Corretor de imóveis precisa ter cuidado com o que lê


Corretor, segue mais uma excelente artigo para ajudar no dia a dia!

leituraA internet é responsável pela democratização da informação. Todo mundo passou a saber tudo e, ao mesmo tempo, a não saber nada. O excesso de conteúdo trouxe muito lixo a público. Hoje, as pessoas não sabem no que podem acreditar. Esse paradigma da Comunicação também atinge os corretores de imóveis e atrapalha o desenvolvimento da profissão. Um exemplo prático é a história a seguir. Trata-se de um exemplo de como um texto pode ser uma armadilha, levando o profissional a acreditar em conceitos duvidosos e ao fracasso na carreirra.

Um repórter do jornal britânico ‘The Guardian’ teve acesso a um suposto guia, produzido por uma imobiliária, para a atuação dos corretores de imóveis em uma negociação. As informações foram traduzidas e publicadas pelo site brasileiro infomoney.com com o seguinte título “As táticas (nada éticas) dos corretores para você comprar um imóvel”.

Curiosamente, o texto chama de “táticas nada éticas”, padrões de atendimento benéficos tanto para os corretores, mas principalmente para os clientes. A publicação trata com ironia, por exemplo, o fato do guia debater o vestuário dos corretores. Se existe um manual para os profissionais do setor imobiliário, certamente o vestuário é algo relevante a ser discutido e, pelo menos na visão do autor, não se configura em uma prática antiética.

O texto também questiona a necessidade dos corretores em descobrir informações do cliente como: onde mora, o rendimento, qual imóvel procura e se é casado. Porém, como o profissional pode oferecer o imóvel correto sem saber as necessidades do comprador? Por qual motivo isso seria uma prática contra o consumidor?

Outra curiosidade do texto está na crítica aos corretores por terem sempre “argumentos na ponta da língua”. Todo imóvel possui qualidades e defeitos, assim como tudo na vida. Logicamente, um bom corretor de imóveis tem a capacidade de evidenciar as qualidades. Os defeitos não serão negligenciados, o profissional apenas tentará mostrar aos clientes que os benefícios superam os problemas.

Por fim, para ser justo, o texto realmente cita duas situações consideradas antiéticas e, portanto, que devem ser evitadas pelos corretores de imóveis. Jamais mude a categoria do imóvel: se é um estúdio, não anuncie como uma quitinete. Na prática, é tentar vender gato por lebre. Também nunca anuncie imóveisque não existem para atrair clientes. No fim, isso irrita o comprador e diminui as chances de realizar um negócio.

William Cruz – Colunista do  PortaisImobiliários.com.br

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