensino médio;
  • Ter realizado o Curso de Técnico em Transações imobiliárias (TTI).

A partir disso, você já poderá trabalhar em outros meios de desenvolvimento e estudos que propiciem um crescimento dentro do mercado.

E assim, os cursos abaixo referem-se a diversos pontos do trabalho do corretor. Dessa forma, caberá a você escolher aquela opção que seja mais condizente com as suas necessidades de desenvolvimento e crescimento.

Afinal, é possível que você já tenha algumas das atribuições desenvolvidas nas opções a seguir. Acompanhe para saber mais:

1- Avaliação do imóvel

Quando você se torna um corretor (seja autônomo ou não), é muito importante que você entenda sobre todos os processos de uma avaliação imobiliária. Afinal, isso é mais do que essencial para garantir um bom desempenho na área, uma vez que você sempre estará diante de empreendimentos avaliados – que poderão, inclusive, receber questionamentos dos prospectos.

Dessa maneira, a dica que lhe damos é que você busque um curso que seja capaz de abordar como é feita a avaliação de todos os tipos de imóveis. E que contemple os seguintes pontos abaixo:

  • Levantamento das informações do empreendimento;
  • Como funcionam os procedimentos de vistoria do imóvel;
  • Quais são os pontos que podem valorizar ou desvalorizar um imóvel;
  • Como funciona o Parecer Técnico de Avaliação Mercadológica;
  • Como são feitos todos os cálculos envolvidos;
  • Como é feita a pesquisa de mercado.

2- Técnicas de venda e persuasão

Este tipo de curso vale para qualquer ramo do mercado de vendas, é claro. Mas, este fator torna-se ainda mais importante quando pensamos em corretores de imóveis. Afinal, grande parte do sucesso do seu trabalho diz respeito a sua capacidade de persuadir, convencer e encantar clientes.

Sem estes pré-requisitos desenvolvidos, dificilmente você conquistará o seu cliente apenas pela “qualidade” do imóvel em questão.

Pois uma coisa é fato: pessoas buscam se relacionar com pessoas. E, dessa forma, tudo o que elas menos querem é encontrar alguém que as atenda de um modo engessado e sem apresentar grandes atribuições de negociação.

Uma vez que o atendimento de excelência pode ser o fator chave na tomada de decisão de uma pessoa.

Portanto, este é um dos cursos importantes para o corretor que quer encontrar novas maneiras de encantar e engajar os seus clientes. Aumentando as suas vendas e gerando cada vez mais resultados para o seu negócio.

Afinal, não basta apenas “conversar” com o cliente, apontando pontos positivos e negativos do empreendimento em questão. Mas sim, é preciso fazer com que o cliente perceba a sua preocupação em entregar a ele um bom imóvel, que realmente supra as necessidades do mesmo.

Acredite: este tipo de cuidado, com uma pitada de persuasão e uma negociação aberta e interessante, são chaves para portas que você talvez nunca tenha aberto ao longo da sua vida profissional.

cursos importantes para o corretor

3- Administração imobiliária

O curso de administração imobiliária é essencial para que o corretor possa compreender todos os pontos administrativos que envolvem o trabalho de compra, venda e locação. Assim ele terá muito mais subsídios para as negociações futuras que possam ser requeridas pelos prospectos, por exemplo.

Além disso, existe ainda outro viés para trabalhar com a administração imobiliária: a que diz respeito aos próprios processos administrativos da empresa em si. Ou seja, podemos dizer que é possível encontrar alternativas que auxiliem na gestão financeira do negócio.

E assim, você poderá tanto ter um apoio estruturado para lidar com todos os documentos e contratos oferecidos durante o seu dia a dia, como também poderá abordar temas mais voltados para a saúde financeira do seu negócio, de fato.

4- Marketing imobiliário

Por fim, é claro que não poderíamos deixar de elencar a importância do curso de marketing imobiliário. Afinal, sabemos o quanto o marketing (seja ele digital ou não) é extremamente importante para o desenvolvimento do negócio. Pois, sem ele, torna-se impossível criarmos um relacionamento de funil de vendas com os nossos clientes, por exemplo.

Portanto, este é um dos cursos que você deve dar prioridade quando o assunto é se desenvolver no mercado imobiliário. Uma vez que ele lhe auxiliará no traçar dos passos que o seu empreendimento precisa dar rumo ao sucesso.

Além de ser a alternativa perfeita para aprender mais sobre como impactar todos os seus clientes, e potenciais clientes, de uma maneira efetiva e muito positiva. No entanto, invista nesta possibilidade e abranja ainda mais áreas importantes do conhecimento imobiliário!

cursos importantes para o corretor

Lembre-se: tudo engloba o marketing e o seu desenvolvimento nos negócios imobiliários

Agora que você já conheceu 4 cursos importantes para o corretor, é hora de elencar hierarquicamente aqueles que você mais compreende como importante para o desenvolvimento do seu negócio. Afinal, só você poderá apontar quais são as reais necessidades atuais do seu empreendimento, sempre visando um crescimento constante e estruturado do mesmo.

Contudo, vale destacarmos que, dentre as opções citadas, o marketing imobiliário ainda “dispara” como uma das mais importantes atribuições que precisam ser desenvolvidas. Afinal, todos os demais cursos dizem respeito ao momento em que você já possui um cliente, certo? Mas, o que fazer para atraí-lo corretamente?

Portanto, invista em um curso de marketing e aposte em ferramentas de automação que possam lhe ajudar ainda mais neste processo construtivo. Assim você caminhará sempre rumo ao desenvolvimento saudável do seu negócio.

Para saber mais sobre a automação em marketing, clique aqui.

E assim, encontre novos horizontes para o seu negócio!

by  | PORTAL VILLE IMOBILIÁRIAS

 

Por que você deve ser o corretor pontual

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Todos sabemos da importância de ser pontual. É uma das melhores maneiras de demonstrar profissionalismo aos nossos clientes. E, além disso, ser pontual garante uma redução no nível de stress. Mas, mesmo sabendo disso várias pessoas ainda conseguem ser os “atrasados compulsivos”. Que são aqueles que insistem em deixar os clientes, parceiros e amigos esperando. Se você é assim, não deixe de ler este artigo discutimos sobre a importância de ser um corretor pontual.

Porque não somos sempre pontuais

Existem vários estudos sobre o tema da pontualidade. E alguns apontam motivos bem fora do comum para justificar a falta de pontualidade de algumas pessoas. Por exemplo, o psicólogo Oliver Burkman falou, em uma entrevista para a BBC, que os atrasadinhos fazem isso porque gostam de estar no controle da situação e ser o centro das atenções.

O psicólogo alivia a crítica ao afirmar que isso não é arrogância. Segundo ele, algumas pessoas crescem acostumadas a ter suas vontades e desejos realizados. E elas não fazem isso de maneira consciente, ou seja, chamar a atenção não é o que está na superfície dos pensamentos do atrasado.

Mas alguns estudiosos tem teorias diferentes para explicar as pessoas que tem problemas com relógio. É o caso de Diana DeLonzor, que prefere definir os atrasados como pessoas que são ou “acelerados” ou “otimistas”.

corretor pontual ampulheta

O primeiro (acelerado) gosta da adrenalina e de esperar o último segundo antes de começar qualquer atividade. Já os otimistas, sempre subestimam o tempo necessário para realizar uma atividade. Ou seja, um corretor otimista pode ser aquele que deixa para sair do escritório 20 minutos antes de uma visita. Mas o tempo necessário para chegar até o local costuma ser 30 minutos. Embora ele insista em acreditar que consegue fazer o percurso em menos tempo.

Os atrasados costumam ser criativos, positivos, otimistas mas também falham em ver a realidade.

Como são os pontuais?

Ser pontual é um traço que mostra mais autocontrole e percepção da realidade e do tempo. O corretor pontual é alguém que é mais cauteloso e se prepara para imprevistos. É o corretor que leva em consideração que se ele errar o caminho ele pode acabar gastando um bom tempo reencontrando a avenida certa.

Outra característica dos pontuais é que eles tendem a procrastinar muito menos. E talvez é por isso que nossa sociedade preza tanto pela pontualidade. Nós já sabemos que quem é pontual costuma ser alguém confiável.

Chegar cedo demais nem sempre é bom no entanto. Por exemplo, se o Google Maps te mostra que chegar até a casa do cliente para capturar as fotos leva 20 minutos. Não existem motivos para sair do escritório faltando uma hora para o horário do compromisso.

Chegar muito cedo pode deixar o seu cliente desconfortável. Principalmente nos casos de avaliações e fotografias. Que são situações em que o cliente pode estar aproveitando os últimos 15 minutos para arrumar a casa. Para garantir que as fotos serão muito bonitas e chamativas.

corretor pontual pulso

Mas, por outro lado, não custa nada sair do escritório com uns 10 minutos extras. Assim, você considera o tempo necessário para caminhar até o carro e também estacionar o mesmo (o Google Maps ainda não contabiliza o tempo necessário para essas atividades). E de quebra você deverá ter uns cinco minutinhos extras.

Se você chegar mais cedo e precisar esperar o cliente não se preocupe! Aproveite parapegar seu smartphone e ir lendo os emails, comentários nas redes sociais (profissional), e realizar outras atividades produtivas.

Estratégias para ser um corretor pontual

Utilize a estratégia dos 50%

Greg McKeown é um autor que já figurou na lista dos mais vendidos do New York Times. O livro que alcançou esta posição foi o Essencialismo. Ele propõe a regra dos 50%, onde você adiciona a metade do tempo que você estima que uma atividade irá demorar.

Por exemplo, se você acredita que a reunião com o cliente irá durar 40 minutos, você deixa reservado uma hora. Que é exatamente 40 min (a sua estimativa) mais os 20 min (50%). Esta estratégia é ótima para quem está constantemente atrasado. Mas ela pode ser ruim se você se atrasa apenas em algumas ocasiões.

corretor pontual relógio

Se você não acredita ter um grande problema com o tempo, mas gostaria de melhorar você pode tentar uma outra estratégia. Uma delas é a de simplesmente ter mais atenção no cálculo do tempo.

Como calcular o tempo

Muitas pessoas conseguem se manter pontuais para atividades que já conhecem, mas basta uma simples mudança na rotina que elas já perdem todo o planejamento. Saber calcular o tempo é uma ótima maneira de evitar este problema.

Funciona assim, não estime o tempo simplesmente, busque maneiras de realmente saber qual será o tempo necessário em cada atividade. Por exemplo, você pode usar o Google Maps para saber o tempo necessário para fazer um percurso de carro, ônibus (em algumas cidades) e a pé.

Assim, ao invés de calcular o tempo mentalmente, tentando puxar na memória qual foi o tempo gasto quando você passou por lá, utilize uma ferramenta mais precisa. Mas, sendo sincero, nem sempre o atraso é culpa do trânsito né?

Muitas vezes simplesmente acordamos muito tarde. Você percebe que só precisa de 30 minutos para tomar banho, comer e sair de casa e cria o hábito de acordar exatos 30 minutos antes. Mas no dia que um imprevisto acontece, você não tem sequer um único minuto extra para resolver o problema.

corretor pontual despertador

Utilize ferramentas produtivas

Ter um fluxo de trabalho mais eficiente permitirá que você tenha cada vez mais tempo livre ao fim do dia. Tudo depende de como você utiliza os recursos tecnológicos existentes.

E lembre-se, ser um corretor pontual ajuda em mais do que construir uma ótima imagemprofissional. Pessoas pontuais costumam sofrer menos do stress diário e ter uma qualidade de vida melhor. Afinal de contas, o que é melhor: ficar parado no engarrafamento sabendo que você tem 10 minutos extras ou pensando que seu cliente já está te esperando?

Fonte: VILLEIMOB 

QUANDO VOCÊ QUISER ALGO DE VERDADE, FAÇA A SUA PARTE

Queira…
Basta ser sincero e desejar profundo
Você será capaz de sacudir o mundo!

 

whatsapp-image-2018-10-20-at-13-10-07.jpegEsta citação acima faz parte de uma música do Raul Seixas intitulada TENTE OUTRA VEZ. Ela fala sobre sobre ter fé, ser persistente e acima de tudo acreditar que somos capazes de realizar qualquer sonho e pra isso basta mesmo acreditar e desejar profundo…

Tente….
E não diga que a vitória está perdida, se é de batalhas que se vive a vida….

As pessoas geralmente desejam realizar seus sonhos, querem de fato conquistar bens materiais, se formar, viajar, encontrar um grande amor e por aí vai…o ser humano é mesmo movido a desejos.

Mas será que estamos fazendo a nossa parte além de simplesmente desejar?Será que estamos combatendo o bom combate para realizar nossos sonhos?

Hoje esteve na minha loja o Adilio, ele trabalha com criação de sites e para ajudar na renda familiar ele vende GELADINHO ( SACOLÉ)  e acreditem, o Adilio é nosso cliente, ele comprou seu PRIMEIRO APARTAMENTO.

Diariamente eu atendo gente assim, gente que FAZ ACONTECER, que não fica apenas esperando o sonho cair do céu, o Adilio é destas pessoas que quando querem alguma coisa FAZEM O UNIVERSO CONSPIRAR a seu favor.

Um dia eu li que o mais importante não é chegar ao topo da montanha, mas sim enfrentar as muitas dificuldades ao longo dela. Por varias vezes na vida temos Everest para escalar e para cada avalanche que levamos na cara temos duas opções, ficar com medo de tentar escalar novamente ou aprender com os erros e seguir para a próxima empreitada. Então que cada tentativa frustrada se torne combustível para quando chegar à hora poder-mos aproveitar a bela paisagem vista do topo.

Então ficamos assim, te vejo lá, no TOPO junto com o Adilio e outros mais!

Mercado imobiliário vive momento de expectativas positivas para 2019

Setor se apresenta como boa opção para quem deseja diversificar o portfólio de investimento ou mesmo para morar

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Investir em empreendimentos residenciais, comerciais, terrenos ou loteamentos de imóveis é uma das formas mais tradicionais de investimento. Mesmo em um cenário de crise, haverá sempre demanda por algum tipo de imóvel. Além disso, esse tipo de investimento é mais imune às turbulências da economia. De acordo com números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existe um déficit habitacional no Brasil de 5,5 milhões de residências. Isso mostra que há um aumento consistente na demanda por imóveis.

De acordo com especialistas, o investimento em imóveis é muito procurado para diversificar o portfólio de aplicações e reduzir os riscos do investidor. Mesmo aqueles que preferem a bolsa de valores têm ao menos parte do dinheiro alocado em imóveis; seja de forma direta, adquirindo um bem, ou indireta, por meio de fundos imobiliários. Para alguns, 2019 deverá ser o ano da retomada do mercado imobiliário no Brasil. Por outro lado, investir em imóveis permite que o empreendedor gere uma renda passiva, ou seja, uma espécie de salário que não dependerá do seu esforço.

Gustavo Milaré, advogado, sócio do escritório Meirelles Milaré Advogados, conta que recentes levantamentos do setor indicam um viés de alta nos últimos meses de 2018. “A esperança é que a nova equipe econômica do governo federal consiga ajustar as contas públicas, gerar mais empregos, melhorar a renda do trabalhador e manter a tendência de queda dos juros aplicados nos financiamentos de imóveis”, ressalta o especialista.

Gustavo explica que o mercado imobiliário tem um ciclo composto por quatro fases: expansão, excesso, recessão e recuperação. “Após a crise que assolou o mercado imobiliário no começo desta década, entramos na fase da recuperação no segundo semestre de 2017. Desde então, o setor passou a demonstrar melhoras gradativas e substanciais, em especial nas vendas, que cresceram cerca de 10% no ano passado. Devido a diversos fatos, entre os quais se pode destacar a queda da inflação, a diminuição da taxa de juros e de financiamento, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, a iminente regulação do distrato e ainda as definições políticas nos cenários estaduais e federal, o mercado imobiliário tem notado um significativo aumento no índice de confiança de empresários e consumidores.”

Segundo o advogado, houve aumento de 52% no número de unidades comercializadas na cidade de São Paulo de janeiro a junho de 2018, em comparação com o mesmo período de 2017, melhor resultado desde o início da crise em 2013. “Outro exemplo que demonstra a reação do mercado imobiliário é que o lançamento de novos projetos cresceu 30% no terceiro trimestre deste ano e, segundo corretores e investidores, a movimentação cresceu ainda mais depois das eleições”, informa o especialista.

SINALIZAÇÃO 

Esse ambiente tem criado expectativas bastante positivas para o setor em 2019. “Segundo dados, sinais, indicadores e, sobretudo, especialistas, deveremos entrar em um período de normalidade econômica. Com isso, a tendência é de crescimento para o próximo ano, ainda mais considerando que teremos a entrada em vigor de algumas novidades, como o aumento do teto para a compra de imóvel com FGTS para R$ 1,5 milhão e a ampliação do programa Minha casa, minha vida”, ressalta Gustavo.

Ele acredita que 2019 deverá ser um bom ano para quem quer vender ou comprar um imóvel e também para quem quer investir no mercado, seja no segmento residencial, cuja tendência são imóveis compactos com infraestrutura e a locação por temporada, seja no segmento comercial, no qual as empresas têm apostado em um conceito mais colaborativo, com espaços mais amplos e menos divididos; ou ainda em fundos imobiliários, que voltam a ser uma boa opção de investimento.

Fonte: PORTAL LUGAR CERTO

Capacitação é a chave para o sucesso no mercado imobiliário!

treinamento equipe

Capacitação é a chave para o sucesso no mercado imobiliário!

Hoje apliquei mais um treinamento pra a minha equipe…
Dentre os assuntos abordados, falei muito sobre a capacitação e a eterna busca pelo conhecimento que nossa profissão exige…

Em um mercado tão concorrido, atualizar-se é estar a frente dos outros e se consolidar como profissional competente.

Nada é melhor para um profissional, seja de que ramo ele for, que se tenha uma grande capacitação no que faz.

Essa é a arma mais importante para que uma pessoa tenha sucesso na carreira. Basta querer e ter mais vontade do que o normal, fazendo os resultados aparecerem.
Não adianta apenas ingressar em sua área e trabalhar do mesmo jeito por todos os anos de sua vida.
Tente sempre se superar e estar inovando para mostrar melhores e mais surpreendentes resultados.

No mercado imobiliário isso é praticamente uma exigência. Um corretor extremamente capacitado, obviamente, vai se destacar perante os demais. Por isso, se qualificar constantemente renderá bons resultados e uma projeção ampla na carreira. Quem não quer ser atendido por um corretor que sabe exatamente o que vai lhe mostra?

Mas, para isso é necessário se capacitar e transformando-se em um grande corretor de imóveis.

Entenda:
Procure fazer cursos e frequentar palestras
Um dos melhores jeitos para se capacitar quando corretor de imóveis é fazer cursos profissionalizantes e participar de diversas palestras. Se você já tem toda a capacitação em ser um grande vendedor, seja ambicioso no melhor sentido da palavra e procure outras áreas do mercado imobiliário para se especializar.

Faça cursos para documentalista e avaliador, por exemplo, e desse modo abra um grande leque de opções para oferecer a seus clientes.

Além disso, toda palestra que tiver em sua cidade, vá e participe. Adquirir conhecimento é sempre algo positivo e que nunca é perdido.

Não pare de ler livros sobre o assunto
O que não falta são informações sobre o mercado imobiliário. A leitura é muito importante para que você estude cada vez mais como ser um bom corretor de imóveis, além de ficar por dentro de assuntos que não estejam tão afiados no seu repertório.

Como dissemos acima, conhecimento nunca é demais.
Sempre se atualize sobre o mercado imobiliário
Não pare de ver notícias e saber o que está acontecendo no mundo imobiliário. Esteja por dentro da situação econômica não apenas de seu país, mas sim do mundo todo, tudo reflete na economia local.

Por isso não canse de ver notícias do assunto.
Não se canse de aprender e se capacitar…
Se tem um segredo pro sucesso em vendas é esse:

Treinar, se capacitar e aplicar o aprendizado…

Simples assim!

Como prospectar clientes no mercado imobiliário

 

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A arte de atrair clientes é uma das mais essenciais para corretores e imobiliárias. Isso porque a tarefa de vender imóveis não é das mais simples. Junte isso ao fato que você pode estar trabalhando com o público errado e vender um imóvel incrível pode ser um verdadeiro desafio. No artigo de hoje veremos técnicas e dicas de como prospectar clientes no mercado imobiliário.

Este é um dos temas mais importantes já abordados aqui, afinal de contas sem clientes não há vendas! Além disso o mercado imobiliário está, cada vez mais competitivo. Logo entender e aplicar os conceitos vistos neste artigo é algo crucial. Quer saber mais? Então não deixe de ler este artigo.

Etapas da prospecção de clientes

organização é essencial em qualquer tipo de tarefa, desde a captação de imóveis até a venda dos mesmos. Isso não muda com ao trabalhar para prospectar clientes. Não adianta trabalhar e confiar somente no “feeling”, que é aquela sensação que está dando certo (ou errado). É essencial que você defina números que irão te guiar e ajudar a entender se você está indo bem ou mal.

prospectar clientes corretor

Mas a organização não começa na avaliação de desempenho. Na verdade a organização de qualquer atividade começa no planejamento da mesma. E é exatamente isso que você deverá fazer: traçar um plano para prospectar clientes no mercado imobiliário. Este plano deverá levar em consideração diversos fatores que envolvem a mercadoria, o cliente e a maneira na qual você irá abordá-lo.

A mercadoria: Qual é o imóvel?

Para prospectar clientes é imprescindível avaliar que tipo de mercadoria você quer oferecer ao mesmo. Avalie as chances de sucesso de venda ao oferecer uma cobertura de 4 quartos para um cliente que busca um apartamento pequeno, de dois quartos. É claro que as chances de sucesso nessa negociação são bem baixas.

E é por isso que você deve sempre prospectar clientes com base na sua mercadoria atual. A maioria dos corretores costumam trabalhar com diversos tipos de imóveis ao mesmo tempo. Isso torna a prospecção mais simples, se você considera que é possível que você sempre tenha algo para apresentar ao cliente.

No entanto, é possível que falte variedade. Por exemplo, um corretor generalista pode ter apenas um ou dois imóveis de luxo no seu portfólio. Se o cliente não se interessar por nenhum deles, então você perdeu o cliente. Mas essa discussão é assunto para outro artigo. No momento basta citar que você deve prospectar seus clientes com base nos imóveis que você normalmente capta.

Se você costuma captar mais apartamentos pequenos, com dois quartos. Então seu público alvo seria provavelmente jovens solteiros ou casais recém-casados com um ou, no máximo, dois filhos. Por outro lado, se você costuma captar diversas casas, amplas e de médio/alto padrão, então seu público-alvo muda para famílias maiores.

prospectar clientes família

No geral, ter um portfólio diverso costuma ser uma boa ideia, mas se você quer se especializar em um tipo de imóvel mas ainda costuma captar um ou outro cliente que busca um imóvel diferente. Então considere fazer parcerias. Dessa maneira, você pode recomendar corretores parceiros à clientes que não encontrem o imóvel desejado com você. E, é óbvio, estes corretores parceiros também te recomendariam em situações similares, mas inversas.

Considere outros fatores quanto à mercadoria

Falamos muito do padrão do imóvel na seção anterior. Mas o preço e a qualidade do imóvel não é a única coisa que define o mesmo. Um outro fator importantíssimo é a localização. Se um cliente está em busca de um imóvel no bairro A, na região leste da cidade. É bem provável que oferecer um imóvel situado no bairro Z, na região oeste não tenha como resultado uma venda efetuada.

Além da localização, alguns clientes buscam por fatores mais específicos. Estes fatores envolvem segurança, privacidade, espaço (quintais), entre outros. Entender o que o cada imóvel em seu portfólio oferece facilita muito sua tarefa de prospecção. Isso porque ficará mais fácil de trabalhar com materiais de marketing que visam justamente atrair clientes.

Onde está o meu cliente ideal?

Uma vez que você entende que tipo de imóvel você possui é importante entender onde você encontra o cliente ideal. Afinal de contas, para prospectar clientes com eficiência é essencial que você vá buscar este cliente no local certo.

prospectar clientes estudantes

Um exemplo muito bom são os apartamentos de aluguel ao redor de universidades. Isso porque, nestes casos, é fácil até demais para descobrir onde encontrar o cliente ideal. Para o corretor ou imobiliária basta contatar o setor responsável na universidade para se informar de como ele pode estar divulgando a oportunidade diretamente com os alunos.

Em algumas universidades este anúncio se dará através de quadros de avisos, posicionados em locais de grande movimento. Em outras isso se dará através de jornais de publicação interna. Por fim, existem os casos em que tais oportunidades são divulgadas internamente, em grupos de Facebook.

Mas, se encontrar o cliente ideal neste caso em específico é fácil, nem sempre é tão simples assim. O ideal mesmo é trabalhar com a captação de leads e estratégias de email marketing. Uma tática interessante é a seguinte: cadastre todos os seus clientes em uma lista que envia novos emails periodicamente com os novos imóveis captados. Assim o cliente ideal pode entrar em contato com você.

Para entender melhor como encontrar o cliente ideal, vamos listar as principais formas de abordar um cliente. Afinal de contas, se o objetivo é prospectar clientes, então você precisa saber como encontrar e atrair o mesmo.

Estratégias de prospecção de clientes

1. Divulgação em sites e portais imobiliários

Esta é a primeira maneira que vamos citar dentre as diversas formas de encontrar o cliente ideal. É também, talvez, a forma mais simples e básica. Aqui nos referimos ao seu próprio site imobiliário e os portais imobiliários em geral. Utilizar estes meios de contato são uma ótima maneira de prospectar clientes.

Veja bem, as pessoas que navegam neste site são um público que realmente está em busca de um novo imóvel. E tem mais, se eles resolveram entrar em contato com você após ver dezenas, ou até mesmo centenas de outras opções, pode ter certeza que existe uma grande chance de conclusão do negócio. Por esse motivo nós costumamos dizer que os leads oriundos de portais imobiliários são leads quentes.

Para ter um contraste com um lead um pouco mais frio, considere alguém que viu uma propaganda na TV ou em um outdoor. Esta pessoa pode até entrar em contato, mas existe uma chance que este é um dos poucos imóveis que ela viu. Logo, a negociação neste caso pode durar um tempo maior. Afinal de contas, é natural que este cliente resolva verificar outras opções ao longo da negociação.

Mas vamos deixar claro: ambas negociações podem dar certo. E mais, ambas podem dar errado também. O que diferencia uma situação da outra são as chances de sucesso, que é maior no caso do lead mais quente.

2. Captação e nutrição de leads

Outra maneira de prospectar clientes no mercado imobiliário é através da captação e nutrição de leads. Para isso você precisa de um site imobiliário e uma plataforma de email marketing. Se você tiver um blog e redes sociais ativas o trabalho ficará ainda mais simples. Na verdade, se você tiver uma estratégia sólida de marketing de conteúdo, então captar leads será mais fácil.

No entanto, se o objetivo é simplesmente fazer a prospecção de novos clientes através do envio de emails periódicos com os imóveis captados e algumas dicas, site e plataforma de email marketing serão suficientes. O funcionamento em si é simples. Você precisa de captar o email de todas as pessoas que demonstraram interesse em algum dos seus imóveis.

Não interessa muito se esta pessoa acabou não gostando do imóvel após uma visita, ou se a mesma até desistiu de qualquer encontro pessoal. Ter o email já é o suficiente para que você adicione o mesmo, pelo menos, em uma lista do tipo newsletter. Nesta lista o cliente receberá apenas dicas imobiliárias simples acompanhadas dos imóveis captadosrecentemente. Se o cliente se interessar por algum dos imóveis vistos ele pode então entrar em contato.

Como dissemos anteriormente, ter uma estratégia de marketing de conteúdo eficiente pode ser essencial para captação de leads. Isso porque você terá materiais gratuitos interessantes, relevantes e de qualidade para oferecer em troca do email.

Uma dica de software é o ville Target, que permite não só o envio de emails do tipo newsletter. Na verdade, o software permite o acompanhamento de cada um dos leads e o envio automático de emails com base no que ele acessou enquanto esteve no seu site. Além disso existe a possibilidade de criação de landing pages rapidamente, entre outras funções.

3. Se apresente como corretor de imóveis e peça recomendações

Ao finalizar uma negociação ou ao encontrar novos clientes sempre deixe um cartão de visita com os mesmos. A ideia aqui é que eles recomendem você a pessoas que estejam em busca de um corretor. Tanto para auxiliar na venda ou locação de um imóvel quanto para a compra de imóveis na cidade.

prospectar clientes recomendação

Independentemente da situação, receber recomendações irão te ajudar como corretor de imóveis. Por isso é essencial que você deixe que as pessoas, em especial amigos e parentes, saibam o que você faz. Isso pode ajudar a gerar recomendações, mesmo que você não peça por recomendações diretamente.

4. Trabalhar em grupos em redes sociais

Várias cidades possuem grupos nas redes sociais específicos para pessoas que estão em busca de algo específico. É possível que na sua região exista um grupo deste tipo onde as pessoas que estão em busca de imóveis para compra ou aluguel possam procurar oportunidades. Pesquise sobre estes grupos e veja se existe algum ativo no momento.

Se encontrar algo deste tipo, procure saber as regras de divulgação e publique os imóveis captados de acordo com essas regras. Se não houver nenhum tipo de grupo deste tipo na sua região, uma boa dica é criar um. Você pode manter o mesmo aberto e, dependendo da situação é possível até mesmo convidar outros corretores. Tudo dependerá da região que vocês atuam e dos termos desta parceria.

prospectar clientes whatsapp

Quanto às redes sociais em si, podemos citar o Facebook, que é uma rede no qual este tipo de grupo existe e funciona muito bem. Outra opção seria o WhatsApp, mas atenção no gerenciamento deste tipo de grupo e no sistema de adição de novos membros. Idealmente você deve perguntar seus clientes se eles querem fazer parte do grupo no WhatsApp. Lembre-se: nem todas as pessoas gostam de grupos no WhatsApp.

5. Trabalhar de maneira convencional nas redes sociais

Caso a estratégia de grupos não dê muito certo, você pode sempre utilizar as redes sociais da maneira mais convencional. Você pode publicar imóveis captados na sua própria linha do tempo. E você pode, também, utilizar recursos como o WhatsApp e Facebook Stories para fazer essa divulgação.

Para a divulgação nas redes sociais como o Facebook, Twitter e LinkedIn você pode contar com o ville Imob. Que é uma plataforma completa para corretores de imóveis e imobiliárias. Através da ferramenta de integração social inclusa fazer a postagem nas redes sociais é algo que pode ser concluído em meros minutos.

A divulgação em diversos portais imobiliários, como mencionamos no primeiro tópico desta seção também pode ser simplificada. Afinal de contas o ville Imob também conta com uma ferramenta de integração de portais imobiliários. Ela permite que você divulgue imóveis em diversos portais com se uma vez só. Sem ter que acessar portal por portal.

Ah, e lembra do site imobiliário, essencial para captação e nutrição de leads? Ao adquirir o ville Imob você vai contar com um site imobiliário completo, com design moderno, diversas opções de cores e vários templates. Além disso o site conta com uma seção específica para postagem de notícias e artigos, ideal para trabalhar o marketing de conteúdo.

Nós oferecemos um teste gratuito desta plataforma, o que é ótimo caso você tenha interesse mas não tem certeza se conseguiria se adaptar à mesma. É isso por hoje, esperamos que você tenha mais sucesso ao prospectar novos clientes após este artigo. Boa sorte e bons negócios!

Perspectivas para 2019 no mercado imobiliário

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A Family Brokers realizou uma breve leitura de algumas revistas e sites onde mostra como será o desenvolvimento imobiliário para os próximos anos.

Segundo elas, em 2019 o mercado imobiliário começará uma nova fase de crescimento, os principais motivos que levam a essa conclusão estão a perspectiva de oferta de crédito barato para construção de novas moradias, um cenário macroeconômico com taxa básica de juros e inflação controladas.

“A expectativa é que entremos em um novo ciclo de crescimento do mercado imobiliário a partir de 2019”, construtoras começam a desengavetar seus projetos, afirmou Petrucci durante palestra na Convenção Secovi, que reúne empresários do setor da Construção. “Acredito que teremos um País em que não estamos acostumamos a trabalhar, com taxa de juros baixa e inflação sob controle.”

Diminuição da taxa de juros para o financiamento de imóveis residenciais . No primeiro semestre de 2018, a taxa de juros básica do mercado teve uma redução para 6,5% – um valor muito baixo quando comparado com as taxas registradas até cinco anos atrás, que beiravam os 14,5%. Com essa tendência de diminuição da taxa de juros, é facilitado o acesso a financiamentos imobiliários e aumenta a confiança do consumidor.

Facilidade do financiamento imobiliário

A dificuldade no acesso a financiamentos imobiliários pela população afeta diretamente o mercado imobiliário. Com a redução da taxa de juros e aumento do otimismo da economia, as instituições financeiras começam a facilitar o acesso a essas linhas de crédito – tanto para Grandes construtoras quanto para clientes que buscam pelo primeiro imóvel o que fomenta as transações no mercado imobiliário de 2019.

Fonte:  www.familybrokers.com.br

Dicas de como prospectar clientes no mercado imobiliário

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Prospectar clientes faz parte da venda, você sabe disso, todo mundo sabe disso. Mas ainda assim é uma das etapas da venda mais complexas e “estressantes” de se fazer: exige tempo, dedicação, método, estudo, cuidado e gerenciamento.  Além disso, uma boa prospecção de clientes significa impulsionar o nome da sua marca, tornando o processo cada vez mais simples. Isso porque as pessoas confiam em marcas já conhecidas e bem consolidadas no mercado.

Portanto, nesse post vamos listar algumas dicas de como tornar o processo de prospecção mais simples para a sua imobiliária. Algumas são velhas conhecidas (sempre bom rever) e outras aparecem como novidades para usar a inteligência de negócios para a gestão da imobiliária.

Lembrando que vendas é um processo sistemático e deve ser monitorado em cada etapa para identificar pontos de oportunidades. Vamos começar do básico. Como você está gerenciando seus clientes?

1. Buscando Leads

Leads são pessoas interessadas no que você tem a oferecer. Elas aparecem no seu site, nas redes sociais, na sua loja física, em eventos e feiras da área, ligam, mandam e-mails. O seu principal objetivo nesta etapa é conseguir uma forma de contato para iniciar o relacionamento com elas.

A forma mais utilizada hoje é gerando conteúdo de qualidade (artigos, vídeos, e-books, cartilhas) e CTA (call to actions) no site e redes sociais que inspiram estas pessoas a deixar seu e-mail/telefone e nome para futuros contatos. Está é a primeira forma de como prospectar clientes e deve ser contínua para ampliar sua “boca do funil de vendas”.

2. Como prospectar clientes com ajuda do CRM imobiliário

Um CRM imobiliário te dará qualidade na hora de transformar os leads em clientes porque permite que você acompanhe o seu cliente e lembre dos detalhes do cliente que irão te diferenciar como vendedor no olhar do lead.

Jetimob é uma plataforma de gerenciamento dos seus clientes e seus imóveis (que tem dentre as opções de planos, uma versão gratuita) que organiza suas oportunidades de vendas e possibilita que você acompanhe passo a passo cada etapa da prospecção, até o fechamento do negócio. É uma ferramenta excelente para organizar sua rotina de como prospectar clientes e monitorar seus resultados.

Talvez você ainda não tenha uma ferramenta dessas (aconselho urgentemente) para sua prospecção imobiliária, mas é importante você ter um processo organizado. Nem que seja uma planilha em Excel.

3. Como prospectar clientes com e-mail marketing

E-mail marketing é uma ferramenta primordial na prospecção imobiliária. Mas ele não deve ser tratado como uma venda direta e sim como um canal de relacionamento. Ele faz parte do processos de trabalhar com o funil de vendas.

Não use somente o e-mail marketing para responder passivamente o seu cliente ou apenas fazer um contato inicial. Use para trocar informação de qualidade, enviar oportunidades únicas em primeira mão, informar algo relevante.

4. Como prospectar clientes nas redes sociais

Seja proativo e não se contente apenas com likes e compartilhamentos. Interaja com os leads: se relacione com ele nos comentários, perceba quais as postagens deram mais resultados e invista mais naquele caminho. O mais adequado, hoje, é investir em conteúdo, nutrir o cliente não apenas com anúncios, mas com assuntos que ele gostaria de saber. Veja bem, utilize a rede para divulgar seus imóveis, sim, mas não foque apenas nisso.

Você pode divulgar notícias relevantes para o setor imobiliário, conteúdos de blogs parceiros ou, melhor ainda, compartilhar artigos do seu próprio blog (se você tiver um). Saber usá-la de modo inteligente e humanizado, mostrando autoridade e relevância na área, além de prender seu cliente, te ajuda a conquistar novos.

5. Quem precisa do seu produto?

Parece uma pergunta simplista demais mas será que você está, de fato, oferecendo o produto certo para a pessoa certa?

Observe o comportamento do seu público, navegue nas páginas onde eles navegam, pesquise os fóruns sobre assuntos da área (e blogs), entenda suas dores. Ou seja, defina quem seria o seu cliente ideal e, a partir daí, adeque sua comunicação para quem realmente precisa ou está interessado.

6. Como prospectar clientes com follow up

Follow up é dar sequência ao atendimento e isto exige organização da sua rotina. Estabeleça prazos periódicos para entrar em contato, por exemplo: 7 dias, 15 dias, 30 e assim por diante. Mais uma vez, o uso do CRM jetimob é importante, porque ele permite você agendar o próximo passo e não se perder no caminho.

Às vezes você mandou uma proposta e nunca mais falou com o cliente. Ou não está gerenciando sua carteira com constância.

7. Venda ativa por telefone

A taxa de conversão é maior por telefone. Não tenha medo de ligar. Sorria, demonstre entusiasmo e comece com uma pergunta instigante (ex: já teve acesso ao último lançamento da área mais nobre da cidade?).

O “não” você já tem, mas nada de se acomodar! Caso ele não possa falar no momento, pergunte qual seria o melhor horário, se possível marque uma reunião. Bom, você já sabe né?

8. Peça feedbacks

Compartilhe com seus colegas e seu gestor (caso tenha um) suas dificuldades. Faça coaching com outras pessoas que estão performando melhor que você, na internet existem diversos cursos e workshops interessantes. Sempre se aprende algo. Anote as dicas e suas percepções e depois teste.

É importante, também, dar atenção ao que seus clientes te dizem sobre o seu negócio. Lembre-se que “clientes atuais conduzem a futuros clientes”. É pra eles que você vende e faz seu nome no mercado portanto, não menospreze suas opiniões.

9. Como prospectar clientes analisando a concorrência

Separe um tempo na sua semana para observar o que outros profissionais estão fazendo de diferente. Que linguagem eles usam? O que os clientes falam deles? O que eles estão vendendo mais? Usar informação de forma estratégica é uma das melhores formas de posicionar seu produto.

10. Como prospectar clientes usando o Linkedin

Já fizemos um artigo sobre este assunto aqui no blog (veja aqui), mas é bom reforçar que esta é uma plataforma ótima para fomentar negócios. Abuse dos artigos sobre sua área, participe de grupos e foque em fornecer soluções para os prospects.

Fonte: https://www.jetimob.com/

Ninguém é louco de acabar com o Minha Casa Minha Vida, diz executivo da MRV

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O copresidente da MRV Engenharia, Rafael Menin, encerrou a apresentação sobre os resultados da companhia mandando um recado “na lata” para o público presente, formado principalmente por investidores e analistas. De acordo com o executivo, as ações da companhia estão precificadas a um valor abaixo do valor justo.

“Estamos extremamente incomodados com a nossa ação a R$ 12 e os menores múltiplos do setor”, afirmou Menin. Na sua avaliação, há um excesso de preocupação do mercado sobre os riscos de mudanças no programa Minha Casa Minha Vida – foco da atuação da incorporadora – e da disponibilidade de recursos do FGTS, que compõe a principal fonte de financiamento para a construção e a compra de moradias populares. “O mercado está nos precificando como se tudo de errado acontecesse. Não tem um centavo da ação que reflita a continuidade do mercado como hoje está”, protestou o executivo.

Menin argumentou que “ninguém é louco” de acabar com o Minha Casa Minha Vida, um programa considerado “exitoso”, que irá completar dez anos, tem abrangência nacional, gera emprego, tributos e, principalmente, imóveis a um preço acessível para a população. Menin disse que eventuais ajustes no programa habitacional tendem a ser pontuais, sem representar uma mudança abrupta no andamento dos negócios.

Ele acrescentou que a MRV também está diversificando seu portfólio de empreendimentos, com a retomada de projetos financiados com recursos da caderneta de poupança, segmento que representará 25% dos lançamentos no médio prazo. “A MRV é a empresa mais protegida pela diversificação. Se tiver alguma mudança no MCMV, a única empresa capaz de manter crescimento somos nós”, enfatizou.

O executivo disse ainda que a incorporadora atingiu um patamar de lançamentos e vendas, acompanhado de eficiência nas obras, que permite a presença da companhia em 22 Estados e 157 cidades, com oferta de imóveis a preços mais baixos do que de outras empresas. “Entregamos resultados há 12 anos (desde abertura de capital) e criamos uma barreira de entrada muito grande”, emendou.

O diretor financeiro, Leonardo Correa, lembrou ainda que a cisão da Log Commercial Properties ajudará a destravar o valor das ações da MRV, que, segundo ele, não embutiriam o retorno do negócio da subsidiária.

Fonte: Estadão

 

Senado aprova multa de 50% para quem desistir de imóvel na planta

Senado aprova multa de 50% para quem desistir de imóvel na planta
Cliente que optar pelo distrato receberá apenas metade do que já pagou.
Projeto é um dos poucos que devem avançar no Congresso este ano
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O Senado aprovou, nessa terça-feira (20), o texto base do projeto que regulamenta o chamado distrato (quando o comprador desiste na compra do imóvel na planta). Neste caso, o cliente terá direito a receber metade do valor desembolsado e não a totalidade. A medida vale para os empreendimentos enquadrados no regime de patrimônio de afetação (os recursos da obra são segregados do patrimônio da construtora) – que tem como objetivo garantir a continuidade e a entrega das unidades em construção, em caso de problemas financeiros.

Há 13 destaques, somando emendas favoráveis e contra a matéria, que serão votados pelo plenário do Senado nessa quarta-feira. Dependendo do resultado, a proposta precisará retornar ao plenário da Câmara dos Deputados.

Como não há uma lei que define os parâmetros para os casos de desistência de compra do imóvel, a questão é decidida na Justiça, com resultados mais favoráveis aos clientes. Os valores a serem retidos pelas construtoras ficam entre 10% e 25%, nestes casos. Segundo o setor da construção civil, os valores são insuficientes para cobrir os custos. Para os empresários, a medida vai aumentar a segurança jurídica, reduzir disputas judiciais e atrair investimentos.

O distrato é uma das poucas medidas da agenda microeconômica que deve avançar no Congresso este ano por causa da falta de clima político. Dos seis projetos listados como prioritários pela atual equipe econômica, apenas três têm chances reais de aprovação até o fim de 2018: a proposta que abre caminho para um megaleilão de petróleo do pré-sal (com potencial de arrecadação de R$ 100 bilhões), o Orçamento de 2019 (que tem prazo para ser votado), além do distrato.

Sofrem resistência, por exemplo, a matéria que trata de autonomia do Banco Central (BC), que ainda ensaia os primeiros passos na Câmara, e o cadastro positivo (que há meses aguarda a votação de nove destaques) pela Casa. O projeto que trata da relação financeira entre o Tesouro Nacional e o BC e fecha as brechas para as chamadas pedaladas fiscais ainda não saiu das comissões do Senado.

Ao menos três fatores conspiram contra a aprovação dos projetos. Um deles é a eleição para a presidência da Câmara, com a pulverização de candidaturas e determinação do atual presidente Rodrigo Maia em disputar a reeleição. Ele já assumiu o compromisso de não pautar matérias polêmicas com os partidos da oposição em troca de votos. No Senado, o presidente Eunício Oliveira, derrotado nas eleições, tem demonstrado disposição de pautar apenas pautas indispensáveis como o da cessão onerosa e o Orçamento de 2019.

Fonte: O Globo

5 MOTIVOS PARA COMPRAR SEU IMÓVEL AINDA JOVEM

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Muitos jovens podem comprar um apartamento e não sabem disso. Infelizmente, este hábito comum faz com que estas famílias comprometam um planejamento a longo prazo.

Se você é novo e está pensando em comprar um apartamento, a realidade é que você deve encarar a compra de seu primeiro imóvel como um investimento. E quando falamos em investimento, não estamos falando apenas em comprar um bem e esperar que ele valorize para vender depois.

A ideia é transformar a compra do imóvel em um investimento de vários sentidos na sua vida e transformar a maneira como você enxerga o futuro.

Hoje, a grande maioria dos jovens que estão procurando mudar de vida e iniciar a busca por uma vida social e financeira melhor, se encontram divididos na seguinte linha financeira:

  • Estudos
  • Aluguel
  • Casamento
  • Filhos
  • Investimentos
  • Contas em casa

Se estes tópicos passam por sua cabeça hoje e você possui um emprego sólido, saiba que você faz parte de um grupo que está começando a se atentar que não é uma boa ideia esperar chegar aos 40 anos para fazer o primeiro investimento em imóvel.

E para te mostrar isso, listamos 5 tópicos que podem te ajudar a entender melhor o porquê de começar agora mesmo a se preocupar com o seu futuro. (E que ele passe bem longe do aluguel).

1 – Você é novo

Agora é exatamente a hora de começar a gastar o seu dinheiro com o que realmente importa. Se você gastar todo o seu dinheiro “deixando a vida te levar”, provavelmente em uma certa fase de sua vida, você perceberá que gastou todo o seu dinheiro e não possui nenhum bem. Isso pode ser realmente preocupante, pois neste momento você provavelmente terá mais gastos, o que pode te impedir de fazer novos investimentos.

Se você, hoje, consegue cortar gastos desnecessários para pensar no seu futuro, faça isso.

2 – Programa do Governo

Se você é novo e está dentro dos padrões de nossa sociedade, dificilmente terá mais de R$9.000 de renda mensal, correto?

Acontece que se você não possui renda mensal acima disso, pode participar do programa Minha Casa Minha Vida.

O programa permite que a compra do seu primeiro imóvel com as menores taxas de juros do mercado. Além disso, o governo oferece subsídios (descontos) de até R$25.000 para a realização deste sonho.

Você pode calcular quanto de subsídio você tem clicando aqui!

3 – Você pode ter outra fonte de renda

Se decidir comprar um imóvel agora, mas não pretende morar nele dentro de alguns anos, você pode alugar o bem e ter uma nova fonte de renda mensal. Quando decidir que é a hora, se mude para seu próprio apartamento.

 

4 – Valorização do Imóvel

A compra do imóvel na planta quase sempre faz com que ele se valorize depois de pronto. Significa que você vai pagar um valor por um bem, mas que no final ele valerá mais do que você gastou. Quase sempre!

 

5 – Não jogue fora seu dinheiro

Você não gosta ou gostaria de jogar todos os meses uma parte de seu salário no lixo, correto? Pois isso é exatamente o que acontece com o aluguel.

Falando abertamente, todos os meses uma parte do seu dinheiro suado é rasgado, pois você nunca mais o verá.

Que tal acabar com essa situação o mais rápido possível e se livrar de jogar fora seu dinheiro todo mês?

Nós acreditamos que existem possibilidades para jovens comprarem um imóvel o mais rápido possível e começar a construção de patrimônio. Além disso, sabemos que pagar aluguel nunca é uma boa opção. Logo, se alguns desses pontos se encaixam em sua rotina e você acredita que está na hora de mudar, comprar um imóvel pode ser o melhor início.

Gostou deste artigo? Compartilhe nas redes sociais e ajude mais pessoas como você a realizarem um grande sonho!

Fonte: Blog da Precon 

5 HÁBITOS PARA O CORRETOR AUMENTAR A PRODUTIVIDADE

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Aumentar a produtividade no trabalho é o objetivo de todo profissional, e não é diferente entre os corretores de imóveis. Atuar de forma autônoma traz vários benefícios, mas também torna os rendimentos no final do mês dependentes do que foi produzido.

A produtividade é um aspecto que pode ser melhorado quando são desenvolvidos hábitos que deixam a mente e o corpo mais preparado para a rotina profissional.

O segredo do sucesso está nas pequenas atitudes, por isso separamos algumas dicas garantidas para melhorar sua produtividade no trabalho.

Acorde mais cedo

Como corretor de imóveis, seus horários são mais flexíveis que a maioria das pessoas, e por isso é importante não cair na tentação de dormir um pouco a mais pela manhã.

Você já percebeu que fica mais disposto, atento e o dia rende melhor quando acorda cedo?

Esse hábito pode não ser uma tarefa fácil, mas é possível começar aos poucos: se você acorda normalmente às 10h, comece a acordar 09h30, depois às 9h e assim por diante, até chegar ao horário que considera ideal.

Motive-se todos os dias

Trabalhar motivado é essencial para passar uma energia positiva ao atender o cliente.

Use a sua melhor roupa e saia da cama todos os dias com vontade de ser vencedor. Os obstáculos certamente aparecem, mas é necessário enxergar como uma oportunidade de crescer e aprender.

Planeje os seus dias

A profissão do corretor envolve diversas tarefas, por isso é importante manter a agenda organizada, dessa forma nenhum compromisso é esquecido e os prazos são cumpridos.

Experimente separar suas tarefas na forma de checklist e vá riscando essa lista no decorrer do dia. Antes de ir para casa, escreva a lista do dia seguinte, assim você tem menos chances de esquecer coisas importantes e começa o dia com os objetivos traçados.

Separe um tempo para ler

Além de obter mais conhecimento, dedicar tempo para a leitura estimula o cérebro a ser mais criativo, treina a memória e amplia o vocabulário.

O hábito da leitura é importante para todos os profissionais, e você pode desenvolver suas habilidades com livros de negócios e mercado, economia, autoajuda, etc.  Leia pelo menos um capítulo por dia e colha os resultados nas vendas.

Divulgue seu trabalho

Para aumentar seu rendimento como corretor de imóveis também é necessário fazer a divulgação constante. Carregue seus cartões de visitas para todos os lugares e se conecte às pessoas. Ser reconhecido e ter uma ótima reputação fará a diferença na hora de captar clientes e fechar negócios.

Hoje é o dia certo para começar a trabalhar na sua mudança de hábitos.  Vá aos poucos e chegue ao topo!

Fonte: Blog da Precon

3 LIVROS SOBRE NEGÓCIOS QUE VOCÊ PRECISA LER

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Um profissional de sucesso, além de desempenhar sua função com excelência, busca a melhora contínua de suas habilidades.

Embora existam ótimos conteúdos disponíveis online, o hábito da leitura não pode ser esquecido, pois muitas vezes oferece conceitos mais aprofundados e melhor fundamentados.

Por isso, conheça algumas indicações de livros sobre negócios que resumem dicas práticas para melhorar suas vendas, seus relacionamentos e resultados.

A Bíblia das Vendas, de Jeffrey Gitomer

Jeffrey Gitomer é um palestrante internacional reconhecido por seus conhecimentos em negociações e vendas. É por isso que sua obra, A Bíblia das Vendas é um best seller considerado um verdadeiro clássico no gênero.

A abordagem do livro não é específica para o profissional do setor imobiliário, mas é uma leitura bastante instrutiva para quem lida com o público e precisa atingir metas e resultados em vendas. Reunindo mandamentos baseados em princípios básicos de vendas, o autor consegue ajudar o vendedor a conquistar o comprador potencial e a alcançar excelentes lucros no final do mês.

Como fazer amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie

Mais de setenta anos após a primeira publicação, o livro Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas ainda é referência quando o assunto é a importância do bom relacionamento pessoal e profissional.

Em seu livro, Dale Carnegie dá dicas sobre como se relacionar melhor, a importância da simpatia e de atitudes simples, como lembrar o nome das pessoas.

Fundamentalmente, o segredo para as relações interpessoais de qualidade está em se colocar na posição do interlocutor e ver o mundo através de seus olhos. Dessa forma, você está menos propenso a julgar e condenar alguém e torna-se mais compreensivo.

Para o profissional do mercado imobiliário, as boas relações são fundamentais e por isso é importante dedicar um tempo a aprimorar as habilidades para lidar e conquistar pessoas.

Consiga O Que Você Quer, de Stuart Diamond

O livro de Stuart Diamond apresenta um novo estilo de negociação, onde descobrir e valorizar as emoções da outra parte é mais vantajoso do que o uso da lógica. Compreendendo a cabeça do outro é possível entender que nem tudo é sobre dinheiro: bens intangíveis e valorização podem ser muito mais valiosos.

A obra também reúne mais de 400 relatos de pessoas comuns que contam como melhoraram diversos aspectos da vida com a aplicação das estratégias de Stuart.

 

Autor: Aline Yamasaki, Blog da Lopes

COMO FAZER UMA MUDANÇA SEM BAGUNÇA

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Muitas pessoas não gostam nem de pensar em mudança e em toda a bagunça que ela provoca! Mudar de casa ou apartamento realmente não é fácil, e é preciso planejar bem para que tudo transcorra de maneira segura. Já pensou se, durante o transporte ou montagem, algum móvel de que você tanto goste seja danificado? Para que tudo chegue em ordem, sem prejuízo e evitando as perdas, separamos um passo a passo de como fazer a sua mudança sem preocupação.

Descarte o que não vai levar para casa nova

O primeiro passo é separar o que não será levado para o novo apartamento.  Então, separe o que é lixo e o que pode ir para doação. Mas faça isso com um pouco de antecedência para não atrapalhar a dinâmica no dia da mudança.

Planeje o orçamento

Além de ter que desembolsar uma grana para o transporte, você deve colocar na ponta do lápis tudo que vai precisar na mudança. Faça orçamentos e contrate um carreto ou transportadora que tenha boas referências. Outra dica é separar material para embalar seus pertences: caixas de papelão, jornais, plástico bolha e fita adesiva.

Praticidade é tudo

Às vezes ficamos sem saber por onde começamos na hora da mudança. É importante que, antes de desmontar tudo, você se organize por cômodos. Se começar pelo quarto, separe roupas, sapatos, livros, CD’s e DVD’s em caixas organizadoras e etiquete tudo. Utilize malas para transportar roupas; fica super prático. Um detalhe: escolha caixas médias e pequenas. As caixas grandes têm espaço para mais objetos, mas acabam ficando pesadas para carregar.

Chame os amigos para ajudar

Chamar os amigos para ajudar nessa hora é fundamental! Uma mãozinha para ajudar a embalar as coisas é sempre bem-vinda. Mostre para eles o que devem encaixotar e oriente-os para etiquetarem as caixas de acordo com os objetos. Não se esqueça de combinar com eles para ajudarem na hora de desencaixotar. Eles serão muito úteis nessa hora também.

Truque para levar as suas roupas

Existem muitos truques para levar as roupas na mudança. Primeiro: não as tire dos cabides. Coloque-as esticadas dentro de uma caixa ou malas. Chegando ao apartamento novo, é só retirar e pendurar no armário.  Bolsas podem ir umas dentro das outras. E sapatos podem ser colocados em sacos grandes. Para que nada se quebre, tente embalar com plástico bolha ou transporte os objetos mais frágeis como louças, perfumes ou espelhos junto com os travesseiros e cobertores. Eles servirão como uma proteção a mais e podem também forrar as caixas, amortecendo algum impacto que possa ocorrer na hora do transporte.

Sinalize as caixas

É importante que você não se esqueça de sinalizar as caixas. Utilize marcadores permanentes. Nas caixas, escreva se elas possuem conteúdo frágil e a qual cômodo pertencem. As etiquetas também servem como bom indicadores. Que tal pintá-las de diferentes cores para diferenciar os objetos de cada cômodo? Exemplo: amarelo (cozinha), azul (quarto das crianças)…

O dia da mudança

Enfim, o dia da mudança chegou. Nada de preguiça. Você precisa acordar cedo para receber os funcionários da empresa contratada, passar as instruções ou dividir as tarefas entre os amigos e familiares. Lembre-se que as caixas frágeis devem ser transportadas por último e certifique-se que tudo foi para o caminhão. Verifique todos os cômodos do apartamento para ver se não está deixando alguma caixa para trás.

Gostou das dicas para uma mudança sem muita bagunça? Se precisar de se mudar, tente seguir algumas delas e depois conte para gente se correu tudo bem.

Fonte: Blog da Precon 

 

Mercado Imobiliário tem aumento de 22% nas vendas

Mercado Imobiliário tem aumento de 22% nas vendas

Uma pesquisa apontou uma retomada do mercado imobiliário este ano. As vendas no primeiro trimestre aumentaram 22%.

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Conheça a importância do Registro de Incorporação do Imóvel

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O Registro de Incorporação é um documento que oferece algumas garantias ao comprador. Por isso, conhecer exatamente o que é e o que assegura a quem pretende adquirir um imóvel também deve fazer parte do processo de compra.

O que é?

Também conhecido como RI, o Registro de Incorporação do Imóvel descreve todas as características construtivas do condomínio e tem como principal objetivo informar ao comprador como ele será entregue.

O que vem descrito no documento?

Através do registro é possível saber detalhes da planta de todos os espaços, além de outras documentações, entre eles:

Áreas comuns e privativas do empreendimento

Vagas de garagem

Área de lazer disponível

Memorial Descritivo

Qual é sua importância?

O RI é importante porque é o responsável por possibilitar a comercialização do imóvel. Ou seja, enquanto o registro não é liberado, as unidades não são disponibilizadas para venda.

Além disso, determina que o projeto seja executado da maneira como que está descrito no documento, conforme os requisitos da Prefeitura da cidade onde está localizado.

Qual o processo para registrar a incorporação de um imóvel?

Antes de ser aprovado, o projeto passa por várias etapas que começam na sua concepção e que tem como finalidade obter o Registro de Incorporação.

O que o RI garante para o comprador?

O RI assegura que o condomínio será entregue respeitando o método de construção e os prazos designados pela lei, sendo que não sofrerá modificações ao longo da edificação que não estejam mencionadas no registro.

Por isso, para ter certeza de que a empresa está cumprindo as exigências estipuladas pela Prefeitura, antes de comprar um imóvel, peça para ver o seu Registro de Incorporação e confirme no cartório em que o condomínio foi registrado para ter certeza de que as informações divulgadas pela incorporadora são verídicas.

Fonte: http://www.tiberio.com.br

Empresas unem tecnologia ao formato tradicional de consultoria presencial

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A inovação digital, por meio de novas plataformas e modelos de negócios, está promovendo uma profunda transformação em diversos segmentos da economia. A internet diz muito sobre o comportamento de consumo dos compradores, além de seus hábitos, gostos, rotinas e milhares de outras informações que são armazenadas na rede.

A tecnologia evoluiu e, somada à internet e outros elementos, é capaz de melhorar a experiência de compra de alguém interessado em adquirir um imóvel, por exemplo.

Atualmente, mais de 90% das pessoas que buscam imóveis para alugar ou comprar o fazem por meio online. Essas pessoas pesquisam e recebem, por meio de portais e aplicativos, um grande volume de informações antes de procurarem uma empresa do segmento imobiliário para concretizar o negócio.

Toda pesquisa de imóvel pode ter seu início realizado através de buscadores, sites especializados e aplicativos. As empresas e profissionais que souberem aproveitar desse tipo de mídia tecnológica certamente sairão à frente das demais do mesmo segmento que ainda não se atualizaram em relação ao que há de novo online.

Empresas que realizam negociações imobiliárias exclusivamente através de plataformas digitais são realidade no Brasil. A proposta, na maioria das vezes, é uma experiência de compra ou locação mais ágil e com menos burocracia.

O QuintoAndar é um aplicativo de aluguel de imóveis residenciais que, com a proposta de simplificar o processo de locação, vem conectando proprietários e inquilinos de um jeito prático.

São feitos anúncios nos principais classificados online, com fotos profissionais. Atualmente o QuintoAndar atua em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Goiás – nos três últimos estados chegou recentemente.

Segundo André Penha, cofundador e CTO do QuintoAndar, todo processo burocrático de negociação é feito online.

“Não é necessário ir ao cartório e não precisa apresentar fiador, nem depósito, nem seguro-fiança. Com isso, a gente acelera muito o tempo de locação e aumenta a liquidez no mercado. O proprietário aluga mais rápido – ou seja, mais dinheiro no bolso –, e isso é positivo para o mercado”, explica André Penha.

A maioria das empresas com sede física e atendimento presencial já utilizam plataformas de relacionamento com o público como forma de acelerar seus negócios via internet.

“É uma quebra de paradigma. Sem dúvida, uma inovação. Acredito que a agilidade, a transação praticamente toda online, sem burocracia, com assinatura eletrônica dos contratos, sejam alguns pontos fortes”, expõe José Roberto de Toledo, Diretor-Presidente da Lello Imóveis, uma das maiores e mais tradicionais administradoras de imóveis e condomínios da América do sul.

“Ainda é cedo afirmar, mas, sem dúvida, a inteligência artificial vem com números interessantes”

GUILHERME FRANÇA BLUMER, DIRETOR DE TRANSFORMAÇÃO DIGITAL DA BRASIL BROKERS

Apesar da praticidade proporcionada pela internet, de acordo com o empresário José Roberto de Toledo, diversos clientes ainda preferem o modelo tradicional de negociação imobiliária, onde eles podem se corresponder com a empresa depois de ter encontrado algum imóvel do seu interesse para receber imediatamente algumas informações adicionais sobre o imóvel, sobre a sua qualidade e formas contratuais, por exemplo.

“O diferencial do atendimento presencial é dar suporte a um público que quer mais do que informação e agilidade no processo, que quer uma orientação, uma consultoria mesmo. É isso que as imobiliárias oferecem através da sua equipe de pessoas que conhecem a região onde os imóveis estão localizados. Isso traz para o consumidor uma segurança maior, pois ele se relaciona com uma pessoa e isso traz um conforto maior”, acredita o executivo paulista.

Muito se fala sobre a redução de custos que o uso da inteligência artificial pode trazer.  Mas, segundo o diretor de Transformação Digital da Brasil Brokers, Guilherme França Blumer ainda é cedo para afirmar que a ferramenta diminuirá consideravelmente o custo por leads [termo imobiliário para definir oportunidade de negócio].

“O principal ponto agora é entender de fato a taxa de conversão desses atendimentos em cada etapa do funil. De início, podemos ver uma taxa de conversão interessante dos BOT´s no que diz respeito ao processo de agendamento de visita. Se essas taxas se consolidarem, acreditamos que de fato podemos ter algumas reduções no valor do lead e, principalmente, na quantidade de leads que precisam ser gerados. Ainda é cedo afirmar, mas, sem dúvida, a inteligência artificial vem com números interessantes”, afirma Blumer.

Segundo o CTO, o QuintoAndar tem processos inteligentes de análise de dados. Mas ele acredita que o uso de inteligência artificial nem sempre reduz custos financeiros.

“Depende do que a empresa quer atingir, de como é o fluxo de aquisição de clientes e de quão recorrentes são estes clientes. Depende, principalmente, do volume. Se a empresa trata poucos clientes por semana, a inteligência humana é muito melhor que a artificial”, explica Penha.

No nordeste, a empresa alagoana Zampieri Imóveis utiliza inteligência artificial na captação e qualificação de leads para a comercialização de lançamentos imobiliários através de uma plataforma de CRM [sistema de gestão de relacionamento com o cliente].

Para Nilo Zampieri Jr., o mundo comercial está vivendo uma grande transformação com o desenvolvimento das plataformas digitais.

“As empresas que conseguirem incluir na gestão e no atendimento comercial plataformas digitais que melhorem a experiência dos clientes, sem dúvida, deverão estar vivas nesses próximos 10 anos”

NILO ZAMPIERI JR., DIRETOR COMERCIAL DA ZAMPIERI IMÓVEIS

O uso da tecnologia e da inteligência artificial na nova forma de fazer negócios não significa a exclusão da mão de obra humana nos processos. Para José Humberto, diretor comercial da URBS Imobiliária, de Goiás, o atendimento presencial vai continuar sendo muito importante para o cliente, pois cada locação tem suas particularidades, onde apenas com o suporte digital seria mais difícil a consultoria e a escolha do imóvel.

“A negociação presencial ajuda principalmente a fazer um levantamento de perfil mais assertivo, onde a empresa consegue trazer mais qualidade para o atendimento e entender melhor a necessidade do cliente. O digital só veio para dar rapidez na negociação. Não acredito na substituição total do atendimento presencial, principalmente no setor comercial, que requer um pouco mais de consultoria na hora de alugar e, na maioria das vezes, com particularidades”, opina José Humberto.

Para o consultor de marketing da agência curitibana Cupola, Rodrigo Werneck, a tecnologia é bem-vinda no mercado imobiliário, especialmente na locação, mas a velocidade de adesão dos proprietários tende a ser menor, por conta do seu perfil etário mais avançado.

“Precisamos ter em conta que o digital jamais substituirá o contato presencial em seu aspecto consultivo. Estamos falando de ativos valiosos, cujos donos valorizam o suporte humano. Eles têm dúvidas, precisam de respostas, e as empresas do segmento que se propõem a serem ‘digitais’ precisam dialogar de forma aberta e disponível com esse proprietário, não simplesmente através de um app”, afirma Werneck.

A tecnologia está presente em qualquer mercado e caminha aliada ao atendimento digital. Mas nem todos os clientes são adeptos da funcionalidade na palma da mão através de seus smartphones, da internet, dos sites, principalmente quando o produto é algo muito precioso na vida das pessoas: o imóvel.

“Normalmente, os proprietários de imóveis são pessoas mais velhas, que nem sempre estão totalmente inseridas no mundo digital. Por outro lado, também temos jovens que já estão investindo em imóveis. Acho que as duas vertentes têm a possibilidade de atender os clientes da maneira que eles se sentirem mais seguros e satisfeitos”, explica o executivo da Lello Imóveis.

Em qualquer segmento comercial é comum se deparar com a inovação, mas o universo digital acelera o dinamismo de ações e relações entre cliente e empresa.

Escolher uma roupa pela internet, solicitar um transporte particular pelo aplicativo móvel ou até mesmo selecionar itens da feira de supermercado de qualquer lugar é parte da rotina de muitos brasileiros.

Especificamente nas transações imobiliárias, a negociação pelas plataformas digitais traz um pouco mais de conforto. Os portais trazem uma série de informações para facilitar a busca do cliente pelo imóvel ideal e permitem a escolha do atendimento online ou que o potencial interessado no imóvel procure uma imobiliária para uma consultoria presencial.

José Humberto, diretor da imobiliária URBS afirma que, no final das contas, a seriedade e a boa reputação de uma empresa no mercado sempre pesam na hora de fazer negócios.

“Mesmo com as facilidades que se têm hoje, muita gente que procura um imóvel não abre mão do atendimento presencial, da consultoria bem realizada, com detalhes que o profissional do mercado imobiliário pode oferecer, por entender as necessidades específicas de seu cliente”, afirma o empresário goiano.

Mesmo com as facilidades que se têm hoje, muita gente que procura um imóvel não abre mão do atendimento presencial”

JOSÉ HUMBERTO, DIRETOR COMERCIAL DA URBS IMOBILIÁRIA

Contatos gerados pela web, o que fazer? – Mercado Imobiliário

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Contatos gerados pela web, o que fazer? – Mercado Imobiliário

Foi-se o tempo em que as pessoas compravam um jornal para procurar o imóvel dos seus sonhos. Num país onde há mais de 90 milhões de internautas, segundo uma pesquisa divulgada recentemente pela NetView, da Nielsen Ibope, não é exagero dizer que praticamente todo mundo resolve problemas e toma importantes decisões na frente da tela do computador ou na palma da mão, com seu smartphone.
Nesse sentido, para se ter uma ideia, o Brasil atingiu o mesmo patamar dos Estados Unidos com relação às tendências de busca de imóveis pela web, e cada vez mais as pessoas preferem realizar suas pesquisas usando os portais especializados. A questão é saber se as imobiliárias estão preparadas para lidar com essa mudança de comportamento e o novo momento do mercado, e mais, criar um bom relacionamento com os clientes.
É exatamente nesse ponto que o texto “4 mitos da linha de geração de leads imobiliário”, escrito por Amy Chorew, vice-presidente da Better Homes and Gardens Real Estate LLC, portal imobiliário canadense, esclarece alguns pontos e destaca algumas dicas para atender bem um cliente virtual:
1. O que importa é gerar leads, não administrá-los. Falso. Porque não importa quantos contatos sejam gerados se estiverem mal administrados;
2. As respostas automáticas substituem a chamada telefônica. Falso. Mesmo sendo um bom instrumento, as respostas automáticas são apenas um complemento da interação humana;
3. A maioria dos leads gerados é inútil. Falso. Isso é algo que só poderia pensar alguém com uma visão de curto prazo. A metade dos leads não se transforma em clientes antes de passados 12 e 24 meses do primeiro contato;
4. Os vendedores sabem automaticamente como transformar um lead em uma operação. Falso. É necessário ferramentas, investigação e prática para poder fazê-lo.
Aqui no Brasil, circulam mitos parecidos aos descritos por Amy e igualmente falsos. Por isso, muitas imobiliárias não dão a devida importância ao seu prospecto virtual para dar o pontapé inicial, que pode resultar numa relação comercial bem-sucedida. A maioria delas se desanima em função da baixa expectativa de fechamento de operações imediatas.
Para mim, as chaves para atender bem a um cliente virtual são:
1. Sempre responder ao que o cliente pergunta o mais breve possível e pelo canal sugerido por ele. Responda pessoalmente e evite respostas automáticas. Procure gerar uma relação de confiança. Sempre é preciso estar na mente do vendedor a ideia de um encontro pessoal com o cliente. Um cliente atendido é um cliente fidelizado;
2. Todos os leads podem servir, por isso, é preciso registrar o cliente corretamente em um CRM e certificar-se de que a imobiliária se preocupe em manter um contato fluente com este cliente, enviando-lhe regularmente informação sobre novos lançamentos, oportunidades ou dados do mercado;
3. Os leads de Real Estate não se transformam a curto prazo, por isso é preciso ser muito consistente nas estratégias de atenção;
4. Nem todos os vendedores imobiliários estão adaptados a esta nova realidade do mercado. Ele, geralmente, ganha comissão pelas suas vendas, por isso, não se pode dar ao luxo de projetar a longo prazo se não tem resolvida a questão dos seus ingressos correntes.
Por outro lado, as empresas imobiliárias deveriam investir em todos (ou na maioria) dos seguintes itens:
Sucursal virtual especializada em atenção de leads online;
Capacitação de seus vendedores para o uso de ferramentas tecnológicas que lhes permitam atender a mais clientes de maneira eficiente;
Salários base para a equipe comercial para que o vendedor possa ver além da operação que necessita fechar neste mês e que permita à imobiliária controlar melhor o processo de venda de cada agente.
O fato é que a internet facilita as buscas por um novo imóvel e permite hoje o contato com um número bem maior de vendedores. Vivemos hoje em um mundo totalmente conectado, portanto é fundamental se atualizar com as últimas tendências. E atender aos leads adequadamente pode significar estar um passo à frente.
*Renato Orfaly foi fundador do site Imoveldoproprietario.com.br e hoje é Country Manager da Properati no Brasil.

Matéria completa: http://corporate.canaltech.com.br/noticia/mercado/O-que-fazer-com-os-contatos-gerados-na-web/#ixzz3LnoLQEyw
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