Vetor Norte de BH Planejado


Luiz Antônio Athayde diz que o vetor, uma região construída na Grande BH, é a aposta do governo para a diversificação econômica

vetor norte

O Vetor Norte é o olhar do choque de gestão para a área do desenvolvimento, que vem sendo organizado desde 2005. É aposta do governo de Minas e é preciso entendê-lo numa perspectiva de mundo: pensar globalmente e agir localmente”. A afirmação é do subsecretário de Investimentos Estratégicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais, Luiz Antônio Athayde Vasconcelos, e foi feita em sua palestra no Conexão Empresarial Especial Vetor Norte, promovida pela VB Comunicação, no Espaço V, em Nova Lima, com apoio das construtoras Brasiliana e Dominus. O almoço servido aos convidados foi elaborado pela chef Cláudia Ferrari, do bufê Flamb’art. Os vinhos foram selecionados pela Casa Rio Verde.
Athayde afirmou que o futuro desejado é construído e que o Vetor Norte é uma estratégia e, a partir deste olhar, já é possível se ver o curso de formação de alguns ativos lançados para aquela região. O subsecretário enfatizou o desejo das pessoas de verem as coisas realizadas a curto prazo, mas que no caso do Vetor Norte, o planejamento é a longo prazo. “É uma novidade que está sendo incorporada. A visão de longo prazo neste caso precisa ser percebida porque o Vetor Norte tem grande importância para Minas Gerais”, destacou. Segundo ele, o governo de Minas definiu estratégias em uma plataforma incipiente para construir, literalmente, uma região. “O Vetor Norte é o epicentro para a diversificação da economia de Minas”, destacou Athayde. Ele também lembrou que tudo começou com o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins.
A ideia inicial para o aeroporto era fazer dele um entreposto para exportação de produtos e hoje destaca-se a ideia de que Confins seja transformado em um grande hub e o Vetor Norte, como um todo, em produtor de tecnologia. “Mas é preciso ficarmos atentos porque a economia não aceita improvisação. Ela exige preparo para entender o mercado, que será suprido por quem estiver mais bem preparado. Atualmente, não são as grandes empresas que engolem as pequenas, são as mais rápidas que acabam com as mais lentas”, alertou Athayde. De acordo com ele, o padrão de consumo está mudando e é preciso seguir essa visão para acompanhar as mudanças para que o Vetor Norte seja, realmente, competitivo. E, tudo isto passará por Confins. O subsecretário disse que o futuro dos transportes está na aviação. “O tráfego aéreo mundial é de 4,9 bilhões de passageiros e chegará a 13 bilhões em 2030 e, por isto, várias cidades, como Dallas e Paris, entre outras, estão se preparando para se tornarem aerotrópolis.”
De acordo com Athayde, apesar de ainda não ter a infraestrutura necessária para atender aos passageiros e empresas, o aeroporto de Confins é o que mais cresce no Brasil. “E será o principal equipamento de infraestrutura para mostrar o que será Minas Gerais nos próximos anos. A economia para as companhias aéreas, pousando em Confins, é de 400 dólares por voo e, com a terceira pista que será construída, passará para 700 dólares a cada voo, o que o deixará ainda mais competitivo”, assinalou o subsecretário. Ele enumerou outras vantagens de Confins, como o fato de ser o único do Brasil a ter condições de gerar 55% de receitas não-aeronáuticas.
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